domingo, 12 de julho de 2015

Se os anónimos soubessem o que eu sei.

Se os anônimos soubessem o que eu sei e que não posso escrever publicamente, alteravam por completo as suas opiniões sobre esta matéria da Rádio Foz do Mondego,
Aliás, são justamente opiniões generalizadas e soltas do nosso quotidiano, não acreditando que as façam por má fé, mas só por falta da melhor informação.
Continuo a pensar que no passado e no presente, os projectos fracassam neste caso e noutros ainda mais, porque os seus colaboradores os gerem com o lápis atrás da orelha e não amando as suas funções com a seriedade que a mim me fazem feliz e livre
Lamento que a minha capacidade em passar das palavras aos atos, porque não gosto de vender banha da cobra e ficar a dar sentenças ao vento que passa, esteja no limite do voluntariado num mar revolto que, para mal dos meus pecados, não é de vez em quando, mas que veio para ficar com borráscas imprevisiveis nas quais tenho a certeza que vou sair com a missão assumida, quando se sabe que um homem dá o que tem e a mais não é obrigado.

sábado, 11 de julho de 2015

Esta tarde Montemor Deu Á´Foz

Pires de Matos, á nossa esquerda, iniciou entre as 15 e as 17 horas, o seu programa sobre as Terras de Montemor, sempre aos sábados, difundindo noticias, entrevistas e musica portuguesa
Os 4 elementos sentados, são os responsáveis pela Figueira Desportiva, aos domingos e ás segundas feiras, apresentados no programa por Pires de Matos
Em pé temos o técnico de apoio  Miguel Machado.
Próximos colaboradores. Alice Mano Carbonnier e o Dr Eurico Silva, Entretanto, aguardo do meu amigo Alex Campos, a aceitação do convite por mim enviado para fazer parte deste movimento de apoio á Foz Mondego Rádio

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Demito-me já.

Não venho na onda do protagonismo. O que pretendo é salvar-me com a minha transparência e não ser perseguido por aves agoirentas, já que o meu feitio rebelde e espontâneo não se dá com censuras. São por isso mesmo os pedaços da minha vida que vou deixando pelo caminho das minhas causas e dos seus efeitos, livremente pensando e agindo no combate das ideias, quando prefiro ser do que parecer, assumindo as minhas decisões só e com o que julgo para mim acertado, tão pouco é por simpatia de amizade com o Pedro Cruz
Demito-me já não é cagança de jornalista amador, é sobretudo perceber que devo assumir na prática o que mais defendo a liberdade de expressão e a igualdade de tratamento, neste caso no Noticias da Sua Terra, publicado mensalmente na Vila de São Pedro.
Garanto-vos que não tenho nada contra a Junta de Freguesia, muito menos com o seu Presidente Manuel Salgueiro, com o qual tenho a melhor cordialidade, não fazendo sentido originar perseguições politicas, se esse não é o meu formato interventivo na Freguesia de São Pedro, e numa terra que não é a minha e que sei respeitar, também pelo maneira como sou envolvido com as pessoas covagalenses..
O que se justifica sem mais rodeios, voltando ao assunto logo que possível, é a minha independência como colaborador daquele jornal, que acabou por não publicar na ultima tiragem,o Alerta Costeiro, do Pedro Cruz, cuja censura é alheia ao meu espirito alargado a todo o tipo de noticias, seja do Partido Comunista ou do C.D.S, porque não as testemunhas de Jeová.
O caso que não vai ficar por aqui, não serve os meus propósitos de liberdade de expressão. demitindo-me já, antes que seja tarde, reservando uma palavra para os assinantes, logo que este mau feitio se acalme na  revolta.de vez em quando.
Se não me dou com censuras, menos ainda com falsas questões de ética, quando tenho a certeza que não estou de mãos dadas com qualquer compromisso politico, mas de todo colaborando com modéstia nas iniciativas da Vila de São Pedro



A simplicidade do Ernesto, é tão humana como tocante Foto do Sr Vidal

Olá dr. Jorge Camarneiro .Montemor Sempre, com comunistas ou sem eles.

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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Por isso mesmo vou demitir-me. Outra bronca, da qual lavo as mãos.


As duas faces da coroa

No  banco sul,Portinho da Cova Gala, há uma coroa, ou manto de areia, que nas vazantes das marés, se mostra generosa com a sua solidariedade, para com o povo do mar e do rio, convidando-o na apanha dos bivalves, um modo de vida talvez rentável para as gentes da Vila de São Pedro.
Volvidas 6 horas, a ordem natural das luas determina as enchentes das marés, cobrindo aquele espaço a que chamam coroa, num enorme e transparente lago, navegável pelas pequenas  embarcações.
A coroa ou o manto de areia, na maré cheia desaparece na imensidão da água abastecendo-se das variadas espécies, emergindo depois na maré baixa com o  esperado produto, ansiosamente aguardado pelas gentes do mar e rio que dali fazem algum rendimento, tão necessário nas familias covagalenses.
Mas a coroa ou o manto de areia, tal como o mar, não é constante no seu bem fazer... e não raro trás a desgraça também. Quantos lutos são contados em terra de pescadores, tantos!
Ontem no  velório do Sr. Rogério Afonso Ferreira, outra vítima da água, havia lágrimas, dor, e muito sofrimento entre os seus familiares, e amigos, não pude deixar de pensar, até com alguma revolta  de como o mar é cruel , o mar, o rio, a fatalidade que espreita a cada momento, e nada a impede de progredir na destruição do ser humano. Neste caso dum homem bom, que merecia viver.  

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Isabel Dourado, regressa á Foz Mondego Rádio 99.1

Regressa  e justifica-se que  assim seja apresentada, porque a Isabel Dourado, emitiu programas
naquela rádio, mais de 22 anos !!!
Agora vai valorizar com a sua paixão, outra vez a Foz do Mondego Rádio , a convite do empresário que não perde pitada num bom negocio.
Isabel  Dourado, é funcionária do Hospital da Figueira  da Foz, mas cuidam que nas horas livres vai perder-se com nequinhas de quem não tem nada que fazer?
Não; Organiza excursões e viaja pelo pais e estrangeiro, desta vez a Sevilha, em dois dias. Gosto desta gente e apoio esta gente com entusiamo que não tem tempo de pensar noutra coisa que não seja o trabalho e fazer coisas do colectivo, força Isabel Dourado, a Foz do Mondego, espera também pelo teu apoio.

A Vila de São Pedro, valorizou-se com o novo Doce E Mar

Num espaço acolhedor e com jovens trabalhadoras, atentas a um serviço de pastelaria e restauração, o Doce E Mar, é mais um estabelecimento que valoriza e prestigia a terra covagalense.

A morte repentina do Sr Rogério, no Portinho da Cova Gala

A coroa da minha simpatia e da minha reflexão, foi de novo sentida com a  morte do Sr Rogério, na fotografia ao lado da sua mulher.
Já não sei o que pensei e escrevi sobre aquela coroa ( nunca de Reis ) mas destas gentes do Mar e do Rio, revolvendo nas areias o sustento das gentes da Cova Gala.
Este casal. entre tantos outros, mostraram que o trabalho os dignificou imenso, pois não paravam um instante, buscando na coroa o trabalho e  a dureza dele, enfrentando temperaturas, ora demasiado quentes, ventos, chuvas, assumindo as regras da dignidade, cujo labor é seguramente a força dos verdadeiros homens e mulheres, que nos deixam os seus exemplos
O Sr Rogério deixou na coroa, repentinamente,uma vida intensa e generosa e partiu sem solenidades ou faustosas festas dos Reis, palacianos, porque partiu o homem honrado pela luta das sua sobrevivencia e da sua família, numa coroa, que alimenta as nossas gentes.
Aos familiares o meu abraço  de solidariedade.

Fotografia do Sr José Vidal


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Olá Manel. Já são penteados para 2016, no Casino da Figueira da Foz ???

Manuel Netoh · 
HAIRCUTWEB.COM

Combate sem nome

Nunca tive a preocupação de endireitar o mundo, ou no meu espaço convencer as pessoas que assumo os símbolos das perfeiçôes, daí  sentir um elevado respeito pela liberdade de expressão dos outros e da minha e é disso que tratamos.
Por isso mesmo vou partilhando os vossos comentários anônimos. Inclusive, deitando para o lixo os que são provocadores contra os senhores, como aconteceu no ultimo  comentário, demasiado insultuoso.
Se não tenho o culto das falsas modéstias, é claro que aprecio os que percebem o meu esforço das minhas iniciativas e que jamais resvalam na subserviência. Apenas no equilíbrio das opiniões sobre os temas  e no"combate " das ideias e que infelizmente não tem nome
As falsas modéstias trazem no ventre enganadoras nuances, não mostrando a realidade  e a frontalidade dos sentimentos das causas, cujas metolodogias fazem parte dos critérios dos que as assumem, desde que para o efeito não  recorram a gratuitos insultos.
Sou abertamente pelas criticas a meu respeito.Algumas me tem ajudado a melhorar o meu circuito de intervenções neste cantinho dos desabafos, desde que não tenham o ferrete dos complexos de perseguição e sobretudo  que são sejam  donos de todas as razões, supostamente, intocáveis e ridículas.
Há uma serie de questões que não tenho receio em abordar nos vossos comentários, como por exemplo se um colaborador é chamado para as reuniões da rádio, claro que não é, Apenas e só me relaciono com o Sr Jorge Nogueira, que me apoia e assume as minhas iniciativas,
Vou mais longe e por minha vaidade ( aqui está porque não entro em pormenores detalhados ) se nesta altura quisesse aceitaria um convite do Sr Jorge Nogueira, em que poderia ganhar algum dinheiro, mas prefiro os meus clientes na Vila de São Pedro, onde sou muito feliz com a minhas gentes do mar e do rio, mas estas questões reservo-me com elas
Vou indo assim com este bichinho e desde que faça um ou outro anunciozito para pagar as despesas que subiram de custos, com os constantes telefonemas  para tudo quanto é sitio, não vou entrar num trabalho  na rádio, pois entendo  não deixar  a minha  profissão Já tenho idade para ter algum juizo(pouco) vem aí as férias e o sonho de voltar a Cuba
Creiam que estive no limite da minha sinceridade, se tenho assuntos  que não devem ser públicos, como compreendem.
Grato
Atenção desempregados e os que nada fazem, os do costume e que preferem subsidios
Se queres trabalho digno, vem depressa ter comigo na Cova Gala, pois são dos tais trabalhos na rádio que são obrigatóriamente remunerados e que rejeitei porque felizmente estou muito bem, de resto não olhava para tráz.
Como não gosto de enganar, neste caso os que procuram trabalho, confesso que vou fazer um contacto logo pelas 9 horas, caso aceite, nada feito caros desempregados

terça-feira, 7 de julho de 2015

Mário Martins na sua onda musical


Não lhe façam a si o que fizeram a outros

Ao abordar um assunto  relevante nas relações dos que trabalham na Rádio Foz do Mondego, com os que assumem a sua orientação, o caro amigo, levar-me-ia para uma opinião sobre o que  que tenho observado, mas apenas na área do voluntariado.
Como deve perceber, não tenho e não tenho que ter,qualquer tipo de ingerência nos assuntos internos da rádio, seria um abuso inqualificável, meter-me em assuntos que não me dizem respeito, pois se é muito do meu jeito saber entrar e sair das confusões por uma porta que na gíria se diz chamar a porta grande,
Percebendo o que quer dizer, a minha colaboração é tão transparente e cuidada, que obrigo a pessoas a terem respeito pelos meus métodos, porque isto de ser humilde de mais, neste caso só me prejudica, daí este acentuado rigor da minha postura, enquanto voluntário e apaixonada pela causa
Os caros anônimos caíram-me em cima quando um dia falei em malditos roedores, empurrando-me para uma fogueira (tipo inquisição ) venham para cá e depois façam o que me mandam fazer, porque afinal até tenho mais experiência do que aquela que insinuaram que eu não tinha.
Sou um velho"ratazana" que todos os dias se lava em água limpa e que nunca se enfiou por esgotos mal cheirosos, percebendo o meu espaço de colaboração e nunca pisando terrenos que não são os meus. Os anos que passei por Maiorca e Arazede, foram uma escola de contactos com pessoas de bem, mas permita-me a minha franqueza, de contactos também com gentes, que não fazem o meu estilo de vida e comportamentos, Gosto pouco das tretas a tostão, o que gosto é de assumir na prática os exemplos e eles estão a funcionar plenamente, dizendo-lhe que ninguém me manda embora por aldrabices, quem sabe  se por incompetência, isso ainda admito
Se um  dia passar pela Cova Gala, já sabe, Conto-lhe uma historia  e ao ouvido, sendo certo que aqui defendo valores e muito recato nas minhas opiniões generalizadas e observadoras.
Boa semana de trabalho

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Hoje escreve Alice Mano

Buarcos, uma janela p'ro mar
1
Temos no rosto um sorriso de encantar
E na algibeira alegria a transbordar
Temos esta linda terra
Onde o mar encontra a Serra
E se perde a namorar.

2
Temos a sardinha a assar no fogareiro
E saudades do nosso couto mineiro
Do pescador a arrastar
Da peixeira a apregoar
Das festas o ano inteiro

Refrão

Traz o teu avental,
Anda daí dançar
Com esta gente
Sempre pronta p'ra brincar.
Junta-te a esta marcha
Traz mais um balão
Arranja um par
E vem gozar o S. João

Ao banho-santo vamos
Lá pela madrugada
Se a fogueira
Não estiver já apagada.
Vem ver Buarcos lindo,
Barco a navegar
Vem ver Buarcos,
Uma janela p'ró mar

3
Ao Domingo passeamos na Avenida
E pomos logo a corar a nossa vida
A dizer mal das vizinhas
Das calças apertadinhas
E da cachopa atrevida.

4
Esperamos pelos banhistas, venha o Verão
Vamos rezar a novena, ao serão 
Mesmo que não me convides
Partilhamos as pevides
À espera da procissão


(Refrão)


5
Se fores aos lindos penedos passear
Ou em Novembro o mexilhão apanhar
Aproveita esta magia
Dá largas à alegria
E atira a tristeza ao mar


6
Das muralhas prevemos a tempestade
No Castelo damos largas à saudade
Para o bem e para o mal
Terra com sabor a sal
Orgulho desta cidade.


Alice Mano-Carbonnier
Marcha de S. João 2013 (G.I.S.)

Prémio Melhor Letra


1.
O sol mal se levantou
E as traineiras da Figueira
Já navegam rumo à barra;
As ondas que as embalam
Soam nas mentes cansadas
Como o trinar da guitarra.

2.
Envoltas em nevoeiro
Gaivotas cortam o céu
Sobrevoando o pescado;
É dia de festa rija
Para todos à chegada
Se o barco vem carregado.

Refrão
Quem merca a sardinha
Fresquinha a saltar
Venha cá freguesa
Que está a acabar.
Em cima da broa
Hábitos antigos
Quer-se em companhia
De vinho e amigos.

Larga a canastra
Põe o avental
Calça os teus chinelos
Vem ao arraial
Mesmo que a sardinha
Seja o ganha-pão
Temos que bailar
Em noite de S. João

3.
São João quer atrair
As cachopas de Buarcos
Preparou-se o ano inteiro.
Pôs os carrocéis na feira
Vestiu-se pr’o Banho Santo
Acendeu o fogareiro.

4.
E a mulher de Buarcos
Vaidosa e cheia de graça
Com a sua saia rodada
Põe o peixinho na brasa
Porque não há S. João
Sem boa sardinha assada

(Refrão)



5.
Com bom tempo ou tempestade
O mar é nosso destino
O barco nosso bem-estar.
Mesmo mortos de cansaço
Há que remendar as redes
Pr’amanhã recomeçar.

6.
Cada lanço é nova esperança
E nesta faina diária
A rede é a nossa teia;
Ao passarmos junto à costa
Adoramos ver o mar
Espreguiçar-se na areia.





Alice Mano-Carbonnier
S. João 2015 (G.I.S.)

Gentes do Mar e do Rio. Freguesia de São Pedro

Entramos hoje segunda  feira, dia 6.7 2015, na segunda semana de intervenções do Nelson Gafanhão e da Aldina Matias na Foz Rádio Mondego 99.1, sempre com novos temas sobre a terra covagalense.
A poetisa Aldina Matias, está encantada por dizer os seus poemas, enquanto o Nelson Gafanhão,falará do que muito bem entender, porque a liberdade é sua junto do auditório daquela rádio. Um "empresário!" que se prese só trata  dos contratos e dos seus lucros?
Entretanto, convidei o João Pita, cidadão sem complexos de comunicação com os seus conterãneos, para escrever uns temas sobre as Gentes do Mar e do Rio, apoiando deste modo o Nelson, no seu espaço naquela Rádio
Por mim. Hoje,segunda, quarta e sexta feira, sempre a partir das 5 da tarde, volto a citar o poeta Juvelino Soares, em Reveles, um poeta o qual descreve com talento as feiras em Montemor, a anual e a que se realiza quinze em quinze dias.
Dizer poesia não é o meu forte, mas o Juvelino Soares , a semana passada recebeu vários telefonemas dos seus conhecimentos. Esta  semana vou teimar no mesmo e dizer que o sentido poético de Juvelino, nos mostra a sua sensibilidade e visão do povo das feiras, onde não falta o copito, os vendedores e os compradores, alegrias e tristezas, tendo na parte final o Castelo, Ai, tenho que mudar o tom e fazer a separação com admiração e nostalgia do monumento, vamos ver o que vai sair, pois isto é como a comida, nem sempre fica bem temperada.

domingo, 5 de julho de 2015

Esta tarde na Serra da Boa Viagem.

Nunca é demais recordar a importancia das árvores nas vidas humanas e nas dos animais, dai´que este apelo se justifique sempre e em qualquer sitio.

Montemor Deu Á Foz.

Com avanços e recuos, Pires de Matos, escolheu hoje o indicativo do seu programa.(Montemor Deu Á Foz ), com inicio no próximo dia 11.7. 2015, entre as 15 e as 17 horas, na Foz Mondego Rádio 99.1..Esta tarde conheceu o estúdio, no programa de Mário Martins, (Onda Ibérica) á nossa direita, tendo ao seu lado Pires de Matos, um companheiro dos antigos por Terras de Montemor.
Á nossa esquerda  Emílio Andrade. Com Luis Ganhitas, Gonçalo Oliveira, vão programar a Figueira Desportiva, aos domingos e ás segundas feiras, logo que se inicie a época desportiva das modalidades da Figueira e das Freguesias.

A realidade do povo que somos.




A revista do C.M. publica hoje uma reportagem interessante sobre os pastores na zona de Seia, os quais não foram dizimados pelos negócios dos dinheiros da Europa.A não perder porque ainda temos pastores!

Não sei se consigo explicar-lhe o que lhe passa ao lado

Reconheço que esta minha colaboração, igual a tantas outras e nunca remuneradas, muitas vezes vão longe de mais!  Parece que faço parte das estruturas, tal é o empenhamento. O que me safa é que sei até onde posso avançar, como é este caso, agora na Foz do Mondego Rádio, onde  as minhas conversas são apenas com o Sr Jorge Nogueira, de resto não conheço mais ninguém, pois o que me entusiasma são as obras realizadas Veja bem  a minha maluqueira". não chegavam os cabelos para ter que fazer, mas não, sou assim por mal dos meus pecados..Sabe lá o gosto que eu tenho em ouvir as conversas do Nelson e da Aldina? Coisa bonita,parece que são os valores de Montemor, o meu torrão.
Tudo se iniciou, em Outubro do ano passado, quando a Andréia Gouveia, me telefonou, pedindo-me uma opinião sobre qualquer assunto que já não me recordo, talvez da minha profissão. sei lá..
Falámos das rádios de Montemor e de Maiorca, ficando proposto que eu dizia umas tretas numa gravação, mas nunca assumir novos desafios, como antigamente, porque a idade não perdoa.
A minha conversa gravada, acabou por ter a sua aceitação, dizendo-me: Parece-me bem, parece-me bem e vai continuar, disse a Andreia Gouveia..
Embora amador, o que é certo é que tive sempre grande paixão por comunicar via rádio, envolvendo-me outra vez de tal modo, cuja carolice lhe perdi o "freio", tanto mais que vamos ter um programa com o meu amigo Pires de Lima, da Foz a Montemor, é aí que vou" chorar as minhas mágoas"
Reconheço também a sua opinião ao fazer a sua citação de coitadinha, a Rádio. A verdade é que da maneira como ando a pedir pelas portas, os apoios para se organizar novas colaborações, não tenha duvida que mais parecem as habituais caridades. Penso que tem razão no meu exagero, mas como fazer? Sabe?  Tenho que por em prática as palavras, se assim não for sinto-me falso para com os outros e comigo também, percebe agora que não vivo só de palavras, vivo bastante da sua funcionalidade Se sou amigo de um gajo e percebo que não merece,vou até ao fim e depois não tem um inimigo, mas sim a carga em cima dos meus valores, dizendo-lhe o que já sabia o que era, mas nunca com ódios ou coisa igual, já que detesto os mascarados da vida e das falsas amizades, amo a verdade das coisas e a sua paixão,.
Claro que tem uma estrutura dirigente que não conheço nem é da minha conta, apenas me relaciono
e muito bem com o Sr Jorge Nogueira, esperando pelo menos que me vá pagar os telefonemas, o que já não é nada mau, senão o meu Salazar, fáz-me a folha????.
Por outro lado esta e outras Rádios, devem ter sempre profissionais a tempo inteiro, ganhando o seu salário, alguns tem que sustentar as famílias, depois temos a classe dos carolas, veja os casos do Antônio Félix e João Bóia, imaculadamente, os grandes e honestos exemplos daquela classe, desde á vários anos, Não conheço os dirigentes da Rádio, nunca me foram apresentados, não sei se tem culpas ou não da situação, o que eu conheço são outros e que outros. Agora também conheço meu caro amigo os que não fazem parte das historias tristes e perigosas, são os tais que jantam pelo Natal, como prémio do seu labor e ficam todos contentes com a oferta
Quanto á pergunta que me faz sobre os sócios da Rádio, investir ou não na sua gestão, é coisa que me reservo de comentar, porque não são contas do meu rosário, quem sabe se estão cansados de o fazer
Esperando ter respondido a tudo o que pretendia, fico ao dispor.
Bom domingo

sábado, 4 de julho de 2015

A "praia" dos ciclistas. Festejando a vida e as amizades.


Sim Senhor, caro anónimo.

Aqui está uma critica que merece a minha resposta( com tempo) justificando amplamente que existe métodos civilizados para se ter opiniões, sendo certo que este comentário vai merecer da minha parte, a melhor atenção em breve

Recordar o tempo que não volta mais

Claro que estou orgulhoso ,A luta  por causas e iniciativas, tem no minimo esse sabor do orgulho, quantas vezes amargo para alguns, Estou  habituado a tomar o café sem açúcar, dai o  continuado sabor, mesmo sem a compreensão dos que batem forte no"ceguinho"
Tudo isto no tempo dos anos que já perdi ou ganhei (não sei) quando conheci a Sra Alice Mano Carbonnier, no meu Salão no Bairro Novo, que se movimentava nessa altura com relevo, ao contrário do que acontece agora!
Já nessa altura a Sra Alice Mano Carbonnier, sempre que a solicitada para colaborar com os Vestidos de Chita, em Montemor, quer como apresentadora, ou sequer fazer parte do juri, esteve sempre disponível nesses históricos eventos.
Sei que aconteceu, mas não tenho datas, quando com a Sra Lina Cação, organizamos eventos de moda, lá esteve como apresentadora a Sra Alice Mano Carbonnier, depois no Casino, enfim, volvidos tantos anos, a mesma disponibilidade e o seu largo sorriso de abertura e colaboração
Aliás, o Sr Jorge Nogueira, ao saber da sua colaboração, respondeu-me..È bem vinda, é bem vinda, á Foz Mondego Rádio
Que mais quero eu do que a partilha desta figueirense e outras boas vontades? È quanto basta como prêmio e o seu sabor, entenda-se gratidão.

Copiado com a devida autorização .

MARIA ALICE MANO CARBONNIER Alice Mano nasceu em Buarcos em 7 de Abril de 1948. É “carneiro” no Zodíaco e acha que tem algumas das características próprias deste signo: frontalidade, positivismo e espírito de equipa. Entrou para o Jardim-Escola João de Deus com 4 anos e frequentou a escola primária da D. Maria Correia, na Figueira, donde seguiu para o Liceu Nacional da Figueira da Foz. Terminou em 1966 o então 7º ano com média que lhe dava acesso directo à Universidade mas a estrutura económica da família não lhe permitia fazer um curso superior sem trabalhar e o emprego como secretária na Celbi, na época chamada Celulose Billerud, foi o início de uma nova vida. O Curso de Filologia Germânica ficou assim para ser feito “a prestações”, como voluntária, e com o casamento e o nascimento dos filhos acabaria mesmo por ser abandonado no 3º ano. Aprendeu a fazer teatro no Jardim-Escola João de Deus onde se orgulha de ter sido ensaiada pelo Tavaredense José Ribeiro e foi mais tarde amadora no Grupo Caras Direitas, clube onde já recebeu a medalha de ouro de Sócio. Casou em 1970 com Luciano Amaral, então treinador da equipa Sénior de Basquetebol Feminino do Ginásio onde jogava, e juntos tiveram 3 filhos: a Joana, a Marta e o Diogo. A sua ligação ao Ginásio iniciou-se quando tinha apenas 16 anos. Começou por ser jogadora de basquetebol; com o tempo e a idade passou a seccionista das equipas masculinas de Juvenis e Juniores, foi directora, secretária da Mesa da Assembleia, membro do Conselho Geral e membro da Comissão de Angariação de Fundos para a construção do Pavilhão Galamba Marques. Em 1995 o clube homenageou-a simbolizando nela a mulher-dirigente servindo o Ginásio e em 2002 atribuiu-lhe o diploma de Sócio de Mérito. É membro da Tertúlia José Bento Pessoa e

As crónicas de tudo e de nada, por Alice Mano Carbonnier,na Foz Mondego Rádio, brevemente um valioso contributo

Alice Mano-Carbonnier's profile photo

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Brevemente na Foz Mondego Rádio. MONTEMOR DEU À FOZ


 fazer, eis que o bichinho da rádio, voltou e fez um autêntico formigueiro, tudo isto para anunciar aos meus AMIGOS e não só, que vou voltar a estar atrás dos microfones, neste caso da foz do mondego rádio, em 99.1,da figueira da foz. No próximo dia 11 do corrente, irá para o ar a primeira emissão e será sempre aos sabados, entre as 3 e as 5 da tarde, o título do programa " MONTEMOR DEU À FOZ, locução e apresentação de Pires de Matos, e consta de musica, entrevistas e apontamentos históricos. É só sintonizar e ouvir
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O Ti Zé da Barraca e o trabalhador Silvério

Nas fotos publicadas neste espaço, sobre a limpeza do pequeno lago, junto ao Bar da Paula,estão dois covagalenses que são gentes da vossa terra, não mencionados e que agora o faço com gosto pelas pessoas simples  das nossas terras, a vossa e a minha, ali para os lados do Mondego

Ès tu e o Jorge Mendes

A minha mulher Dilia Fernandes, excelente gestora familiar, justamente há muito tempo me questiona sobre os elevados custos do telemóvel, onerados devido ás minhas carolices, cuja idade longa ainda não esfriaram!
Um dia destes perguntou-me. Quando é que acabas com as tuas maluqueiras, pensas que tens 40 anos?
Claro que estas conversas se resumem no melhor entendimento familiar, são as uteis conversas de orientação do que se gasta inutilmente e que não se devia, já que não há retorno, o que existe é paixão pelas causas, como acontece agora com os "contratos" que tenho feito para a Foz Mondego Rádio, a saber.
Aldina Matias, Nelson Gafahão,Licínio Andrade, Pires de Matos, com o programa. Da Foz a Montemor. Zé Craveiro, Tentugal, Alice Mano, Dra, Isabel Parreira, escritora, que fará um programa sobre literatura,, enfim, é só" negociatas" no seu melhor, esperando que não desistam ou rasguem os contratos já assinados???,
O contrato mais difícil tem sido com o meu amigo Alex Campos, Partido Comunista, que deve ter também a sua crônica, já que nesta minha colaboração autorizada por quem manda na Rádio, ninguém é excluido e não o será agora,com os meus convites para ajudar, é certo pouca coisa, mas não é fácil fazer andar a iniciativa
Alguns já colaboram em rubricas, outros estão de férias, outros ainda em estágios , vamos ver se o barco atraca em segurança
Por tudo isto a minha "Salazar" que devia ir para o governo organizar as finanças, com ironia e boa disposição, face aos" supostos contratos" escutando, escutando, logo sentenciou,,,Ès tu e o Jorge Mendes, do futebol, servindo para rir e pensar nas caroliçes que me dão água pela barba.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Que querem que eu faça?

Não se trata de embirração, ou ter prazer do contra, mas quando reparo nos portugueses que perpetuam os valores culturais da Pátria, no Panteão, que querem que eu faça?
Se no tempo de Luís de Camões, nem sequer havia futebol, admito que esta minha rejeição se alonga num dia mau e assim for, vem de longe esta minha interrogação ?

Manhã tranquila.






Esta manhã respirava-se higiene, tranquilidade no bonito largo na Freguesia de São Pedro, uma zona agradável entre outras na comunidade, então as praias...

Os mascarados


Fui privilegiado pela minha profissão de uma longa vida.
Rodeou-me de espelhos, em todos os ângulos do meu trabalho. De frente e
para os lados, também de costas. Bastava voltar a cabeça, logo as minhas fuças se mostravam reflectidas nos espelhos.
Se os espelhos mostram ainda a minha carona e não mostram o meu coração, foi por aí a minha grande luta na procura de equilíbrios que raramente foram alcançados, mas foram essas dificuldades  em perceber os outros que assumi as minhas convicções mais que pobres e ainda por cima teimosas.
 De qualquer modo aprendi que entre o trigo e o joio, bastas vezes nesta erva daninha, deixei-me embirrar com muitas personagens que ao professarem o culto da superioridade, se protegem mascarados, enganando-se a si próprios, porque lhes falta a autenticidade e a sabedoria dos que vêem o mundo, não com a mascara, mas com a determinação em enfrentar a realidade e não terem medo de assumir os contraditórios das ideias
O pior que encontrei foram as  pessoas enfeitados com as suas mascaras e o receio de darem a cara ( só se for em frente dos espelhos) tornando-as personagens desdobradas e distorcidas da realidade do nosso quotidiano.
Claro que falo da minha experiência, sem a intenção de vos propor comportamentos, ou lições de ética, era o que faltava a um barbeiro que foi presenteado com o seu canudo ao domingo.
O que importa  é  a naturalidade das diferenças, quando somos capazes de mostrar a verdadeira cara e não  a mascarar com uma personagem que não capta o olhar direto de si para os outros, escondendo uma parte de si próprios.logo a seguir denunciadas
Na minha fracassada passagem pelo teatro, absolutamente por falta de talento, deixava nos bastidores o meu verdadeiro eu e assumia (tentava) o Tio Simplício, mas esta duplicidade de personagem só pode acontecer com vocações na arte, o que me remetia para uma representação num espaço de tempo, tendo sido um desastre, mas deu para perceber que só no teatro, posso despir o que tenho de mais importante, o caracter e a sua frontalidade na amizade e no respeito pelos outros.
Agora já reparam o meu sofrimento, se tivesse que deixar em casa o forte fulgor da minha rebeldia? Também polêmica e sempre em cima do meu pulsar. usando uma máscara no meu dia a dia?
Não; com defeitos vou caminhando, mas só por azar alguém me chamará de mascarado, se procuro não ir por aí

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Ganda Manel. Os nossos colegas são o máximo.

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HAIRCUTWEB.COM

Caros visitantes.

Não tenho 70 anos, caro anônimo, mas com a velhota, espero com saude comemorar os 75 anos de idade, no próximo dia 15 de Setembro 2015, em Armação de Pêra, cantando o Hino Nacional, e sabem porquê?
Em várias manifestações da minha vida, a natureza em nada me ajudou, sendo rasca de todo, então a cantar, sou um verdadeiro desastre.
Em pontuais situações de alegria, como é a festa dos meus anos, lá vem a gritaria do Hino Nacional, desde que para o efeito, tenha um copito a mais.
A minha mulher já sabe e comenta; Estou" desgraçada, estou desgraçada"mas também feliz, tenho que ir abrir a cama, tenho que abrir a cama.
Aproveito para informar que não tarda ai os mascarado, Não é uma provocação, não, mas a polêmica
tão do meu agrado, pensando e escrevendo sem ofender ninguém

Eduardo e Isabel Bennett, nas festas de São Pedro



Nas tradições das gentes do Mar e do Rio, também teve lugar e com agrado musica cubana, que nos recordou o que são os ritmos de uma musica que deixa a sua mensagem , diria única, a mais de 3 milhões de visitantes a Cuba, no espaço de uma ano!