sábado, 27 de agosto de 2016

Pelo João Boia, muito grato pelo seu "empurrão"

GostoResponder19 h
Olinda Cardoso BOM DIA FANTÁSTICA EQUIPA ,RÁDIO FOZ DO MONDEGO ,,, E VOCÊ QUER OUVIR BOA MÚSICA PORTUGUESA ,,FALAR COM LOCUTORES SUPER SIMPÁTICOS. ,,VÁ LÁ ,,,99,1 ,,FOZ DO MONDEGO PRA VOS DAR UM BOM DIA E ÓTIMO COMEÇO DE FIM DE SEMANA ,,BEIJINHOS PRA TODA A Gente 

Sabe Exma Olinda Cardoso

O João Boia, já fez de tudo naquela rádio; pintou, varreu, lavou a casa de banho, nunca diz mal de ninguém, ama o que gosta de fazer, como bom camarada que sempre foi, desde o tempo da Rádio Maiorca,
Pelo Natal, lá vai comendo em confraternização umas rijas couves de ocasião, mas nunca se queixa dos maus olhados, é um dos muitos que fazem história pela sua honestidade, dando tudo e recebendo ingratidões, mas isso é que dá pica a esta gente, que fazem a diferença do Ser e do que  é inútil na vida de cada um.Gostei e agradeço o que escreveu sobre o João Boia.

Vai Luciana vai...E sonha com um povo que é musicalmente sonhador.


A festa até convidou a Sra Vereadora, de Montemor, claro.

Eles os políticos lá sabem as linhas com que se alinhavam, cá por mim tenho a minha missão, comendo um caldo de vez em quando, já pago a peso de ouro com as despesas que se fazem com estas paixões, que depois de velho, continuam a movimentar-se, arrastando muitos colaboradores á minha volta. Os últimos negócios, foram o Sr Dr Antônio Tavares, um figueirense de cintilante cultura e sensibilidade , também a Dr Isabel Parreira, escritora, Licínia Gil, porque a Foz Mondego Radio 99.1 , precisa de muitos apoios para sobreviver, por isso vem daí, pois uma pequena ajuda, recorda-nos que as  migalhas são pão, porque isto de pão,tem muito que se diga, ao fazer comunicação na Foz do Mondego
José Duarte, da junta de Freguesia, bairrismo dos antigos, fez sentir o seu amor pela terra onde nasceu, assim  como Victor Travassos , já publico a sua foto, guerreiros  no seu torrão natal.da Carapinheira.

O mérito e o trabalho de António Matos.

Natural de Montemor-o-Velho, mas ligado por afetos á Carapinheira, reformando-se na Empresa Moisés Correia de Oliveira, resolveu programar com o meu apoio e do Sr.Sansão Coelho, Miguel Machado, levar a efeito o Especial Vila da Carapinheira, numa trabalheira dos diabos.
Durante duas semanas, privilegiou os dirigentes associativos com entrevistas nos estúdios na Figueira da Foz, motivando a população a ligar-se  ao 99.1.
O conhecido bairrismo Carapinheirense, ficou mais uma vez demonstrado nestas emissões  de duas semanas, culminado com o comvivio final dos  que realizaram e apresentaram os convidados naquelas emissões, numa festa associativa que dominou o encontro com amizade e respeito pelos valores associativos.
Sansão Coelho, por mim desafiado, teceu uma oportuna lição, sobre função das rádios locais, com apoio aos que de dedicam ás causas colectivas das suas terras, abrindo-lhes horizontes de expressão sobre os seus trabalhos nas colectividades, uma escola fecunda de solidariedade e cultura popular das nossas gentes..

António Matos e Sansão Coelho, intervindo com as suas causas, na Carapinheira.


Reconhecimento da Junta de Freguesia da Carapinheira.

A Foz Mondego Rádio 99.1,representada pelo nosso mestre, o Sr, Sansão Coelho, Miguel Machado, Antonio Oliveira, António Matos, Olimpio Fernandes, foram convidados para um encontro naquela localidade em que o galo foi rei, num saboroso arroz de cabidela de galo. Mais do que a comezaina, o que ficou mostrado na lição do Sr Sansão Coelho, é a forte comunicação e o serviço público da Foz Mondego Rádio 99.1, do modo como se comunicou junto dos agentes associativos, motivando-os nos seus projectos locais.^Mais logo outros pormenores do convivio, não esquecendo que navegamos num mar de dificuldades, porque a festa não pode ser um manto enganador, há que assumir a verdade das mesmas dificuldades, tendo por ordem de valores e o respeito que se deve aos pergaminhos da Foz Mondego Rádio 99,1

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Fotografia. Pedro Cruz


Foi um privilegio ao ser incluído nos  colegas que transmitiram as suas opiniões, sobre a profissão de cabeleleireiro de homens, num jornal (12 mil exemplares ) fundado pela empresa Rui Romano(Lisboa) agora lançado no País, junto da nossa classe. Claro que me sinto honrado pelo convite do Sr Rui Romano e da jornalista , Margarida Carvalho. Sobretudo, por resistir com os meus 76 anos em Setembro, desafiando sempre as novas tendências masculinas, propondo novos cortes, já que na natureza nada posso fazer, ou seja a idade, agora nas renovações, estão de todo ao alcance de todos os colegas, sendo para mim uma atitude de respeito para com os clientes, quer se tenha 20 ou 70 anos.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Os colegas não devem ser casmurros e invejosos


A Bela,( Salão Chapéu ) foi uma das muitas formandas e depois colaboradoras,Triunfaram na sua ( nossa) profissão. De  tudo isso o que ficou no nosso relacionamento, até aos dias de hoje é este espirito de classe e solidariedade profissional. A arte e o belo de se fazer mais e melhor, superam as casmurrices e a fatalidade da inveja.Excelente exemplo,(Bela) outras mais me orgulho de vos ter tido como formandas, agora com a minha decadência, olhando-vos com  o sentido que mereceu a pena.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O Sr . Rui Vitória, que se desculpe...

O treinador do Benfica, ponderado e assertivo nas "inuteis guerras do futebol"parecendo as  mulheres dos ditos por não ditos, desculpou-se com a arbitragem do Sr Manuel(Porto) o que me pareceu estranho num homem que pesa o que diz sobre o futebol  nas suas grandezas  e algumas misérias. Então,  estas da falta de respeito entre colegas do mesmo negocio da bola, por vezes é melhor mudar de canal e ver desenhos animados que nos animam e fazem rir.
A sua entrevista que não quis ouvir na totalidade, porque entendo que o Setubal, mereceu de longe o empate, de todo o modo honesto e trabalhador, não deixando o Benfica e os seus milhões, jogar o seu jogo, devia justificar no Sr Rui Vitória, uma análise de acordo com o jogo jogado, inclusive, o outro que não se jogou
Êrros do árbitro? Sim, talvez, mas não devia servir  para desculpas, o que lhe ficou muito mal num tipo educado e sóbrio no que analisa agora nos F.F.F, ou seja um povo que deixa de pensar no social, só pensando na bola, uma bola de ouro para uns tantos privilegiados, que deviam denunciar as injustiças que se cometem por aí.
Ele, o treinador, que não escute a cotovia no canto da noite e vai ver quantas estrelas cintilam sobre a sua cabeça, já que a minha me diz que o empate foi mais que justo para o adversário, deixando-me tranquilamente a caminho de outra vida e preocupações.quando sei que o espectáculo são apenas 90 minutos e depois a simpatia pelo Benfica, mas fanatismos, isso nunca.

Dois homens com boa vontade, será que chega ?


domingo, 21 de agosto de 2016

Esta beleza..


Esta beleza da praia da Figueira da Foz, merecia um dedo fotográfico a valer, tal era a mensagem da sua natureza, que me transmitiu uma paz que só a própria  natureza proporciona em momentos únicos.

sábado, 20 de agosto de 2016

Casa do Povo de Maiorca

Miguel Machado (na esquerda) Luís Gonçalves, vice presidente da Casa do Povo, Luís Gonçalves, tesoureiro,Antônio Oliveira, o meu colega, na penúltima emissão, Especial Vila de Maiorca, revelou ontem o que tem sido o percurso do rancho folclórico da Casa do Povo, numa atividade intensa no País e no estrangeiro.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Sentir-me-ia honrado, mas ..

A proposito dos meus convites ao escritor e autarca, Dr. António Tavares, também à Dr Isabel Parreira, escritora, completando-se noutras artes, como o teatro, vão ambos colaborar na Foz Mondego Rádio 99.1, juntando-se ainda Ana Machado, cujo tema por mim abordado neste espaço, logo que tenha tempo, vai colocar-me no meu"galho"porque a cada um o seu e o meu não me deixa margem para cair e magoar-me!

Casa do Povo de Maiorca.

Fundada em 1939, a Casa do Povo, tráz hoje pelas 22 horas, dois dirigentes daquele organismo social, à Foz Mondego Rádio 99.1, com o apoio de Miguel Machado, António Oliveira e Olimpio Fernandes, terminando o Especial  Vila de Maiorca, na próxima segunda feira, dia 22 de Agosto, com a Associação Cultural , do Arneiro de Fora.

A fé não tem explicação.

Outro interessante comentário, que pode ter sido escrito por um não crente, mas que percebe os que acreditam e sabe respeitá-los. Bertrand Russel, filósofo, autor de uma notável obra. Porque não sou Cristão, conseguiu imortalizar-e no mundo literário, social e humano, não hostilizando os crentes, deixando-os crescer na sua fé e não os denegrindo.
Ao contrário de um regime que eu conheço, felizmente agora a reconhecer a liberdade religiosa, o nosso país e com todas as desgraças que nos aconteceram no politico e no social, bem podemos sentir orgulho de nenhuma religião, sofrer as perseguições de Estado.  Grato pela abertura de um processo civico que nos ocupa a razão e a responsabilidade .

A decadência vive connosco e de modo insidioso.

Aqui está um comentário anónimo, justificadamente com reflexão. Muito grato, pela abertura da sua opinião

Publicado no facebook

lvana Noite Grilo Grilo Decadência humana é o mundo em vivemos!
Vemos tristeza, rancor e raiva nos olhos das pessoas e por motivos banais A Decadência é a perda total da inconsciência , porque a inconsciência é o fundamento da vida. O coração se pudesse pensar, pararia. Por
que quando a decadência atinge a alma, já não existe remédio para o corpo. O que se faz quando estamos em decadência?... Muitos se entregam. Sem forças, preferem esperar os resultados, independente de quais sejam, mas aquele que sabe ter uma reserva de força interior, irá lutar para se reerguer, porque esse tem noção da importância que é poder viver intensamente.Vamos viver os momentos como se não houvesse amanhã.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Os sacrificios da fé.

Perguntar-lhes as razões porque sofrem assim estrada fora, de pés  inchados, seria um abuso e decerto não teria resposta dos peregrinos de Fátima, deitados na calçada fria, no bonito largo da Vila de São Pedro.
A minha curiosidade, foi perceber o seu estado físico, interrogando-me porque sofrem assim, partindo do meu principio que as suas opções religiosas, lhes garantem a legitimidade  da sua liberdade, reservando-me no meu silêncio de os verificar, penosamente molestados, deitados na calçada fria, sofrendo os sacrifícios da fé.

Na Nazaré, há um ano!

Todos os dias sou a minha decadência. Se quiser pensar e entender, a minha natureza diz-me que sou assim mortal, porque todos os dias sou a sombra do que fui, continuadamente em decadência e sem azedume por por tal realidade. Esta fotografia e o momento em que a vivi com a minha mulher, na Nazaré, foi há um ano, um passeio num dia feliz; outros tem surgido, mas aquele foi um momento marcante para nós, hoje já distante, mas que será memória, até que a natureza me mostrará um dia, ela a suprema rainha, que todos os meus momentos vividos ficaram para trás e até esquecidos, porque tudo se dilui na poeira do tempo. Pensar assim dá-me uma certa calma, e ajuda-me  a perceber que sempre é possível vencer as dificuldades, com maior ou menor boa vontade, mas sem ódios ou invejas à mistura. Porque a felicidade pode estar ao nosso alcance, mesmo em situações e lugares sem luxos, mesmo num simples passeio; e viver em paz a minha natural decadência, amanhã mais acentuada mas já hoje notória, e a sentir-me bem, identificado com a  realidade da mesma.
                                                                               



quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Colabora com os que fazem vida e comunicação na Vila de São Pedro.



Mulheres exemplares em Maiorca

Especial Vila de Maiorca, já na reta final, continua a surpreender com exemplos de mulheres que fazem da sua terra a consciencialização  dos valores  do patrimônio histórico e cultural. Noêmia
Custódio,Mafalda Filipe (Casa do Lavrador ) dirigida só por mulheres, envolvendo a comunidade de Maiorca, nas genuínas tradições das suas gentes, foi um dos mais interessantes programas, protagonizado por dedicações da Casa do Lavrador, já com um imenso trabalho em Maiorca, apesar dos seus 8 anos de existência.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

AS PRISÕES DO PASCÁCIO.

Uma  ideia que pretendo partilhar com os anônimos que não são os pascácios, nem isso me atrevia a generalizar, que fique bem claro na minha intenção e dos leitores. Vai levar destinatário e acertar em cheio no pascácio anônimo, que pretende fazer dos outros, ou de mim, um parvo sem norte e dementado, tipo siberiano em regimes fascistas, para o qual o anônimo estaria como peixe na água,enfiando inocentes nas cadeias.Infelizmente, não exagero porque sei do que falo, mas repito, seria um crime generalizar esta ideia com todos os anônimos, cuidado com a minha franqueza que leva o que se chama, verdadeiro soco no focinho. Um dia aparece-lhe um filho de uma velha pelo caminho e obriga-o a engolir as difamações de gente séria que detesta comer de borla ao contrário do chulo que passeia e bebe água.Portanto, meus amigos, estamos esclarecidos sobre esta coragem denunciadora, nada tem com anônimos que sabem respeitar os outros, entendido?
Difamar é o seu forte, escondendo-se no anonimato, mas não é com ódio ou vingança que o faço.Faço-o com comiseração e vontade de o ajudar a sair do seu poço imundo e doentio, já que sempre tive o carácter de levantar as pessoas do chão, o que não é a mesma coisa se fosse de uma cadeira, mas o pobre coitado, só rasteja o que lamento. É já seguir.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

A Cova é linda e a Gala também


Esta manhã respirei natureza  e saudei estrada fora muitas pessoas,ás quais me habituei a dedicar~lhes afetos de cordialidade, enfrentando-as e nunca baixando a cabeça, bastou um bom dia e um olá para se abrir os horizontes dos sorrisos e do modo com sabemos viver com os outros, respeitando-os.

Óh gentes da minha da minha terra.

Não façam silêncio  sobre esta vergonha, quando todos sabem que temos milhares de famílias  na fila do caldo quente nas Instituições  de Solidariedade.
Ó gentes de sentimentos pelos outros e pelos milhares  de reformados dos 300 euros, façam já uma greve aos campos de futebol, no próximo domingo, mesmo que sejam benfiquistas como eu sou.
Será que estas subvenções são da gerigonça, na qual votei? Ou  gentes que país este governado por cobardias sem nome? Façam greve e denunciem este crime social, em nome dos nossos irmãos desfavorecidos, aos quais só lhe posso oferecer uma barba cortada, gratuitamente, mesmo que tenham que lavar a cara, antes da ensaboadela, tal é a sua ruína social.
Ás vezes lamento em não acreditar nos meus camaradas, com aquela velha frase. Paz, Pão , Habitação, pois fáz-me falta acreditar em algo, mesmo que seja uma grande mentira.

Especial Vila de Maiorca, a partir das 22horas.

È impressionante como voa o tempo, mais uns programazitos e tudo fica a fazer parte do que se fez bem ou mal no tempo e para recordar mais tarde.
Sansão Coelho Miguel Machado, Antônio Oliveira, Carlos Freitas, vão remando num  pequeno barco(frágil barco) que só não se afunda, porque as causas vão superando com vontade e esforço a melhor intenção de chegarmos todos a bom porto, ao qual pretendo também chegar.
Mais logo teremos o Grupo Desportivo de Maiorca, com boas tradições na localidade e na modalidade do futebol distrital, também em crise, julgo saber.
Depois das 23 horas, uma nova rubrica. O QUE É FEITO DE SI,Vamos para o exterior, descobrindo um cidadão empenhado em fotografar quadros e rostos na comunidade de Maiorca, ainda e sempre naquele espaço,Especial Vila de Maiorca, sendo no caso um artista que visitou  o cortejo das carroças, um pedaço de história e cultura daquela laboriosa terra.
Que importa o artista não ser natural de Maiorca? Vem com a sua opinião técnica e a sua arte na fotografia, comentar o que viu e fotografou no citado cortejo das carroças.

domingo, 14 de agosto de 2016

Sabem dizer-me?

Qual a diferença entre a calúnia, injuria e difamação ?
Contou no almoço que a fulana trai o marido com todo mundo? Difamação. Detenção de 3 meses a 1 ano e multa. Detalhe importante: como o crime é a ofensa à reputação, você está cometendo difamação.
Copiado do código penal

Jantares no Casino?

Que jantares no Casino?
Ando por lá á muitos anos com os cabelos, mas olhe que nunca comi nada de borla, ou então uma vez, o meu amigo Jorge Lé, convidando também o  Sansão Coelho, tivemos um jantar de dieta. È pouco claro nas ideias. Quanto ás rondas como quer que funcionem com os espaço das freguesias?
Creia que não entendo a sua mensagem e gostava de entender.Preso? Vamos  entender os valores dos assuntos e a sua seriedade .Claro que sou socio. Claro que não sendo covagalense, sinto -me no dever de não fechar a porta a modestos , muito modestos apoios, porque vivo do meu trabalho, entende?
Tenha um bom domingo e seja claro nas suas análises, nas quais posso melhorar os meus critérios, agora assim...

Não se pode ser padre na Freguesia de São de Pedro?

Compreendo o vosso bairrismo. Ao não aceitarem a logica do meu procedimento, diria o desleixo, também demonstra que os amigos estão atentos ao que aqui menciono da vossa terra, ao longo destes anos o que me agrada no vosso reparo de não publicitar a feira da freguesia, muito menos são desculpas esfarrapadas, como gentilmente me acusam.
Não sendo do melhor pano a minha vestimenta, sempre vos digo que não fujo ao comum dos mortais, pois as nódoas surgem quando menos se espera, mas permitam-me uma garantia do meu tecido, não uso uma sotaina repleta de imundice, dizendo uma coisa e pensando outra
Já agora, será que os caros anônimos estiveram presentes na festa que organizei no Covense, trazendo de Montemor, dezenas de componentes das Vozes de Montemor, metendo a Câmara, ao barulho, por via do transporte, cujo evento se destinava a uma receita para o  vosso Grupo Desportivo´??
Sabem qual foi o resultado? Uma vergonha minha junto dos meus conterrâneos, pois não estava lá ninguém, queira Deus que tenham lá estado, se assim for.. Bom domingo com saúde

sábado, 13 de agosto de 2016

Esclarecimento.

Desculpar-me com mentiras, enroladas em simpatia, não faz o meu gênero, por isso mesmo faço questão de assumir que não tive nenhuma intenção de menos respeito, ao não publicitar a feira da Freguesia de São Pedro.
Dois pormenores que não fazem desculpas, mas revelam o deixa andar para ver o que dá. Ao receber um telefonema da funcionária da Junta de Freguesia, perguntando-me se já tinha o programa da feira, para com ele fazer a noticia, respondi-lhe que não.
Vou enviar-lhe hoje, certo, respondi.
O certo é que o programa nunca chegou ao meu destino e eu fui esperando, esperando, até que deu no que deu, nem uma palavra sobre o evento, numa espera sebastiânica.
O outro pormenor cuida o meu estado fisíco. Pois tendo e fazendo os meus dias a correr, chego pela 22 horas, mergulhado num sono profundo, nem feira, nem foguetes, apesar dos meus amigos Vidal e Pita, me terem convidado para uma comezaina,( paga pelos comedores,) nem isso, pois quem não apareceu para trabalhar, não tinha cara para usufruir do esforço dos outros, enfim, manias.
Cumprimentos

O toque fotográfico do Pedro Cruz

Fotografei alguns cortes, mas não fui capaz de os publicar, face a este instantâneo do Pedro Cruz, com intensidade e toque profissional. e com nitídas expressões.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016


Renovar sempre.


Um cabeleireiro pode estar a cair de velho, mas nunca deve perder os elementos criativos e que permitem propor aos clientes as alterações, dignificando-se a si e o próprio serviço.È uma questão de carácter profissional, julgo eu que sou vaidoso e potencio ao mesmo tempo o melhor que posso no serviço e tantas vezes sem o conseguir,Estes poster, os novos produtos de apoio, são um incentivo para não me deixar envelhecer profissionalmente, parecendo descabido este texto, talvez justifique o respeito que devo(devemos ) aos clientes.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Rancho Folclórico de Maiorca e a Filarmónica, na Foz Mondego Rádio 99.1

Com inicio ás 22horas, Sansão Coelho, Antônio Oliveira, Miguel Machado Olímpio Fernandes, vão
continuar com o Especial Maiorca, até ao próximo dia 22 de Agosto 2016.
São, leitores, a nossa cultura e as nossas gentes, as quais justificam amplamente os serviços da Rádio local, da Figueira da Foz.
Contra as dificuldades de todos os dias, a ordem é marchar, marchar, enfrentando más gentes que nada fazem, mas vivem na sua tragédia do mal dizer.
Em breve, a dra Isabel Parreira, escritora e poetisa, vai iniciar o seu programa semanal, trazendo mais valias aos conteúdos dos programas, eu volto com boas noticias para si, caso as queira aceitar.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Mereceu a pena, mereceu a pena Maria João de Sousa.

Recordando o fado de Moniz Pereira, profundo de vida e poesia, também no Especial Vila de Maiorca, a Maria João, terá deliciado os ouvintes da Foz Mondego Rádio 99.1, com as tradicionais musicas e poesias de Maiorca
O Especial Vila de Maiorca, teve na primeira hora a presença do Presidente da Junta de Freguesia,Dias Filipe, entre as 22 e as 23 horas, terminado com a mensagem musical da Maria João, tendo ao seu lado esquerdo o André Santos, também ele o coordenador dos temas da excelente interprete Maria João de Sousa
Momentos belissímos de comunicação com os ouvintes, a Maria João, recebeu 3 telefonemas por mim escutados, já depois da meia noite, de contentamento por parte daqueles que manifestaram o seu agrado pela Maria João, uma voz e uma espiritualidade poética que acabou por proporcionar uma inesperada hora de reflexão nos estúdios e fora deles.
A fotógrafa Raquel, esqueceu-se do meu camarada Antônio Oliveira, também ele nos estúdios, faltando o mestre Sansão Coelho, por motivo das suas férias.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Ultimo programa do Especial Carapinheira, esta manhã entre as 9 horas e o meio dia.

A contar da direita. José Duarte, presidente da Assembleia de Freguesia, Antônio Matos, que realizou e apresentou durante duas semanas, os programas sobre a localidade da Carapinheira.Victor Monteiro, presidente da Junta de Freguesia, depois Antônio Oliveira e o técnico,Miguel Machado.
Mais logo pelas 22horas, iniciamos o Especial Maiorca, também durante duas semanas, trazendo aos estúdios vários dirigentes associativos de Maiorca.

domingo, 7 de agosto de 2016

Tanta areia na Figueira - e em Armação de Pêra ?


Esta manhã na praia da Figueira da Foz, pensei na "guerra" que os banhistas fazem por um pedaço de areia naquela praia, dando de barato a minha sugestão e a imagem fotografada num dia "algarvio" tal a beleza do mar e da temperatura da água.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

É o que chama pregar no deserto.

Divino ou não, a cada um a sua fé. No meu entender é o homem mais sensato que a humanidade
conhece, assumindo  na prática as palavras que pronuncia, diria eu no deserto,quando o mundo estoira em tudo  quanto o ódio é dominador e alimento para os que não podem viver sem ele, cavando a sua infelicidade, pior ainda, arrastando consigo os que tem o azar de os rodear.
Por isso mesmo, ao ler hoje o seu apelo para que o rancor e o ódio sejam vencidos entre os humanos, fiquei a pensar na ingenuidade deste Papa Francisco, que prega no deserto a sua genuína partilha do bem de todos, jamais conseguido na sua mensagem.

Viajar é um luxo, ou uma necessidade ?

Refletir sobre este tema, quando temos  famílias de marmita na mão, fazendo fila junto das Instituições, só não é provocatório da minha parte, porque entendo que as diferenças sociais, a própria organização dos indivíduos na sociedade é povoada de gostos e a tal disponibilidade financeira  que mencionou no comentário anônimo, decerto, interrogativo e uma opinião.
Respeitando o quadro social, por mim mencionado, num país devastado nas mais brutais desigualdades, para as quais nem eu, muito menos o anônimo contribuiu, leva-nos para outra análise do novo tempo, ou seja; o conceito das viagens.  A meu ver estão  hoje de tal modo generalizadas, nas apetências das famílias, que tornou um habito de viajar, quem sabe se não escrevo um disparate, uma necessidade social, onde muitas pessoas, procuram a evolução para o seu conhecimento e lazer. Vejamos o que acontece com as férias, feitas no minimo em deslocações pelo País, e que belo País, temos de Norte a Sul. Claro que sabemos e respeitamos os que não podem sair das  suas casas e dos seus cafés, existem pois... Já agora dou-lhe o meu exemplo, se não me considerar ostensivo; como podia eu ter uma ideia sobre regimes muito diferentes do nosso, sabendo que vivo num sistema capitalista e estúpido, porque ganãncioso, se não tivesse esfolado os pés, metendo o nariz, onde os vendedores de sonhos por aí, nunca entraram , ou se entraram, fazem de conta que nada viram? Julgo que as opiniões sobre estas  reflexões, se fazem caminhando e conhecendo, mas nunca perdendo o pé onde estou e o que sou no limite dos meus recursos financeiros, partindo do principio que domino nesta análise o meu individualismo, facto apenas e só para lhe transmitir a minha experiência ao falar-lhe do que conheço, entende?
Volto ao assunto, porque  viajar é uma necessidade?  O seu comentário assim o justifica, claro, se  para isso os trocos, são indispensáveis, mas eu digo-lhe o pouco viajado que sou, como aconteceu.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Interessante o seu comentário, apesar de anónimo, vou responder...

Texto de Celino Vieira.


Petróleo de qualidade em Cuba

Com a recente divulgação do resultado das prospecções que têm sido realizadas, abrem-se novas perspectivas para a extracção em terra de petróleo de alta qualidade em Cuba, estimando-se um potencial inicial de 8,2 mil milhões de barris num campo compreendido entre Cárdenas na província de Matanzas e Motembo na província de Villa Clara, com uma extensão de 2.000 quilómetros quadrados
Prevê-se que a exploração tenha início no próximo ano através de um consórcio entre empresas Australiana e Cubana, estando já identificadas mais duas zonas que se julga terem o mesmo potencial ou superior, mas que ainda estão em fase de estudo.
O campo agora identificado tinha já sido objecto de exploração a partir dos finais do século XIX até ao início dos anos sessenta do século XX, quando foi selado, e desde há alguns anos tem sido possível extrair junto à costa, entre Havana e Matanzas cerca de 80 milhões de barris anuais de um petróleo pesado, levando à necessidade de o misturar com outro de qualidade para poder ser refina

Com a crise que se vive na Venezuela, principal fornecedor de petróleo a Cuba, tem vindo a diminuir essa colaboração, cifrando-se hoje em cerca de 20 milhões, quando antes era superior a 32 milhões de barris anuais, obrigando a recorrer ao mercado internacional a preços inflacionados devido ao criminoso bloqueio económico, comercial e financeiro dos EUA, que continua a provocar elevados prejuízos a Cuba
Embora exista uma forte aposta nas energias renováveis por parte das autoridades cubanas, o certo é que o país ainda depende substancialmente dos produtos petrolíferos que têm um elevado peso na economia do país, afectando a manutenção e o desenvolvimento da área social, ao ser obrigado a desviar recursos financeiros para a importação desta matéria-prima essencia
Se atendermos a que o Estado Cubano continua a garantir gratuitamente aos seus cidadãos a maior parte das necessidades básicas e que a cobrança de impostos ainda não é significativa, mesmo existindo já um sector privado que gera uma economia paralela, percebe-se porque o crescimento do país desceu para metade do previsível, tornando-se urgente a reforma do sistema tributário que não pode continuar a ser o mesmo
De qualquer modo, confirmando-se a notícia de que Cuba passará a ter o petróleo de que necessita extraído do seu próprio território e em quantidades tais que lhe permita exportar excedentes, pode constituir um virar de página em toda a sua economia e um novo amanhã para todos os cubano
Mas, cuidado! Onde há petróleo logo aparecem os abutres para o controlar, seja de que maneira for, e o mundo está carregadinho desses exemplos. Mas estou certo de que Cuba saberá contornar esses obstáculos pela experiência adquirida em mais de meio século de constantes agressões à sua independência e soberania.

(Celino Cunha Vieira)

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Há gente que não fica na nossa história, mas que são gente.


Agora mesmo
Há gente que fica na nossa história, frase para refletir,porque nos disseram coisas diferentes e disponíveis de si para os outros, enquanto outros há que são pessoas .pois são e tão comuns que não são diferentes e muito menos disponíveis.

Museu do barbeiro e cabeleireiro

OS BARBEIROS E A SUA HISTÓRIA
Os barbeiros e a sua história no Século XVII/XVIII.
No século XVII e XVIII, os barbeiros eram profissionais que viajavam pelas províncias oferecendo seus serviços que incluíam corte de cabelo, sangrias, benzedura e venda de raízes, dentre outras coisas. Como sujeitos em trânsito, os barbeiros levavam histórias, cousas e acontecimentos muito variados, vividos por eles nas localidades.
Os barbeiros praticaram todos este notáveis trabalhos de dentista barbeiro cirurgião e curandeiro e sangrador livremente mas tinha que passar dois anos de pratica nos hospitais, ate que o cirurgião mor lhes passasse a carteira, para exercer essa pratica de serviços.
Só foram proibidos pelo Senado da altura que em 31 de Julho de 1871, que quis ficar em dentista ficou e quem quis optou por barbeiro, que foi aqui que os barbeiros tiveram que se dedicar a uma só trabalho, embora se foi praticando muito tempo mesmo sem autorização. Ainda era menino e moço em 1950, me lembro um barbeiro na minha terra era que arrancava os dentes.
Os barbeiros eram pessoas extremamente interessantes, pois, além do serviço de barbearia, eles também praticavam o comércio, e toda sorte de serviços rápidos demandados pelas comunidades, incluindo algumas práticas de cura. Antes de 1871, muitas pessoas resolviam seus problemas de saúde recorrendo a boticário, cirurgiões-barbeiros, barbeiros, sangradores e curandeiros, e barbeiros tratar das espadas dos reis.
Os barbeiro, além de cortar e pentear os cabelos e barbear, alugava sanguessugas para os médicos-cirurgiões e clientes, fazia curativos e operações cirúrgicas pouco importantes. Por terem grande habilidade manual, os barbeiros faziam também extracções dentárias, porque a época ainda não existia a odontologia e muitos cirurgiões na maior parte, cirurgiões práticos não intervinham na boca das pessoas, por receio ou por desconhecimento de que isso seria possível.
Os novos tempos trouxeram à barbearias as infindáveis conversas sobre futebol e política, além de outras variedades.
A barbearia, assim organizada, faz lembrar das barbearias antigas e traz ao presente alguns vestígios de um passado no qual os médicos não possuíam a autoridade conquistada na
actualidade. A higiene era praticada com outros parâmetros que os da actualidade.
. Os barbeiros eram, portanto, pessoas de referência, conselheiros sociais, além de profissionais envolvidos com a solução de problemas de saúde do espírito e do corpo.
Nas barbearias passaram diversas gerações de homens à busca de um bom corte de cabelo, boa conversa e ajuda para as suas aflições, dúvidas e males.
Valorizemos esses espaços de cultura, entendendo todo o seu significado histórico, social e cultural, pois os barbeiros foram a profissão única que tem regimento próprio.
Atentamente.
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O que me faz viver...


Quem não partilhar a viagem da vida com os que o rodeiam, parece-me não poder viajar por dentro de si o sentido e o motivo porque vivemos tão próximos e solidários.È normal nas viagens ao criar-se  um ambiente de festa e fraternidade, parece até que somos todos irmãos, mas tudo se evapora na vida e no esquecimento, porque a vida é isto mesmo, os momentos que passam, muitos deles ficam marcados com agrado para sempre. Mas será assim tão egoísta os momentos que passam, morrendo o que parecia a partilha da solidariedade no tempo? Não posso analisar assim tão rudemente os momentos dos ocasionais encontros, porque a meu ver estão no espaço da comunicação bem intencionada e momentânea, seguindo depois a sua naturalidade do olá bom dia. Com o casal Silvana Grilo, não aconteceu essa ocasional espuma da vida. dos momentos que ficaram como boas mensagens de amizade que ninguém é capaz de negar, quando recordo o trágico mar Egeu, tão belo e traiçoeiro para gentes sem sorte. Foi  navegado por este grupo até Turquia, feliz, recordando-o hoje com o respeito pela vidas ali sepultadas, tão infelizes foram, não conseguindo chegar á Ilha de Koz, ou a outras, fugindo da guerra e da fome, Viajar é partilhar e, sentir que os outros também fazem parte.desses momentos, trazendo-os para dentro de nós como parceiros dos mesmos sonhos e não fazendo deles uma peça decorativa e sem vida, não, não é assim que eu penso

Será que viajar é mostrar vaidade, ou será uma partilha com os outros?


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

È só graxa, não é João Pita? Olha que não, olha que não...


Agora mesmo
Do baixar do olhar, a falta de um sorriso aberto ou a pressa furtiva..
Sempre presente.. È triste!! Por João Pita, no facebook.
Apenas um pormenor do texto escrito por João Pita, tão pouco e com tanta reflexão, sobre a falta de um sorriso aberto ou a pressa furtiva que não trás nova emoção, sempre renovada em vida por mim e com os outros, é isso que eu entendo do seu texto. O Pita é um excelente autor. Já li textos seus e profundos no Mar Revolto de Vez EM Quando, da sua autoria, porque sabe sorrir e levantar o olhar para  as pessoas, não fugindo delas. Obrigado João, pela tua fraternidade, também humildade do povo que somos.

Jovens da Carapinheira, a cuidar das suas tradições.

Miguel Machado, um apoio fundamental nestas emissões, depois António Oliveira, Fernando Tavares, (Columbófila da Carapinheira), a jovem Mariana Oliveira e Jessica Costa, ambas cuidando das suas tradições imensas na Carapinheira, na Associação Recreativa e na Associação Cultural.
No meio das jovens, António Matos, o realizador destas jornadas interessantes que motivaram dezenas de convidados daquela localidade, entrevistados na Foz Mondego Rádio 99.1, na Figueira da Foz.

Ao montemorense Afonso Flórido(Coimbra)


Olá  Afonso Flórido, como vai? O Che é um simbolo em Cuba, em tudo quando é sitio. Em Santa Clara, as crianças fazem fila para visitar o seu lendário museu. Vou voltar antes de partir para Montemor, para a terra ora fria ora quente, uma frase do meu saudoso mestre e poeta Santiago Pinto Gosto muito de falar e pensar sobre Cuba, mas sem sectarismos politicos.Talvez na minha modestia de sentir o homem na sua nobre dimensão, o venha a situar no seu universalismo do bem comum, para além dos dogmas e do seu fanatismo, libertando-o dessa pesada carga que por vezes o mata aos poucos?? Aproveito para lhe dizer.Iniciamos no 99.1 para a Região Centro e para o mundo, com data de 1 a 14 de Setembro 2016,duas semanas com programas sobre Montemor.Sansão Coelho. Olimpio, (carregador de piano) Antonio Oliveira, Antonio Matos o técnico de estudio Miguel Machado, enfim, vamos cantar Montemor, com as suas gentes das colectividades.Estamos com a Carapinheira, depois Maiorca com inicio de hoje a oito dias, Montemor, dia 1 de Setembro., até 14,2016. Aceite a minha amizade .