quarta-feira, 9 de agosto de 2017


    Meninges e vinganças
    Caro montemorense Afonso Florido Recordo que na minha faculdade(barbearia)o meu mestre David Caiado já me falava nas meninges ,Dizia-me o divertido mestre, quanto mais gravosas são aquelas que produzem "sacos de algum fanatismo pelo poder politico" mas tudo em nome do povo que acabam por o esmagar, quer sejam regimes odiosos da direita, ou do marxismo Respeito e li de novo o texto do Sr Nuno Ramos, remetendo-o para uma discussão parlamentar, justamente com todas os partidos, eleitos em eleições, seguramente livres e sem boleias ás portas dos eleitores, percebe-me? O texto do Sr Nuno Ramos, da sua viva convicção só pode no seu conteúdo se o fizer num regime aberto e constitucional como o nosso, pois se o fizesse como denuncia num regime policiado, não sobrevivia Entendo-o bem escrito e com informações necessárias, mas de todo entendido também como uma tese de doutoramento,faltando-lhe a dica tão habitual da exploração do homem pelo homem Meu respeitado amigo Afonso Flórido, o que está em causa em si e nos meus motivos sociais, é o nosso dignificado apoio aos humilhados da vida, mas como me explica a exploração dos trabalhadores no tal regime comunista, justamente da sua simpatia, em que os trabalhadores não tem subsidios de férias e Natal, os quais se admiram por nunca os terem escutado? Como sabe sou um acérrimo amante de um contradítório aberto e respeitador das ideias de cada um, como aconteceu com o Sr Nuno Ramos, como acontece neste facebocas, postado no livre pensamento, mas não me esclareceu totalmente o seu antidemocrático, ou se entende que num regime de partido único, policiado e com a prisão dos seus opositores, ai sim, temos a democracia e o poder do povo? . ,Mas então onde colocamos a oposisão? Pedimos aos esbirros do salazarismo que regressem? O nosso dever civico em respeitar as minorias, deve ser assumido ou não ? Abraço e viva a liberdade para os homens e mulheres, não ás perseguições em regimes comunistas, ou dos fascistas da direita Por fim a velha e comezinha atitude.A minha liberdade acaba, quando eu roubar a sua, por isso meu caro amigo Afonso Flórido, não conte comigo para estas humilhações

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