domingo, 31 de maio de 2015

Figueira moda 2015, a arte dos cabeleireiros.




Centenas de cabeleireiros de Norte a Sul, do País, lotaram hoje o Casino da Figueira da Foz, mas para já a referência vai para os da cidade, que souberam prestigiar a sua profissão, num ambiente elevado de profissionalismo.
Na primeira fotografia, podemos ver os cabeleireiros da Figueira, em palco, a seguir na parte final, entoando a canção da Figueira, com o apoio musical de Eduardo Bennett. A Isa, sua esposa assumiu a voz da bonita canção,, ao lado  da Tânia, a apresentadora do espaço da equipe da Figueira da Foz-
A ultima fotografia, ainda nos bastidores os necessários ensaios da Canção da Figueira.
O Festival com dezenas de anos na cidade, teve outros momentos de beleza artistica, mas lá chegaremos a seguir

Estamos a poucas horas do inicio do festival dos cabeleireiros, casino da Figueira da Foz


Ortodoxias a mais, realismo a menos.



Se gosto das palavras que vão para além do meu saber, é para confundir a rapaziada e retirar daí o proveito de me entreter com o apuro linguístico, potenciado na faculdade das barbearias  e dos salões de senhoras.
Neste ultimo sector fui espremido como se faz aos limões, por gentes que não pertenciam á minha condição social, outras gentes no tempo da outra senhora e do beija mão! Lá me fui educando, e ainda grato estou por me terem ajudado a ganhar a vida. Foi neste encontro profissional que me surgiram as gritantes diferenças sociais, feitas de um rigor conservador e que tinham indícios de pouca abertura a novos métodos com as respectivas mudanças, então politicas, nem pensar, o 25 de Abril, estava apenas nos sonhos de muitos portugueses. O”grande mestre” dizia ; para África, já... No seu doentio rigor,afundava-se com a sua ortodoxia, a velha escola do seu isolamento e do orgulhosamente só e foi o que se sabe
Fui sempre contestatário, entendia que existia outro mundo, que não aquele do Estado Novo, o que irritava as fantasias  dos que me rodeavam, conformados com o destino das coisas acomodadas dessa distante época, julgando-os  donos de um rigor e inalterável estado social. Aceitar mudanças ou sequer dialogar novos métodos, era coisa do diabo, quando lhes manifestava a esperança do meu pulsar, originário da minha” faculdade”, por onde tinha passado ás cavalitas de uma medíocre esperteza na prática da vida.
Numa esperada manhã acordei com a realidade do 25 de Abril. Vim á varanda e acenei á multidão, misturando-me com ela e percorrendo o imprevisto sonho !
Julgava eu que o livre pensamento, poderia crescer agora uma nova escola de tolerância e na discussão das melhores causas sociais. Os  "cegos" iriam melhorar a sua visão sobre verdades desarmadas, mas enganei-me o bastante para perceber que ontem e hoje, o conservadorismo de muitos, reagem muito mal á evolução e ás mudanças cíclicas da história, tornando-os sistemáticos e fechados a novas ideias, algumas demasiado tradicionais  e pouco ou nada evolutivas, enquanto vamos suportando (vota na mudança) os abastados do sistema, uma outra questão a ponderar..

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Forevers Noivas prepara uma coreografia de sonho no domingo.Casino da Figueira da Foz








Ao ter conhecimento esta tarde pela Lúcia Fonseca, da coreografia que prepara para os cabeleireiros da Figueira da Foz, no próximo domingo, no Casino da Figueira, fiquei a pensar que em boa hora a fui convidar para colaborar com o Festival, da cidade da Figueira da Foz.
Imaginação, arte, poesia e musica, vão ser momentos brilhantes na  apresentação dos nossos colegas, garantindo já que os visitantes vão levar para as suas terras uma imagem excelente da Figueira da Foz

O abuso da autoridade



As causas de algumas porradas da policia, o que se lamenta, estão também ligadas
na falta de civismo dos desordeiros se reparamos no que se passou em Guimarães e Marquês.
O tempo é outro e ainda bem que assim é. Recordo que no meu tempo , batia o Pai e a Mãe, batia o professor e o padre, e se tivéssemos uns irmãos mais afoitos, poderiam juntar-se ao grupo demolidor! Há!!! Na tropa também se molhava a sopa, sobretudo na Policia Militar, coisa minha de recruta.
O que se passa nesta democracia que perdeu autoridade, desde que o Sr Mário Soares, do alto do seu patriotismo, gritou para o policia....vá embora, saia daí seu policia, que a imagem da autoridade branqueou como uma camisa lavada com detergente.
O que se passa nesta democracia não pode ser para brincarmos com os seus valores, mas deixar estes desordeiros sem uns bons chutos  no rabo, é entregar o ouro ao bandido que não valoriza  a ordem,publica muito menos a oportunidade cívica que a democracia lhe proporciona.
Tivemos um  regime policiado,nada meigo com os abusos do povinho e sabemos como se estrutura essa disciplina em regimes policiados a cada esquina e para estes indivíduos que não querem viver em sociedade, há que os educar com processos disciplinares e de trabalho, enquanto que umas cacetadas para apresentação do programa vem a calhar ?
Até parece que apoio a violência sobre os cidadãos, nada disso, o que apoio é a ordem publica e para isso precisamos da policia, um mal necessário, mas pergunto? Quem pode  assistir a espectaculos, no meio deste banditismo?

terça-feira, 26 de maio de 2015

Caramba, caramba!

Não nego o meu vermelho de sempre, mas isto já me cheira a fanatismo, Quando liguei as televisões, só e outra vez  Benfica, aí minha nossa SENHORA, me acuda com estas reportagens , ou esta gente não trabalha??
Esta liberdade que vai passando por ai, está a fazer muito mal a certa gente, acontecendo depois o que aconteceu, enquanto os meios de comunicação vão alimentando o desastre do bom senso ,Nem uma palavra sobre o civismo que falta a muita gente, pois só dá bola e canelada, num pais com tantos problemas sociais para resolver
Com o devido respeito e só por graça, vão trabalhar, vão trabalhar, o resto não digo, fica para a próxima, há pois fica...

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Mar Revolto de Vez Em Quando, valoriza a Figueira da Foz,

Eu sei que os" caçadores de bruxas"que se julgam pela maldade entranhada nos ossos, não  vão acreditar que hoje ao gravar a minha conversa na Foz Mondego Rádio, divulgada hoje, também na quarta e sexta feira, não assume e como não deve assumir, o meu estatuto profissional. Ficou  claro que o Festival dos Cabeleireiros e a cidade da Figueira da Foz, me reduzem a mais um colega entre as centenas que nos vão visitar no próximo domingo.
Quando se transmite o dom da verdade e do verdadeiro sentimento que se ajusta ao tema, não há por aí nenhum "caçador" que faça roupagens á sua maneira, desvirtuando a causa e o seu efeito.
A Figueira da Foz, o Casino, o nosso clube Artístico,não mereciam o meu aproveitamento de uns minutos sobre o grande acontecimento, quando o grande evento me ultrapassa.
Recordei sim os meus colegas que vão subir ao palco, nome por nome, ficando feliz com o seu êxito no domingo, onde espero juntar-me e viver um dia de grande profissionalismo.
Recordei Lúcia Fonseca, a coreografa, porque em boa verdade me sinto um carregador de piano e pouco mais.

Coragem e frontalidade de Moita Flores, a ter em devida atenção


É cada vez mais evidente que não fomos nós que vivemos acima das nossas possibilidades durante muitos an

O Montemorense prepara a festa da pequenada





Paulo Sousa. Potenciar o cabelo ondulado deu resultado final

O castelo no fim da estrada e uma parte do Lar da Santa Casa


Sentida visita a minha numa manhã de domingo


O meu caminho percorrido e a percorrer e este sentimento forte da vida, torna-me humilde e respeitador dos valores da vida.dos outros e da minha. Visitar idosos que foram nossos companheiros de viagem em tempos, asseguram-me as tais certezas que são humanas, absolutamente controladas no tempo, porque pertencemos a ele, diria justo e rigoroso Tenhamos amor, mas não tenhamos lamentos, pois tudo isto nos foi franqueado num tempo aproveitado ou não no caminho percorrido e a percorrer, até que o fim faz parte deste grande mistério Vive e ama, aproveita bem este bónus, glorifica a família e os amigos! Por fim desculpa o meu desabafo de quem  percebe o que sente no limite da sua insignificãncia, porque é neste viver e sentir os seus efeitos que nos realizamos a caminho do nada.

domingo, 24 de maio de 2015

A realidade em tons diferentes

Um lugar à minha espera ?!

O Atlético, a vida, a esperança...


A risca do Zeca

O seu nome  Antônio Santos, para os amigos o Zeca é um mãos largas de excelente comunicação.
Sentado na cadeira, alertou-me para a sua pretensão.
____Tenho um casamento, quero um corte á sua maneira, assim igual aqueles dos jogadores da bola, sabe como é?
Veja lá, acha que quer mesmo, perguntei-lhe?
Lá foi com o boné na mão. Quis  mostrar ao "mundo"que isto de ser idoso não é de todo um complexo da natureza, mas a consequência de se sentir livre nos seus gostos e opções, neste caso e depois de engravatado, fará com o corte , acentuadamente curto dos lados e com risca, a expressão da sua disponibilidade social e de um caráter libertado de coisinhas inúteis  

sábado, 23 de maio de 2015

Três cortes diferentes, mas o ultimo justifica uma análise com o idoso Zeca Reparem na risca, há pois...







De vez em quando recordo os meus mestres.






Sem falsas humildades, nunca fui igual aos meus mestres que os recordo de vez em quando em conversas como os meus clientes.Todos me esperam na terra fria ora quente, mas um deles um dia disse-me.....Nunca penses que é o melhor, porque há outros que são melhores do que tu, ou então..
Quando pensares que estás a enganar um cliente quem está ser enganado és tu, entre outra escola que muito me tem beneficiado
A profissão tem que ter uma forte componente de transparência, para que eu possa vencer as minhas dificuldades que são minhas aos 74 anos.
Converso muito sobre esta matéria com o meu colega Pinto, em Lisboa. Vou longe, se por perto já todos aprenderam tudo e não precisam de partilhar com os colegas as ideias e os processos de uma profissão, que nada tem em comum com o meu tempo de jovem.Hoje ser um bom cabeleireiro de homens, é um futuro garantido e muito nobre
Os barbeiros da minha geração estão velhos como eu estou, mas a natureza é um dado que eu não controlei nem podia. Agora  envelhecer ou não profissionalmente, está na cabeça de cada um.
No próximo dia 31 de Maio, vou aprender com os mais novos, todos desafiados por mim para a grande festa da nossa arte, este é o meu caminho enquanto as pernas me deixarem andar..

quinta-feira, 21 de maio de 2015

A leitura a não perder se gostas da liberdade.

O escritor José Luis Peixoto, em Abril de 2012, teve a oportunidade de asistir ás exuberantes comemorações do centenário Kim Sung.
Nessa ocasião participou em viagens  que o governo norte-coreano autorizou nos ultimos anos, tendo visitado todos os pontos simbólicos do pais.
Passou por cidades que já não recebiam visitantes estrangeiros há mais de 6 décadas!!
Dentro do Segredos é um impressionante relato sobre a ditadura  mais repressiva do mundo, num absoluto isolamento.

As ditaduras só interessam aos ditadores que as servem "geladas"


Enviou-me o seu recado (anónimamente correto )sobre a minha informação de todo menos acertiva, quando do jogo do Montemorense-Chã, o que entendi e agradeço.
Adiante; Se soubessem da minha “nortada “ ou se escutassem a minha mulher, logo pela manhã ao sair de casa, no seu zeloso cuidado, não se admiravam com a minha falta de precisão. Avisa a patroa ! Vai com atenção aos cruzamentos, toma cuidado com as prioridades! O assunto é outro. Vamos a ele com a intenção de não me sobrepor ou calar a opinião dos que não pensam como eu penso, mas sim refletir sobre este inquieto pulsar da escrita ( pobre dela na pena dos que tudo sabem) das conversas na rádio com os ouvintes, de comunicar e partilhar causas, ideias. A comunicação  só tem solidariedade se for integra, livremente democrática e respeitadora das outras ideias e causas, daí o 25 de Abril. Não venham com historias da farinha amparo, se o povo é burro e tem culpas em continuar a votar sempre nos que traíram as reformas e os ideais de Abril, À  muito que não lhes faço essa vontade, porque felizmente tenho liberdade de escolha. Deve ser horrivel os que andam neste vai-.vem das palavras convencidos que são adorados pelo sol e pela lua, empurrando a sabedoria com o umbigo, esquecendo-se que do outro lado existem pessoas com ideias, causas e sentimentos. Nada mais elevado no caráter do contraditório, a riqueza do debate com ideias, projetos sociais e humanos, ninguém é professor de ninguém, pois é aqui que se assimilam os processos da democracia e da liberdade, infelizmente, espezinhada por uns tantos que não a justificam na prática e que não a merecem Devemos estar atentos a estes governos negando-lhe o voto, mas também aos que em nome da justiça social e da fraternidade do bem comum, sonham com a liberdade a um partido único e de comités populares e da indignidade como sofrem os trabalhadores de não serem  livres na opção do seu sindicato
Desculpem  a franqueza, mas este é mesmo abraço fraterno e amante da liberdade de todas as cidadanias, quer sejam religiosas ou não .

Dentro do Segredo. Vou trazer-vos pormenores daquele livro, sobre a ditadura na Coreia do Norte, nem dá para acreditar.

As Palavras.... Baptista Bastos----Jornalista

Outra aldrabice

Pedro Passos Coelho não é mais do que um péssimo aprendiz de feiticeiro, com aquela desenvoltura oral, para nos dizer o seguinte.
Portugal pertence  ao grupo dos três ou quatros países  mais ricos e prósperos!!!
A Pátria está de cangalhas , com a asfixia dos mais débeis.

Meter o meu bedelho num artigo tão elevado, só dá esperteza, mas o que eu fazia ao politico, era castigá-lo para aprender a conhecer o povo, como fosse cortar barbas e cabelos a reformados com uma miséria de reforma, procurando nos bolsos uns euros que lhes fugiram na farmácia.
Esta gente não consegue viver a realidade  das nossas gentes que nos tocam por perto, são isso mesmo, uns aldrabões.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Porque será que ainda não escrevi sobre o Benfica?

Querem ver que há por aqui uma jogada em fora de jogo?
Como tenho dificuldade em disfarçar sentimentos e o Benfica com a sua chama imensa, não dá para esconder algo ,mas nunca se sabe!
Pois, pois, o Benfica é uma emoção e um simbolo de popularidade, mas não foi acompanhado como devi ter sido, pelo civismo de tantos foragidos do que se entende por emoção, misturada com a necessária  racionalidade
Tudo isto a juntar a uma bruta gripe, não houve chama  imensa, apenas bocados dela.

Reconhecimento e saudade

O livro em que relatei factos históricos com o apoio dos saudosos Fausto Caniceiro e Santiago Pinto, está carregado de montemorenses valorosos no clube.Publicado em 1992 (33 anos passados), mostra a minha insignificãncia no tempo, aquele tempo que foi aproveitado para o viver intensamente nas causas em que felizmente acreditei, Na primeira fotografia, Antônio Rodrigues, hoje enfermo no Lar em Montemor. A seguir Elias Lopes, também com sérios problemas de saúde, os quais sabe-me bem reconhecer o exemplo das suas vidas associativas em Montemor.
A ultima fotografia tem 33 anos (1992)  mostra a minha entrega das prendas do comercio da Figueira (em tempo de vacas gordas) na festa de homenagem no Campo Municipal, ao atleta Maranha, uma vida dedicada ao Montemorense.
Reconhecimento e saudade na madrugada silenciosa,, faz bem recordar o caminho percorrido

terça-feira, 19 de maio de 2015

Equipe do Clube Artistico (Porto) que vem actuar no Casino, dia 31 de Maio 2015


Nada pior para os que trabalham, é a presença dos que nada fazem.

 Se algum repudio eu tenho é pela calunia, ao julgar-vos uma parte dos que nada fazem, não é isso o que penso, pelo peso da injuria na qual não vou aventurar-me por respeito meu e dos outros..
O que devo garantir e permitam-me a franqueza, porque estou em condições seguras de o afirmar ao longo destes anos, é que se produziu muita parra e pouca uva, nos que nada fizeram.
Essa opinião de uma "pinga de amor", serve a quem serve a carapuça, chegando hoje á conclusão que da minha parte o assunto está encerrado, agradecendo as vossas colaborações que serviram para separar o trigo do joio e para avaliarmos o que são as amizades
Abraço para todos e venham mais debates sobre temas em que os valores sociais e humanos, sejam defendidos.

Madrugada dentro se rouba o que se deve denunciar.


Uma opinião pessoal e libertada de qualquer preconceito.

O que está em causa é analisar o serviço publico das rádios ( veja que escrevo das rádios)logo a Foz do Mondego está implícita, ou outras organizações a favor das comunidades, cujas trapalhices dos que se aproveitaram das circunstancias e cometeram as piores injustiças  e neste caso sobre o Carlos Paiva.Uma opinião com algumas semanas de afirmação
Citando  também que o Carlos Paiva, teve culpas com a indisciplina do vicio já ultrapassado. pode ler, se o desejar neste espaço de comunicação.
Já agora aproveito para dizer e se tiver duvidas dou-lhe o contacto da pessoa que foi colega do Carlos Paiva á mais de 20 anos, ainda entre nós, enquanto que 3 ou 4 elementos dessa época já falecerem, com os quais Carlos Paiva .teve conflitos, tendo si do despedido nessa época na Foz do Mondego, entre outras histórias..
Garanto-lhe também o seguinte. Perdi a data, mas com as minhas manias, lancei um apelo para arranjar um grupo de pessoas para se fazer um espectaculo. A receita, claro, revertia para o Carlos Paiva
Ora eu valho pouco, então só muito menos, porque ninguém se chegou á frente. sabe quem se chegou á frente ?
Fui um elemento da Foz do Mondego. Disse-me que estaria disponível, desde que houvesse uma comissão para trabalhar o projecto.Meu caro, quer mais dados?
Agora na rádio Maiorca,( pois tenho que defender a manjedoura agora a meu jeito) naquela rádio
estão felizmente todos entre nós.Conheço-os a todos, mas como sabe tudo está desmantelado á vários anos na rádio Maiorca, e  os amigos só quando tem o pedaço na boca!!
Sabe que no principio do azar do Carlos Paiva, reuni no Diário de Coimbra, um variado grupo de pessoas, que pretendiam institucionalizar o Carlos Paiva, era essa uma das ideias, Eu fazia  aponte com o Carlos, mas deparou-se logo o desejo assumido pelo Carlos Paiva,  que nem morto deixava  a sua casa.
Façam criticas construtivas sobre a matéria , mas não batam mais no ceguinho que sou eu, porque  já dei o litro como a cabra da Mabilia, um jeito de dizer que veio comigo da minha infância. 
O meu respeito.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Fim de tarde no Cabedelo. Fotografia: João Pita




Qual seringa?

Que recorde não fugi a nada com seringa ou sem ela, mas se o Sr. acha que a sua opinião está certa. quem sou eu para o desmentir?
Temos aqui outro caso, igual á Foz  Mondego rádio. Não tive e não tenho feitio para branquear situações, sou demasiado impulsivo para jogar nessa área do cinismo.
Temos a Freguesia de São Pedro, francamente estou baralhado com toda esta situação
Deixo-lhe esta memória dos meus grandes mestres, na década de 60 em Lisboa., que me avisavam do seguinte.
 Não penses enganar as clientes, se o fizeres está a enganar-te e perdes a confiança das próprias clientes.
Neste cantinho, posso recordar a lição e garantir que tenho muito respeito pelos que me visitam, mas fazer dos leitores "tolinhos" nunca terei essa habilidade. Claro que cometo gafes e omissões, mas nunca é para iludir os leitores.Voltarei ao assunto

O rapaz que se arrastava



Existe nos seres humanos  o prazer em  fazer o mal, enquanto não descobrem no seu  intimo que o melhor prazer está no equilíbrio de nos situarmos no bem, coisa difícil na minha natureza e de cada um, mas temos que remar contra ventos, porque merece a pena.
Por aqui ninguém é Santo.Se  julgam que existe por cá essa divindade? Se pensar assim estou a precisar   de psiquiatria para chegar á conclusão da minha vulgaridade, no meio de tanta maldade.
Ser verdadeiro é outra coisa. Um dever  do meu quotidiano, de coisas que nos animam a viver com os outros, sem a caridadezinha ou a invenção soturna do bonzinho que vai á missa e depois é um sacana, engolindo a hóstia para mostrar aos outros a sua santidade que não existe Não percebo essa cosmética se vivo o quotidiano com intensidade e o seu realismo possível, não me traindo com falsos sentimentos de partilha,(muitos não a mereceram ) mas isso faz parte da natureza humana e não sinto que isso faça o meu desanimo.Este caso que vos relato hoje é da própria vida de todos e dos meus sonhos e no que me dá  a natureza. Fui eu o protagonista como poderiam ter sido outros. Não me revejo simbolo de nada, não  me preocupo  com as vossas criticas elas fazem parte dos encontros e desencontros,são precisas para me sentir igual e livre.Somos  iguais a milhões de pessoas que felizmente existem, enquanto outras existem só para si, mas vamos á realidade dos factos.
Se a vida é por vezes chocante, o caso do rapaz arrastado, é tão verdadeiro que não consegui ficar indiferente ou fingir que não percebia os seus gestos estranhos a merecer a minha atenção, face á sua inquietação gestual e aflitiva..
Estava sentado no murito que contorna o lago, junto ao Bar Borda do Rio, Freguesia de São Pedro, apertando a cabeça com as duas mãos e num estado desesperado,andrajosamente vestido ,de cabelo a soltar-se fora do boné.
Aproximei-me dele e sentei -me ao seu lado, perguntando-lhe o que e ele tinha e se tinha fome. Percebi que era mudo e que por gestos procurava manifestar-se, acenando-me com a cabeça que sim, tinha fome.
Do Bar veio a comida que mastigou como o fazem este tipo de deficientes, desconexos e doentios, ávidamente,,sôfregos, desaparecendo a comida num ápice, enquanto outras pessoas se aproximavam do viajante mal cuidado
Pouco depois levantou-se e caminhou com as pernas arqueadas, dando a ideia que mais á frente iria cair,  unindo os pés e as sapatilhas em forma de V. tal o seu arrastar e esforço para se mover, caminhando com dificuldade, provocada por uma aguda deficiência motora que se juntava á outra de não falar
Fui á minha vida e pouco depois quando já me dirigia para a Figueira da Foz, junto á rotunda do restaurante Lota Nova,encontrei-o e ofereci-lhe boleia.
A dificuldade em saber para onde pretendia ir foi enorme, mas avancei muito devagar pela ponte, pois corria o risco do rapaz abrir a porta do carro em andamento. Pedi-lhe calma, face à  agitação que mostrava e que me levou a pensar em o levar ao hospital ou então chamar a policia, não o deixando entregue ao acaso num qualquer sitio, como poderia fazer tal coisa?.
Pelos gestos que fazia, percebi que fugia de alguém, daquela localidade de S. Pedro, alguém que o agrediu como tentou explicar-me por gestos, tentando que eu entendesse  o sucedido e eu entendi que lhe deram pancada. Mostrou-me os braços e um pequeno arranhão na cara.  Fiquei preocupado. Que vou fazer com este rapaz, para onde vai? Mas ele sabia para onde queria ir, já que ao chegarmos ao cruzamento do Galo Douro, mandou-me parar o carro e saiu apressado, caminhando pela berma da  estrada, sempre a olhar para traz e levantando um dos braços, em geito de adeus. Entretanto, fiquei a olhá-lo até à curva, deixando de o ver,Julguei que o rapaz deficiente continuava a sua triste aventura. Liguei o carro e fui verificar  se continuava a caminhar, mas não. Subia a custo uma pequena ribanceira, que tinha sobre si alguns prédios o que me transmitiu tranquilidade. Decerto iria procurar pessoas da sua família, fugindo assim a estupidas agressões.o rapaz que se arrastava numa difícil mobilidade

domingo, 17 de maio de 2015

Perfeito eu?

Nunca sou perfeito, mas procuro ser verdadeiro, refugiando-me muitas vezes com receio dos que tem prazer em praticar a calunia e o mal da sua ignorância, mas hoje é domingo e nos outros  dias a mesma sensação de nos entendermos , apesar de sermos diferentes , vamos na mesma estrada da vida Não é verdade que eu me tenha" vendido" á Foz do Mondego, Bom domingo e venham fazer parte das pessoas que apóiam o Carlos Paiva, não custa nada e depois vão ver que sentem o problema de outra maneira, porque a solidariedade faz-se praticando-a. 

Claro que é xaxada.

Mas adiantou alguma coisa ao assunto?
Quer ajudar ou também é papagaio?  Olhe meu caro.Sabe que por os pés ao caminho é outra coisa mais do que xaxada, de qualquer modo a opinião é sua e acho muito bem que a divulgue,ao menos não me chamou vaidoso e vingativo caridoso, o que já não é nada mau.Tenha um bom domingo e veja se arranja por aí melhor feitio que é bom para si e para quem o rodeia
O meu respeito

sábado, 16 de maio de 2015

O Benfica prepara a festa !!!

Li hoje nos jornais um grande disparate dos fanáticos benfiquistas , que preparam a festa para o jogo
com o Guimarães, coisa farta de sobranceria que não me entra nos meus propósitos, apesar do sonho
Mas o sonho é uma coisa, menosprezar o adversário, é outra coisa e muito delicada que não aceito e muito menos compreendo.
Lá está !; Ninguém é igual a ninguém, por isso mesmo a cada um a sua ilusão, mas cuidado com festas antecipadas, ou já se esqueceram do jogo no Porto?

Apesar de anónimos !


Apesar de não se mostrarem com as vossas assinaturas, não julguem que não tenho respeito pelas vossas opiniões, tratando-se de um caso que diz respeito a todos , menos aos egoístas e que só pensam neles.
Todos abordam o problema á sua maneira o  que é interessante, já que o Carlos Paiva, tem serias culpas no que lhe aconteceu, talvez por essa fragilidade não tenha tido capacidade para se defender, já que o vicio sempre mandou na sua vida, isto é uma questão a ter em conta.
Depois a outra questão que não é de menos importância, ou seja as pessoas para as quais trabalhou, aí o Carlos Paiva, assumirá numa entrevista, jornais ou rádios, o que deve assumir, sendo certo que o meu tema foi abordado na generalidade e com alguma experiência nos contactos de muitos anos.
A corrupção e a carolice nas rádios, um texto e uma opinião,, desencadeou este debate em nome da dignidade de quem trabalha, trazendo as vossas observações o que considero positivas no problema do Carlos Paiva.
O que também está em causa é o eterno sentido de sermos ou não solidários com os amigos, sobretudo quando eles precisam de nós, sendo decerto arriscado que um dos anônimos nos traga um desfile de vaidades, ou ainda vinganças mascaradas de caridade , eu que sou contra esse vexame.Mas  estão no rol das  opiniões, que felizmente nada tem em comum com o apoio que venho dando ao Carlos Paiva, assim como a Magda,,Brochado, Dra Assunção, já agora venham daí  Sabem uma coisa que vos digo. Falar e escrever umas larachas é muito fácil, agora assumir no terreno é preciso outra coisa que muitos não querem ter a vocação solidária que não é politica
Quanto aos anônimos que me interrogam se eu fiz alguma coisa nas Instituições, é uma chatice ter  que dizer a verdade para a vossa informação, mas é oportuno nesta  descuidada frase feita de duvidas. As homenagens em que já fui distinguido pelas tais Instituições.  Pois: Um homem tem que se defender dos maus olhados! .Sabe meu caro prestaram-me homenagens sim senhor porque eu fui um grande ladrão ???? Se quiser mostro-lhe aqui os diplomas, os troféus, já viu para onde le levou com o seu complexo, ter que falar das homenagens que me fizeram. .Outra que merece resposta, as vinganças de caridade, não sei o que quer dizer, deve explicar-se porque eu publico tudo o que entender, numa critica honesta e digna como penso que o seja.
Há!! Quanto ao Presidente da junta de São Pedro,Pois; não vivo de vinganças e depois de o presidente me ter dito que tinha tido um dia mau, quando me julgou, porque hei-de  envenenar-me com ódios mesquinhos .Não, não meu caro amigo, vou morrer em paz comigo e até consigo que  me julgou á sua maneira , mas   cada um. dá o que  pode. .Um outro assunto é os que julgam que por ter uns minutos de conversa na Foz do Mondego, recordo que o Carlos Paiva esteve 6 anos naquela Rádio,não a incluo nas queixas do Carlos, puro engano. Está gravada a minha opinião sobre o tema a corrupção e a carolice, em que citava todas as rádios. porque ninguém me paga para ser" lembe botas" ou um tipo como eu e muitos outros que nunca receberam um tostão das rádios, vendem-se? ' Há!! ou julgam que uns tostôes de publicidade, deu para pagar almoços jantares e gasolina, porque não fazem uma experiência para terem conhecimento de causa?, v

Bom fim de semana

Muito bom gosto, caro Presidente Marinho (Porto)


Gosto · C

Raramente vou verificar os gráficos.

Estou mais preocupado em defender os valores em que acredito, do que saber os gráficos das visualizações, mas desta vez e porque o assunto devia interessar aos que viraram as costas ao Carlos Paiva, fui coscuvilhar a minha curiosidade.
Em dois dias 264 utentes ficaram a saber ou já sabiam o que se passou com o Carlos Paiva, graças também ao anônimo que veio trazer a sua opinião sobre o assunto.
Detesto a  fingida caridade, pior ainda a deslealdade, mas o que está em causa não é nada dessas burlas de sentimentos, mas sim aquela compreensão que sentimos pelos nossos irmãos de sangue e até nisso sou um grande sortudo, cuja alegria dos encontros me ajudam a viver
Porém, o Carlos Paiva não é da minha família, ,apenas um camarada dos antigos, quando já lhe dizia para ter cuidado com os falsos amigos,que confirmam o que Napoleão, deixou para a história.
Os homens prendem-se pelo estômago!!!!

Não estou só nesta cruzada, longe do seu fim.


  1. A verdadeira escumalha são aqueles que se aproveitam dos pequenos para subir a qualquer preço depois lá em cima assobiam para o lado perante a infelicidade dos outros como se nada fosse com eles.
    MIseráveis.
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sexta-feira, 15 de maio de 2015

A solidariedade nunca está encerrada, respira-se todos os dias.


Caro amigo vamos encerrar por aqui a questão pois já deu a resposta que eu esperava ...O carlos Paiva foi desprezado pela rádio a quem deu tanto e na qual o amigo está agora integrado.
É apenas esse o ponto que debato o resto não passa de ar para encher pneus.
Quando falou ao Carlos sobre os amigos (conforme você diz no texto) se ele apenas lhe citou esses (tal como escreveu) nomes!O caso torna-se mais grave pois envergonha muito mais gente. .
Se voltar a ler este comentário ao Carlos dê-lhe outro abraço deste anónimo e diga-lhe também já agora que vale mais um abraço anónimo mas sincero do que muitos abraços com rosto mas falsos chamados também abraços de silicone.
Para mim em principio o caso está encerrado espero que toda essa gente aprenda com o Carlos o que é dignidade força de vontade e coragem.
Peço desculpa se lhe roubei o seu precioso tempo
Um grande abraço e as minha felicitações por ser um dos poucos amigos que o Carlos ainda se orgulha de ter.
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Apesar de anónimo, justifica o clamor da injustiça e a sua denuncia.


Caro amigo não respondeu á minha pergunta porque o amigo sabe que as rádios em si não fizeram nem fazem nada.
Isso faça isso insurja-se contra a administração dessa rádio onde se encontra agora.
Porque esses srs. devem muito ao Carlos Paiva pelo seu esforço e a sua dedicação.
e passam sobre o assunto de barriga cheia como se fossem donos da cidade esquecendo aquele que os fez crescer.
Não me venha falar dos amigos porque esses eu sei que ele tem e você é um deles
Há muito que a administração dessa rádio deveria ter um pouco de brio e dignidade para com o Carlos Paiva mas acontece que a memória de algumas pessoas é feita de silicone.
Um sincero forte e cordial abraço.
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Faltam 15 dias para o grande Festival na Figueira da Foz- 31 de Maio 2015



Este acontecimento artístico, ultrapassa os 3o anos de realizações na Figueira da Foz, tendo sido internacionalizado várias vezes por grandes cabeleireiros do mundo, alcançando prestigio e uma multidão de colegas que esgotaram hotéis e pensões, recorrendo-se ás freguesias para os respectivos alojamentos dos visitantes.Outros tempos e depois de uns anos inactivo,  graças ao apoio do Casino e com a organização do Centro Cultural dos cabeleireiros de Portugal, sediado no Porto, teremos de novo naquela data, a realização  pelo segundo ano, o prestigiado certame, motivando profissionais de norte a sul do país
Rui Romano, a maior empresa do sector, é uma garantia para o desejado êxito, face a um importante apoio na renovada festa dos cabeleireiros, movimentando também a restauração do Bairro Novo, lotando-a naquele dia 31 de Maio 2015
A Figueira da Foz, estará representada por profissionais de excelente capacidade artística, prestigiando também a classe da nossa cidade, estando já programado que
 vão iniciar a segunda parte do evento, a partir das 14 horas, naquela data já mencionada
Alexandra--Salão Xana- Regalheiras de Lavos 96579572
Candida--Salão Candy- Foz Center.-- Figueira da Foz 916065741
Luigi Amaro  Salão Relax Corpos 9686 67902
Sónia  Sargent Clinic. Buarcos Figueira da Foz, 961100601
 Bela   Salão Chapeu  Figueira da Foz 233-422836
 Arminda--Salão Brasil  Figueira da Foz 233429140 -  Salão Karla  - Figueira da Foz
A coreografia de apoio a esta representação está a cargo de Forevers Noivas. Lúcia Fonseca
Nota.Caso os colegas  sejam das Freguesias da Figueira da Foz, podem ser integrados neste grupo de participantes, basta que me telefonem. 233.432986 ou 936589866

Olimpio Cabeleireiros

Uma opinião pessoal e libertada de qualquer preconceito..

O que está em causa é analisar o serviço publico das rádios ou outras organizações a favor das comunidades, negando as trapalhices dos que se aproveitam das circunstancias e cometendo as piores injustiças nos seus circuitos de influências e neste caso surge o Carlos Paiva, também com algumas culpas pela sua indisciplina, cujo  vicio foi ultrapassado, felizmente.
Respondendo a um comentário anônimo que me pede alguma informação sobre se as rádios, nas quais, o Carlos Paiva ,deu o seu melhor trabalho, tem apoiado o Carlos  Paiva, direi que não, pois se foram alguns desses gestoras que o prejudicaram, ao ponto de um" moralista",conhecido na praça da treta, lhe ter negado a inclusão na Caixa de Previdência !!
Bom, Tomei a liberdade de ler o comentário ao Carlos Paiva, retribuindo-lhe o abraço, o dele tem nome, mas quando  escutou do comentário que referenciava os amigos deixados nas rádios, soltou uma gargalhada, citando apenas a Magda Teixeira, Rui Brochado,a Dra Assunção, Tavarede. Ora aqui está a sua resposta, sem lamentos.
Voltarei ao assunto, pois o que está em causa é o serviço publico, mas também um cidadão que foi esquecido pelos que deviam ter a preocupação de ter boa memória, mas há mais e com tempo vou denunciando os palradores, dois deles já me olham de lado. Eles lá sabem as razões e eu também

As amizades feitas de silicone é demais, nunca em tal tinha pensado.

Sempre tem mais suavidade do que chamar-lhes outra coisa pior. Mas sabe?
Quando os silicones se mostram verdadeiramente, há muito que se notava que os usavam, menos na consciência em que (eventualmente ) poderia aumentar-lhes o volume do seu caracter
Não pense que estou a fugir ao assunto do Carlos Paiva, isso é que era para o meu feitio, não fujo das pessoas e dos valores que me prendem na vida, só que a esta hora já não dá,O assunto envolve uma pessoa com muitas dificuldades e deve ser tratado com a justiça que merece, mas fugir nunca, sendo certo que tenho nele a responsabilidade de não trair uma amizade.de longa data

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Sim, sim caro anónimo vamos pegar os bois pelo sitio!

Devia ter escutado o Carlos Paiva . via telefone, sobre as injustiças que sofreu nas rádios. O seu comentário é tão oportuno, como vai deixar-me espaço para denunciar a hipocrisia de muitos, não vou ter medo  de pugnar pela justiça e pela lealdade como devemos assumir os nossos valores sociais e humanos.
Percebo muito bem o que quer que responda e vou fazê-lo, logo que possa, aguarde que para desmontar falsas amizades estou sempre no velho combate

Casino da Figueira da Foz. 31 de Maio 2015. Modelos do Porto


Convivio em Castela. Bizorreiro de Lavos

Licino Costeira, cidadão do mundo, convidou os seus amigos de Buarcos, para um convívio na sua casa em Castela, não esquecendo o "jornaleiro" que lhe deu fortes criticas desportivas, por Terras de Montemor, já que naquele tempo, não se podia ser arbitro de futebol,sobretudo se o Montemorense perdia o jogo
Grato pelo convite meu caro amigo Licinio Costeira.

Não tenham medo de fazer justiça.

O anônimo continua receoso de se manifestar sobre as pessoas que na Figueira da Foz, também tiveram o seu exemplo no amadorismo nas rádios.
Ó homem não tenha medo  não vai preso, não vivemos num regime fascista que detesta os opositores e os prende, faça luz sobre a verdade e o amor por ela.
Veja bem que fui encontrar duas relíquias na Foz do Mondego, sabe quem são ? O Bóia e o Feliz, estes vem do tempo das vacas gordas (dos outros) pois eles assim como me aconteceu, pelo Natal, tivemos um jantar festivo, Graças a Deus?
Grandes noitadas no restaurante do meu amigo João Gonçalves.Julgo que ainda por lá anda um velho cão deixado pelos tubarões, porque de velho terá que ser abatido o cão, o pobre coitado seco e de pele e osso.
Abraço para todos

Conflitos inuteis


Cada um vive com as suas complexidades. Pensa e age em conformidade. Nem sempre tem razão sobre os outros, por isso gosto de assumir as minhas dificuldades e inadaptações, muito minhas,.isto é assim como faço os meus equlibrios, já que combato os sectarismos.
Evito trazer para os outros as minhas fúrias e os domínios de todas as razões do tu cá tu lá. Outra coisa é a teoria do debate de ideias,  aí sou muito crente no que penso e gosto de assumir essa causa e a sua frontalidade, agora perseguir os que me rodeiam com raivinhas  só me prejudicam o meu bem estar emocional, isso são outros dados  da questão que eu rejeito.
Ora, Se não pretenso á classe dos machistas, muito menos ao grupo dos maridos intolerantes, porque raio me transformo num feixe de nervos, no apoio á minha mulher, empurrando o carro das compras, numa superfície comercial? O meu estado mete dó com aquela espera de andar de um lado para o outro, esperando que a “patroa” retirando e depois deixando os produtos nas prateleiras, como fazem todas as mulheres de família, vai de roda com a minha inquieta paciência, parece -me uma perda de tempo irreparável, até que julgava eu ter encontrado a solução?.
Mas o desenrascanso por natureza é muito nosso, ao longo da historia procuramos sempre safar a situação, e porque sou igual aos outros, encontrei o meu refugio junto das revistas e dos livros, desfolhando-os. Agora sim, pensei eu. Aguardo aqui a minha mulher Dilia Fernandes, que surja com o carro das compras, julgando que tinha encontrado no refugio, a desejada tranquilidade, mas não!!
As filas e as caixas funcionavam normalmente com o alarido próprio dos pagamentos, mas eis que uma mulher e um homem, numa discussão desordenada  e sem respeito por eles e pelos presentes, desencadearam um agressivo palavreado,(não faço ideia qual o motivo) que agitou por completo o ambiente.Olhei, olhei e escutei palavras que me envergonharam num conflito inútil por um bocado de nada, penso eu.
Pensando agora e depois daquela triste cena, vou mudar de atitude e prefiro esperar e empurrar o carro das compras, fugindo dos conflitos que me deprimem imenso , inclusive, nos outros. Há !! Quanto aos meus conflitos, comprei uma arma que os mata, ainda eles  distantes trazem no ventre a chama dos inquietos, que não dos justos. Resulta e chama-se silêncio, porque existem pessoas que tem necessidade de gritarias para dizerem ao mundo que ainda estão vivas, mas a cada um as suas complexidades, pior será se forjadas em calunias e ódios!.