quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Amigalhaços e os outros,

Amigalhaços da Foz Mondego Radio A ideia partiu do Antonio Felix.Convidar o nosso mestre Sansão Coelho, oferecer-lhe um"microfone" como prova da nossa gratidão, como tratou os carregadores de pianos, elevando-os nas suas motivações radiofónicas, como tem sido o meu caso, o Felix e o Boia O Carlos Paiva, também surgiu no grupo com as atenções que lhes dispensamos,afastado á muitos anos destas actividades pela sua incapacidade visual A vida está cheia destes amigalhaços e dos outros que não sabem viver estas espontaneidades, mas isso não são as contas dos nossos rosàrios. Ali os "códigos " dos amigalhaços são intensos e disponíveis, porque fazer bem faz bem

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O respeito pelas memórias. Recordando a Rua da Bica, conhecida por esta citação em Lisboa, trago-vos essa época ) a partir de 1960.O meu aposento naquela rua foi já descrito nas minhas memórias, mas é a partir daí , uma vez que levava comigo os condicionalismos sociais do Casal Novo do Rio(Barca) com alguns anos de permanência na Figueira da Foz, que se agita em mim as contestações sociais no Rossio e nos Restauradores. Assumindo a minha profissão de cabeleireiro de senhoras, na Rua Nova do Almada, no famoso Casimiro, com mais 12 colegas, é nesse mundo profissional da alta sociedade, que se acentua a minha identidade do povo.Artistas, como Amália Rodrigues, Maria de Lurdes Resende, escritoras, cuja linguagem e modos profissionais se alteraram completamente no meu comportamento, habituado a lidar com o sector masculino Um dado dos meus apertos, é certo, mas é da rua da Bica e da sinistra PIDE, que vos quero escrever. Seria ofensivo à memória dos que sofreram perseguições e morte, se viesse vitimizar-me, não, não. O Costa Alves e o irmão, meus conhecidos na Barca, trabalhavam e estudavam em Lisboa, já politizados contra o regime. Face ás minhas inquietações sociais, vivendo agora numa sociedade que não era a minha, se recordo os discursos de Salazar, que me reduziam ao medo, não foi difícil com aqueles camaradas e amigos do peito, recorrer ás manifestações nos Restauradores e no Rossio, abortadas em loucas correrias, pelas brutais cargas policiais, parecendo ainda hoje ouvir o bater das patas dos cavalos, nos meus ouvidos Numa dessas manifestações, perdendo os meus camaradas de vista, só parei na Rua da Bica, enfiado no meu humilde sitio para dormir, mergulhado num medo estranho que leva hoje e sempre a repudiar as prisões politicas, cujo crime é pensar e fazer oposição ao poder discricionário de uns tantos loucos Por fim a minha cobardia, até hoje angustiada e sem perdão.Dias depois, encontrei o Costa Alves Como está o teu irmão? Foi preso, está em Caxias , não conseguiu fugir como nós. Vais a Caxias? nem penses, respondeu-me, Nem eu vou, disse~lhe na minha total cobardia feita de medo de ser preso Pergunto?...,Roubamos? Fomos criminosos? Eis o que os livres homens deste pais devem erguer a sua voz, não se isolando na cumplicidade do silêncio, como muitos camaradas fazem calando,Temos uma Constituição, que nos livra destes criminosos, porque as ruas são minhas e do povo

Se esta rua fosse minha,se esta rua fosse minha...

Esta rua se fosse minha, esta rua se fosse minha,mandava por uma placa na entrada da porta, da segunda varanda, do lado direito, ou seja.
( O ex barbeiro da Barca,1961) Era um quarto modesto. A pequena cama, ou sofá? Já não me recordo. Sei que se estendesse os pés, ficavam de fora Os banhos, dia sim dia não, fazia-os no balneário publico, porque nessa altura, eu já trabalhava como cabeleireiro de senhoras , na rua Nova do Almada, no famoso Casimiro Um mundo novo de relacionamentos alteraram por completo a minha comunicação e linguagem Uma clientela naquela época em que conheci de perto, Amália Rodrigues,Maria de Lurdes Resende. por exemplo, também gentes de outras artes.Ali não entravam as mulheres do povo, como isto é verdade,meu Deus. Contar a minha vida? Não, não O que não perdi foram as minhas raízes de autenticidade, trazendo-as por dentro de mim e nunca as ter perdido no vazio do engano com os outros. Jamais, o aldeão que deixou a sua terra,no seu regresso ás origens e só depois da foicinha lhe bater no nariz, é que recordou a sua" gentinha"?

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Estão em todo o lado como o espirito?

Montemor,sempre teve os seus anónimos Esclareço já que não me foi transmitida procuração das partes envolvidas , quer do anónimo, o que não tinha validade jurídíca, quer do autor da resposta ao anónimo O mesmo tema foi tratado com a frontalidade que a desgraça social na Venezuela,se justificou com o Afonso Flórido, sem que tivesse existido provocações nas opções de cada um no trágico conflito,Sendo assim, não vou meter o bedelho, o mesmo é dizer da minha injustificada intromissão na politica alheia, não é esse agora o meu motivo alargado, há sim que reduzir os anónimatos na sua estúpida cobardia, justificando-se daquele modo, na sua incapacidade, a falta de argumentos para analisar a gravissíma situação de um povo que fugiu aos milhares para a Madeira Não, os anónimos são uns porcos que comem a lavagem, como aconteceu comigo e depois numa vil atitude, enviam ataques e graves insinuação«es a quem lhes deu a lavagem Se não querem dar-se a conhecer, porque não fazem parte dos alcoólicos anónimos, ou de uma sociedade anónima? Consegui não misturar os alhos com bugalhos,se o tema por si anónimo, é de todo o falsificador de todas as palavras e o pior ainda é a falta de sentimentos por elas produzida

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

UM EURO UM EURO.

Em Aveiro, resultou para os BOMBEIROS, uma grande manifestação de solidariedade, porque não continua a Federação e o Benfica, pedindo um euros, no sentido de criar um fundo social? Passamos a vida a pedir pelas portas, mendigando esmolas para graves situações sociais,Crianças doentes que não tem dinheiro para se tratar,Familas em situações complicadas, bastava um euro para resolver muitos problemas, mas não as multidões deliram com os seus clubes e os golos, tendo a certeza absoluta desta iniciativa e do seu exito do Benfica

quarta-feira, 9 de agosto de 2017


    Meninges e vinganças
    Caro montemorense Afonso Florido Recordo que na minha faculdade(barbearia)o meu mestre David Caiado já me falava nas meninges ,Dizia-me o divertido mestre, quanto mais gravosas são aquelas que produzem "sacos de algum fanatismo pelo poder politico" mas tudo em nome do povo que acabam por o esmagar, quer sejam regimes odiosos da direita, ou do marxismo Respeito e li de novo o texto do Sr Nuno Ramos, remetendo-o para uma discussão parlamentar, justamente com todas os partidos, eleitos em eleições, seguramente livres e sem boleias ás portas dos eleitores, percebe-me? O texto do Sr Nuno Ramos, da sua viva convicção só pode no seu conteúdo se o fizer num regime aberto e constitucional como o nosso, pois se o fizesse como denuncia num regime policiado, não sobrevivia Entendo-o bem escrito e com informações necessárias, mas de todo entendido também como uma tese de doutoramento,faltando-lhe a dica tão habitual da exploração do homem pelo homem Meu respeitado amigo Afonso Flórido, o que está em causa em si e nos meus motivos sociais, é o nosso dignificado apoio aos humilhados da vida, mas como me explica a exploração dos trabalhadores no tal regime comunista, justamente da sua simpatia, em que os trabalhadores não tem subsidios de férias e Natal, os quais se admiram por nunca os terem escutado? Como sabe sou um acérrimo amante de um contradítório aberto e respeitador das ideias de cada um, como aconteceu com o Sr Nuno Ramos, como acontece neste facebocas, postado no livre pensamento, mas não me esclareceu totalmente o seu antidemocrático, ou se entende que num regime de partido único, policiado e com a prisão dos seus opositores, ai sim, temos a democracia e o poder do povo? . ,Mas então onde colocamos a oposisão? Pedimos aos esbirros do salazarismo que regressem? O nosso dever civico em respeitar as minorias, deve ser assumido ou não ? Abraço e viva a liberdade para os homens e mulheres, não ás perseguições em regimes comunistas, ou dos fascistas da direita Por fim a velha e comezinha atitude.A minha liberdade acaba, quando eu roubar a sua, por isso meu caro amigo Afonso Flórido, não conte comigo para estas humilhações

domingo, 6 de agosto de 2017

As prisões de Maduro, vestidas de pijama e cuecas

Se não fosse ofensivo na dignidade dos homens que amam a sua e a liberdade dos outros, a triste cena da policia politica de Maduro, levando os presos pela calada da noite, de pijama e cuecas, ria-me dos neofascistas ,como nos escrevia o nosso estimado montemorense , Afonso Flórido Recordei a sinistra PIDE, que matou comunistas, também pela calada da noite, parecendo-me que a liberdade de Abril, é agora desejada para alguns a outra ditadura, mas de sinal contrário Claro que seria uma enormidade, trazer.vos os valores da liberdade, no sentido conflituoso da grande causa, por ai não vou, mas vou e irei sempre pela dignificação dos direitos humanos, essa é a minha necessidade, denunciando as pulhices dos fascistas da direita e da esquerda que dividem para depois reinarem noutro poder e o povo que coma com senhas na mão! Quem leu como eu, as propostas eleitorais do Partido Comunista, defendendo os trabalhadores, o comercio familiar, a luta contra o capitalismo explorador e selvagem, fica iludido e vota em liberdade de consciência do bem comum do povo, como eu assumi com o meu voto na Partido Comunista, agora naquela desgraça social na Venezuela, de fome e mortes, cidadãos de trabalho, chamar-lhes neofascistas e terroristas, só desprestigia os valores da esquerda democrática Aceitem o meu abraço fraternalista, que de politico vou ali e já venho,Bom domingo em familia e rumo ao respeito pela condição social e humana dos nossos semelhantes, se os purgatórios só inferno.

sábado, 5 de agosto de 2017

Nunca me vou deixar dominar pelo ódio da politica

Estimado Afonso Flórido Jamais o fetiche da ideologia politica me aniquilou a estima e a fraternidade por um camarada e amigo, jamais Curiosamente e depois de ter lido o sem comentário, julgando-me um" neofascista", vou ainda respeitá-lo mais no nosso humanizado contraditório, criativo e elevado, reduzindo a cinzas a mesquinhice do ódio Vou publicar uma opinião sobre as prisões politicas. mais ou menos elaborado, esperando que não pense que é uma provocação, nada disso, permitindo-me apenas usar o que mais sagrado temos,a liberdade de expressão, sempre esmagada pelos fascistas da direita e da esquerda Creia com amizade, os votos de um bom fim de semana em familia
Fetichismo da mercadoria
O fetichismo da mercadoria é uma expressão atribuída a Karl Marx, sendo um conceito central e crucial do sistema econômico criado pelo filósofo e economista alemão. Marx indica que graças a esse fenômeno psicológico e social, os produtos parecem ganhar vontade própria, e deixam de ser meros objetos e passam a ser alvo de adoração pelo ser humano. Desta forma, os indivíduos se comportam como objetos e os objetos se comportam como pessoas
Afonso Flórido 14 mortos provocados pela dita oposição neofascista que na Venezuela e na América Latina tem sido o principal problema da libertação dos povos dessa zona.Os ricos não perdoam que os povos indígenas tenham hoje condições como nunca tiveram. Depois pagam a indigentes para armar estrilho, não querendo dizer que não exista dificuldades

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Cuidar das raizes!

Cuidar das raizes para que possa saborear os seus frutos, basta que lhes ponha água todos os dias, mas o que me motiva agora, são outras raízes, aquelas outras da infância e da juventude, no Casal Novo do Rio, a Barca de antanho, Não adianta sobrepor-me no presente, se esqueço a minha i ingenuidade desse tempo, trazendo-o do meu lugar e com ele me fiz ao mundo, levando comigo o sonho, uma navalha de barba, um pente e uma tesoura O que sempre me animou, foi regressar ao sitio de onde parti a que não é alheio a muitos outros meus camaradas, o mesmo destino de terem levado nas palmas das mãos a sua sina e a perplexidade do desconhecido. Mas hoje mergulhado em duvidas, estranho medo meu, fui buscando as minhas raízes e sonhos, alguns de morte lenta sobre a praia, estremecendo, ao recordar a minha Mãe, quando me levou á escola do professor Soares, em Montemor, talvez de chinelos ou tamancos? O que ficou para sempre, foi a sua terna doçura, frente ao professor, pedindo-lhe para me ensinar a ler e a escrever. A Mãe, que não sabia uma letra e muito menos assinar o seu nome, guiando-me com a sua bondade infinita, o caminho que devia seguir, aprendendo a ler e a escrever È por aqui que encontro o meu pensar livre e ousado, expondo as minhas razões, ou não, da minha angustia por vezes vencida, se a esperança me tocar no cuidar das minhas raízes familiares

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Quem se recorda da PIDE ?

Os pobres coitados, ou eram da direita ou simpatizavam do imperialiismo Recordam-se da PIDE ? Os comites populares, que bem conheço, estão a fazer das suas Tudo em nome da dignidade dos trabalhadores Dizei agora ou calai.vos para sempre Prefiro dizer já para não me acusarem de traidor aos sagrados direitos humanos A instabilidade na Venezuela continua.oietido, num raide noturno, pelas forças do governo de Nicolàs Maduro o líder oposicionista Leopoldo López, no rescaldo da votação para a Assembleia Constituinte, largamente denunciada como anti-democrática.
Uma outra detenção, na mesma noite: a do ex-presidente da Câmara da capital venezuelana, Antonio Ledezma. Ambos os homens estavam em prisão domiciliária, ambos apelaram às manifestaçãos nas ruas

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Há!! Diretamente do salão para o facebook, até que enfim que o velho entra nos eixos Desde aquele vídeo na minha Barca Não tenho vergonha em dizer-vos que os jovens, muito novinhos me ensinam no demônio do tablete Se o meu mundo de há 70 anos, pudesse ser aqui mostrado, o que era a Barca, Casal Novo do Rio, seria um excelente filme social e cultural, comparando-o com a atual sociedade em busca da sua destruição nos conflitos que teima em alimentar todos os dias Recordo sempre o Zé Craveiro, esse mágico das palavras e dos sentimentos Eu que não sou rico, estou muito feliz por ter nascido no meio de tanta pobreza, Como te compreendo ZÉ Craveiro E por ai que pensamos e nos guiamos no presente,ás vezes tristes por vermos o ridículo da sobranceria de alguns que não tem culpa do seu desatino

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Fiquei admirado com o comunicado do Partido Comunista, sobre a tragédia social na Venezuela, Agora percebo, tendo em conta as suas propostas no apoio aos trabalhadores, comerciantes, na saude, propostas que me levaram a votar no partido, agora percebo qual o motivo da sua modestia base eleitoral no país, apoiando ditaduras e a guerra civil na Venezuela

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Gosto de uma boa gargalhada

Rir faz bem á saude.
Os especialistas asseguram que rir com bom senso, diminui o stress, aproximando as pessoas na compreensão na amizade Por mim sinto-me saudàvel e libertado dos meus "fantasmas", se rir com espontaneidade é já a partilha da solidariedade, quer em casa ou na vida social O que os especialistas não descobriram, foi a causa dos sorrisos amarelos, que não são "filhos" dos genuinos , porque rir sem autenticidade , faz muito mal á saude

sábado, 29 de julho de 2017

O camarada Maduro é cá dos meus A cambada é da direita e com gostos imperialistas


Governo venezuelano proibiu as manifestações a partir de sexta-feira. Quem for apanhado a desrespeitar esta decisão tomada nesta quinta-feira pode incorrer em penas de prisão de cinco a dez anos. Os venezuelanos vão domingo às urnas, em eleições da Assembleia Constituinte, marcadas pelo Presidente Nicolás Maduro.
PUB
A proibição foi anunciada pelo ministro venezuelano do Interior e Justiça, Néstor Reverol, no mesmo dia em que se soube que há mais quatro mortos a registar em confrontos entre as autoridades e manifestantes da oposição. A medida entra em vigor nesta sexta, quando oposição pretende realizar uma "tomada" da cidade de Caracas, um acto simbólico contra a Assembleia Constituinte promovida pelo chefe de Estado.
Leopoldo López pede aos venezuelanos para manterem a luta na rua
Leopoldo López pede aos venezuelanos para manterem a luta na rua
"Proíbe-se, em todo o território nacional, as reuniões e manifestações públicas, concentrações de pessoas e qualquer outro acto similar que possa perturbar ou afectar o normal desenvolvimento do processo eleitoral", disse o governante, numa mensagem transmitida pela televisão
GostoMostrar mais reações
Comentar

sexta-feira, 28 de julho de 2017


    Juvelino Soares partilhou uma publicação na tua Cronologia.
    30 min
    Juvelino Soares
    45 min
    JACINTOS NO RIO MONDEGO
    “E R E I R A”
    O Rio Mondego,
    Fértil em tradições,
    Foi cantado por estudantes,
    Que saudavam suas amantes,
    Ao cantarem, suas belas canções.
    Barcos de pescadores navegavam,
    Nas suas águas transparentes,
    Pescadores afamados pescavam,
    Para isso diariamente se ausentavam
    Dias inteiros, de suas casas ausentes.
    Esses tempos já lá vão,
    Os pescadores já não pescam,
    O que era bom e era uma tradição,
    Lembramos por mera recordação,
    Coisas boas que agora nos restam.
    Hoje o rio mondego já não corre,
    As suas águas já não são transparentes,
    Por Jacintos o rio mondego foi invadido,
    Aquele nosso rio, hoje está perdido,
    Culpados são homens negligentes.
    Já não temos Rio Mondego,
    O seu caudal morto, já não se vê,
    Todo coberto por fresca verdura.
    Visto da ponte é uma tortura,
    Quem passa lamenta e pergunta:
    Assim até quando?...
    NINGUEM O PREVÊ.
    28.07.2017
    a/Juvelino S. Soares
    Reveles/Abrunheira
    MONTEMOR-

Bom dia bom dia

Vou regressar com noticias, até já Com amizade

terça-feira, 25 de julho de 2017

Sr Licinio Andrade Santos que esse sr compre um ingresso e viva em carne própria o que vivemos os venezuelanos e me incluo porque mal tenho 10 meses que saí da minha amada Venezuela fugindo do desastre de governo que temos.... Desgraça O dia em que votaram por esses criminosos... um abraço para você que é tão venezuelano como eu
Traduzido automaticamente
Pois é Sr Licinio Andrade Temos por cá uns criminosos sociais, verdadeiros vampiros, veja o caso da Altice. mas felizmente os nossos trabalhadores podem fazer greve e protestar nas ruas, filiados em sindicatos livres, sem o ferrete das ditaduras da esquerda ou da direita,Uma benção da liberdade dos nossos trabalhadores, que gritam pela sua justiça e dignidade, organizados e livres no seu destino Como sabe meu caro Licinio Andrade, abomino ditaduras, criadas no tal despotismo e tiranias, como escreve Nuno Pacheco A Venezuela está destruida numa guerra civil e não posso desmentir, os que por lá viveram tantos anos, apenas isso me aviva que a democracia, apesar dos seus criminosos, ainda os podemos denunciar na praça pública, como acontece por cá, não sofrendo as tais prisões arbitrárias, felizmente

sábado, 22 de julho de 2017

Marioneta, eu?
A propósito dos Jornais em Montemor-o-Velho, não me parece que tenha balançado nos cordéis manipuladores, ou por submissão a qualquer tipo de poder, tenha vendido a minha alma ao diabo, não me parece. Percebo as dificuldades num concelho em que o comercio e a industria, não tem meios financeiros na continuidade dos seus apoios na promoção dos seus produtos, mas isso referencia a incapacidade dos jornais em manterem-se independentes do poder politico, ou de grupos, sempre com os olhos no burro do cigano. No meu caso, ainda hoje é a profissão que me liberta dessas"dividas", cujo jornalismo em tais circunstancias de submissão, é o mesmo que comprar fiado e não pagar a conta.Serviu esta introdução para afastar os meus demônios no jornalismo amador, durante anos e anos, não me sentindo um verbo de encher, ou caminhar de joelhos, face a todos os poderes, com os quais mantenho a melhor cordialidade e os espaços de comunicação que lhes pertencem por inteiro, bastando-me para isso que usufrua da parte que me compete, o rigor do serviço e da sua imparcialidade nas causas em que sempre acreditei por Terras e Montemor. O resto não faz parte do meu cardápio, porque as sanduíches que comi paguei-as com lingua de palmo

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Os fretes de um jornal-

Por sistema sou do contra?
Estes fenómenos do fetichismo tem muito que se lhe diga, mas garanto-vos que não tenho nenhum feitiço, sobre o Jornal de Montemor, desejando-lhe longas mensagens por Terras de Montemor. O que eu tenho é outro comportamento do serviço publico, quando se trata do rigor partilhado com todas as correntes de pensamento, quer politicas ou religiosas, assumindo a deontologia do jornalismo amador, como é o meu caso Sei bem que não é possivel manter jornais em Montemor, na sua independência editorial e noticiosa, abrindo as suas páginas aos contraditórios de todas as opções, o que a meu ver nada tem com perseguições ao poder local. Para provar o que escrevo e faço questão de o praticar nos meus circuitos de comunicação, foi a entrevista com o Sr Julio Torrão, presidente da Cãmara, na Radio da Figueira da Foz. Logo a seguir convidei a oposição no mesmo espaço e horários, o que deixa entender que não sou do contra, nem a favor, sou na modéstia do meu jornalismo a ponte de todas as causas e de todas as vozes Quando um dia pensei que poderia por em prática os meus objectivos de independência em Montemor, com um jornal mensário, tendo como apoio um Edital da Cãmara, percebi que o meu retorno no jornal era demasiado doloroso e vexatório. no que julgava com a minha liberdade de expressão, o melhor e o mais assertivo serviço de todos e para a comunidade, enganando-me redondamente

terça-feira, 18 de julho de 2017

As causas na democracia

Para mim não bastam os textos sobre a democracia, Para mim a sua essençia está no caracter dos individuos.Tanto possivel e complicado no meu modo simples e humanizado nos seus exemplos, procurando-os e lutando por eles no relacionamento constante com os outros, discordando e respeitando-os nas suas opções politicas e religiosas. Por exemplo; não tenho condições de fé, para me assumir como Jeová Quantas as vezes publiquei no meu blogue e no facebook, as suas literaturas.Inclusive, no Mar Revolto,na radio da Figueira da Foz, emiti uma conversa (apontamento) convidando-os para um programa que não aceitaram. A meu ver, sem vos dar lições de parvoice, a democracia trabalha-se todos os dias em pequenas atitudes, o drama é quando crusamos com os interesses politicos e económicos, por aí tenho muito que aprender

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Democracia, democracia, por onde andas tu?

O nosso parlamento parece uma feira.Por enquanto, pelo menos, damos lições a uns e a outros na Venezuela. Berram, insultos, cada um para o seu sitio, mas os gajos lá vão indo em liberdade nas suas opções politicas e com partidos para todos os gostos, Benza Deus, tais amigos do povo?
Em que ficamos? Quais os politicos que não querem a democracia Maduro, reclama-a, os milhões que inundaram ás ruas, do mesmo modo " namoram" o poder que os levará a uma guerra civil. Depois contam-se os cadáveres e as armas

domingo, 16 de julho de 2017

Aquino, o anónimo, tem alguma razão

Na "requintada" arrogância pidesca, fui além do lápis azul, citando-o de cobarde e má língua, por não ter assinado o que escreveu, o Aquino, escondido e complexado.
Sempre encaminhei as minhas colaboradoras para o seu sindicato, não fosse o engano meu ou da minha mulher, logo sou pelos sindicatos, por forma a defenderam os trabalhadores, do patronato egoísta e soberbo
Recordo o Aquino, o anônimo, por reconhecer alguma razão sobre a polemica com o Afonso Flórido, ao ler hoje no C,M, uma entrevista com o Sr Mário Nogueira, (Fenprof ) confessando a sua desatualizado na sua profissão, face aos 20 de sindicalismo, a sua profissão no presente a tempo inteiro~
Entrevistador.Não dá aulas á mais de 20 anos, estaria á vontade com os novos programas ?
M, N. Tal como deputados, autarcas, governantes, ou dirigentes de organizações, que estão, há mais tempo nos cargos, terei de me atualizar.Admito estar em desvantagem, entre outras opiniões sobre o sindicalismo, necessário, mas que alguns fazem a sua carreira profissional
O anonimo, levantou um tema interessante, mas assim escondido, não venha par cá com escritos que serão logo riscados com o meu lápis azul


Memórias das minhas gentes.

Não se trata de "exorcismo" mas da minha realidade temporal, interiorizada de tristeza, sentida na Igreja da Misericórdia, em Montemor-o-Velho, no adeus ao Antônio Rodrigues. .Igreja, lotada até á sua entrada, instalando-se na estrada, os que não tinham lugar dentro do Monumento. O  que senti não foi o historial das minhas andanças, desde os 14 anos, quando abandonei a Barca e Montemor, com a roupa que levei no corpo, mas de todo o retorno da minha inocençia perante a morte que me fez acordar, de que os gritos de soberba, são inúteis e desesperados.
O que senti numa serena humildade, foi o meu destino, caído como folhas secas, a varrer para o "bueiro" da minha vida, tão fútil e engenhosa numa tarde silenciosa e ao mesmo tempo realista, também valorizada com esperança pelo exemplo do Antônio Rodrigues.
O meu caminho continua aberto, por enquanto, esperando que o percorra, de olhos cintilantes de oportunidade, absorvendo escolas de vidas nos outros caminhantes, rejeitando sempre o que me parece injusto e cruel na nossa condição humana

Os valores que se justificam viver em paz com os outros

A Igreja da Misericórdia, em Montemor, foi pequena para uma manifestação intensa e sentida, no adeus ao António Rodrigues, sepultado em Vila Verde, onde repousa a sua esposa Noémia Rodrigues A folha que publicamos foi retirada do livro do Atlético, recordando uma conversa em 10 de Janeiro em 1990, no Jornal de Montemor, entre outras opiniões da sua humidade e serviços á comunidade.OS HOMENS PASSAM. MAS AS OBRAS E AS RECORDAÇÔES FICAM No curto apontamento, uma reduzida parte do que foi a sua extraordinária actividade Obrigado Antonio, até um dia destes

O adeus ao Antonio Rodrigues

Estou a pensar que não tenho sono e que ontem senti na tarde de domingo, em Montemor, o inesquecível reconhecimento e gratidão pelo exemplo do nosso irmão António Rodrigues. Partilhei( tantos e tantos partilharam) na Santa Casa da Misericórdia, belos momentos de solidariedade Um dia, um colega meu, também nascido na Barca, corria o risco de viver nas ruas da Figueira da Foz, envelhecido e doente, já idoso e sem trabalho .Antonio, Antonio, temos que instalar o irmão do Emidio dos Santos, no lar, em Montemor.Como e com esta lista de espera? Pegou no telefone e falou com o sr Engenheiro Abreu, provedor do Lar de Santo António, Figueira da Foz. Fomos à presença do Sr Abreu, naquele lar na Figueira. No dia seguinte, o meu colega já dormiu numa cama lavada e com refeições a horas certas, Por lá ficou muitos anos. Morreu e está sepultado em Montemor.António Rodrigues, não viveu de palavras, amou-as nas suas atitudes perante o próximo, Viver como Jesus Cristo viveu, amar como Jesus Cristo amou, o António, foi em vida um fiel interprete da mensagem cristã

sábado, 15 de julho de 2017

Perdoar setenta e sete vezes, disse Jesus Cristo, em vez de sete

Nada mais importante para os crentes, do que serem perdoados por Deus Com o devido e sensato respeito aos crentes, será que existe Deus? Todos iremos levar a propria carga dos defeitos e das qualidades, mas a morte permite-me a interrogação final dos exemplos ou não dos que partem. Meu Deus,meu Deus se existes, ficarás surpreendido, com este teu filho, proporcionando.lhe a paz eterna, tal foi a sua passagem pela terra, como cidadão e pai, amigo do amigo, que mais queres meu Deus, para este nosso irmão
Embora esperada, a morte do António, deixou-me reflectir o seu grande exemplo de serviço á comunidade montemorense Provedor da Santa Casa , no Atlético, onde recordamos no livro a sua dedicação ao clube, o António Rodrigues, deu tudo por um belo ideal em Montemor, recebendo em troca a nossa gratidão

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Fechar as portas ?

Não é facil fechar as portas a alguém, mesmo que saibamos o seu fecho para nós. Existe sempre uma reflexão e pode nascer um novo motivo , vencendo coisas de nada no homem ou mulher, libertando-os das garras da intolerância e do orgulho As portas da solidariedade, são as mais largas e aquelas que nos transmitem esperança, sobretudo a paz rejeitada, um bem da natureza de cada um de nós

Figueira T V divulgou a Cova Gala pelo país e pelo mundo

Olimpio Fernandes para Maria Do Carmo
7 h
Quase 4 mil visitantes. Vila de São Pedro Fantástico!