sábado, 22 de julho de 2017

Marioneta, eu?
A propósito dos Jornais em Montemor-o-Velho, não me parece que tenha balançado nos cordéis manipuladores, ou por submissão a qualquer tipo de poder, tenha vendido a minha alma ao diabo, não me parece. Percebo as dificuldades num concelho em que o comercio e a industria, não tem meios financeiros na continuidade dos seus apoios na promoção dos seus produtos, mas isso referencia a incapacidade dos jornais em manterem-se independentes do poder politico, ou de grupos, sempre com os olhos no burro do cigano. No meu caso, ainda hoje é a profissão que me liberta dessas"dividas", cujo jornalismo em tais circunstancias de submissão, é o mesmo que comprar fiado e não pagar a conta.Serviu esta introdução para afastar os meus demônios no jornalismo amador, durante anos e anos, não me sentindo um verbo de encher, ou caminhar de joelhos, face a todos os poderes, com os quais mantenho a melhor cordialidade e os espaços de comunicação que lhes pertencem por inteiro, bastando-me para isso que usufrua da parte que me compete, o rigor do serviço e da sua imparcialidade nas causas em que sempre acreditei por Terras e Montemor. O resto não faz parte do meu cardápio, porque as sanduíches que comi paguei-as com lingua de palmo

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Os fretes de um jornal-

Por sistema sou do contra?
Estes fenómenos do fetichismo tem muito que se lhe diga, mas garanto-vos que não tenho nenhum feitiço, sobre o Jornal de Montemor, desejando-lhe longas mensagens por Terras de Montemor. O que eu tenho é outro comportamento do serviço publico, quando se trata do rigor partilhado com todas as correntes de pensamento, quer politicas ou religiosas, assumindo a deontologia do jornalismo amador, como é o meu caso Sei bem que não é possivel manter jornais em Montemor, na sua independência editorial e noticiosa, abrindo as suas páginas aos contraditórios de todas as opções, o que a meu ver nada tem com perseguições ao poder local. Para provar o que escrevo e faço questão de o praticar nos meus circuitos de comunicação, foi a entrevista com o Sr Julio Torrão, presidente da Cãmara, na Radio da Figueira da Foz. Logo a seguir convidei a oposição no mesmo espaço e horários, o que deixa entender que não sou do contra, nem a favor, sou na modéstia do meu jornalismo a ponte de todas as causas e de todas as vozes Quando um dia pensei que poderia por em prática os meus objectivos de independência em Montemor, com um jornal mensário, tendo como apoio um Edital da Cãmara, percebi que o meu retorno no jornal era demasiado doloroso e vexatório. no que julgava com a minha liberdade de expressão, o melhor e o mais assertivo serviço de todos e para a comunidade, enganando-me redondamente

terça-feira, 18 de julho de 2017

As causas na democracia

Para mim não bastam os textos sobre a democracia, Para mim a sua essençia está no caracter dos individuos.Tanto possivel e complicado no meu modo simples e humanizado nos seus exemplos, procurando-os e lutando por eles no relacionamento constante com os outros, discordando e respeitando-os nas suas opções politicas e religiosas. Por exemplo; não tenho condições de fé, para me assumir como Jeová Quantas as vezes publiquei no meu blogue e no facebook, as suas literaturas.Inclusive, no Mar Revolto,na radio da Figueira da Foz, emiti uma conversa (apontamento) convidando-os para um programa que não aceitaram. A meu ver, sem vos dar lições de parvoice, a democracia trabalha-se todos os dias em pequenas atitudes, o drama é quando crusamos com os interesses politicos e económicos, por aí tenho muito que aprender

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Democracia, democracia, por onde andas tu?

O nosso parlamento parece uma feira.Por enquanto, pelo menos, damos lições a uns e a outros na Venezuela. Berram, insultos, cada um para o seu sitio, mas os gajos lá vão indo em liberdade nas suas opções politicas e com partidos para todos os gostos, Benza Deus, tais amigos do povo?
Em que ficamos? Quais os politicos que não querem a democracia Maduro, reclama-a, os milhões que inundaram ás ruas, do mesmo modo " namoram" o poder que os levará a uma guerra civil. Depois contam-se os cadáveres e as armas

domingo, 16 de julho de 2017

Aquino, o anónimo, tem alguma razão

Na "requintada" arrogância pidesca, fui além do lápis azul, citando-o de cobarde e má língua, por não ter assinado o que escreveu, o Aquino, escondido e complexado.
Sempre encaminhei as minhas colaboradoras para o seu sindicato, não fosse o engano meu ou da minha mulher, logo sou pelos sindicatos, por forma a defenderam os trabalhadores, do patronato egoísta e soberbo
Recordo o Aquino, o anônimo, por reconhecer alguma razão sobre a polemica com o Afonso Flórido, ao ler hoje no C,M, uma entrevista com o Sr Mário Nogueira, (Fenprof ) confessando a sua desatualizado na sua profissão, face aos 20 de sindicalismo, a sua profissão no presente a tempo inteiro~
Entrevistador.Não dá aulas á mais de 20 anos, estaria á vontade com os novos programas ?
M, N. Tal como deputados, autarcas, governantes, ou dirigentes de organizações, que estão, há mais tempo nos cargos, terei de me atualizar.Admito estar em desvantagem, entre outras opiniões sobre o sindicalismo, necessário, mas que alguns fazem a sua carreira profissional
O anonimo, levantou um tema interessante, mas assim escondido, não venha par cá com escritos que serão logo riscados com o meu lápis azul


Memórias das minhas gentes.

Não se trata de "exorcismo" mas da minha realidade temporal, interiorizada de tristeza, sentida na Igreja da Misericórdia, em Montemor-o-Velho, no adeus ao Antônio Rodrigues. .Igreja, lotada até á sua entrada, instalando-se na estrada, os que não tinham lugar dentro do Monumento. O  que senti não foi o historial das minhas andanças, desde os 14 anos, quando abandonei a Barca e Montemor, com a roupa que levei no corpo, mas de todo o retorno da minha inocençia perante a morte que me fez acordar, de que os gritos de soberba, são inúteis e desesperados.
O que senti numa serena humildade, foi o meu destino, caído como folhas secas, a varrer para o "bueiro" da minha vida, tão fútil e engenhosa numa tarde silenciosa e ao mesmo tempo realista, também valorizada com esperança pelo exemplo do Antônio Rodrigues.
O meu caminho continua aberto, por enquanto, esperando que o percorra, de olhos cintilantes de oportunidade, absorvendo escolas de vidas nos outros caminhantes, rejeitando sempre o que me parece injusto e cruel na nossa condição humana

Os valores que se justificam viver em paz com os outros

A Igreja da Misericórdia, em Montemor, foi pequena para uma manifestação intensa e sentida, no adeus ao António Rodrigues, sepultado em Vila Verde, onde repousa a sua esposa Noémia Rodrigues A folha que publicamos foi retirada do livro do Atlético, recordando uma conversa em 10 de Janeiro em 1990, no Jornal de Montemor, entre outras opiniões da sua humidade e serviços á comunidade.OS HOMENS PASSAM. MAS AS OBRAS E AS RECORDAÇÔES FICAM No curto apontamento, uma reduzida parte do que foi a sua extraordinária actividade Obrigado Antonio, até um dia destes

O adeus ao Antonio Rodrigues

Estou a pensar que não tenho sono e que ontem senti na tarde de domingo, em Montemor, o inesquecível reconhecimento e gratidão pelo exemplo do nosso irmão António Rodrigues. Partilhei( tantos e tantos partilharam) na Santa Casa da Misericórdia, belos momentos de solidariedade Um dia, um colega meu, também nascido na Barca, corria o risco de viver nas ruas da Figueira da Foz, envelhecido e doente, já idoso e sem trabalho .Antonio, Antonio, temos que instalar o irmão do Emidio dos Santos, no lar, em Montemor.Como e com esta lista de espera? Pegou no telefone e falou com o sr Engenheiro Abreu, provedor do Lar de Santo António, Figueira da Foz. Fomos à presença do Sr Abreu, naquele lar na Figueira. No dia seguinte, o meu colega já dormiu numa cama lavada e com refeições a horas certas, Por lá ficou muitos anos. Morreu e está sepultado em Montemor.António Rodrigues, não viveu de palavras, amou-as nas suas atitudes perante o próximo, Viver como Jesus Cristo viveu, amar como Jesus Cristo amou, o António, foi em vida um fiel interprete da mensagem cristã

sábado, 15 de julho de 2017

Perdoar setenta e sete vezes, disse Jesus Cristo, em vez de sete

Nada mais importante para os crentes, do que serem perdoados por Deus Com o devido e sensato respeito aos crentes, será que existe Deus? Todos iremos levar a propria carga dos defeitos e das qualidades, mas a morte permite-me a interrogação final dos exemplos ou não dos que partem. Meu Deus,meu Deus se existes, ficarás surpreendido, com este teu filho, proporcionando.lhe a paz eterna, tal foi a sua passagem pela terra, como cidadão e pai, amigo do amigo, que mais queres meu Deus, para este nosso irmão
Embora esperada, a morte do António, deixou-me reflectir o seu grande exemplo de serviço á comunidade montemorense Provedor da Santa Casa , no Atlético, onde recordamos no livro a sua dedicação ao clube, o António Rodrigues, deu tudo por um belo ideal em Montemor, recebendo em troca a nossa gratidão

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Fechar as portas ?

Não é facil fechar as portas a alguém, mesmo que saibamos o seu fecho para nós. Existe sempre uma reflexão e pode nascer um novo motivo , vencendo coisas de nada no homem ou mulher, libertando-os das garras da intolerância e do orgulho As portas da solidariedade, são as mais largas e aquelas que nos transmitem esperança, sobretudo a paz rejeitada, um bem da natureza de cada um de nós

Figueira T V divulgou a Cova Gala pelo país e pelo mundo

Olimpio Fernandes para Maria Do Carmo
7 h
Quase 4 mil visitantes. Vila de São Pedro Fantástico!

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Ponto final Sr Aquino

Assina o que escreve, ou então não voltarei a publicar as suas opiniões, sobre temas graves e que nos devem preocupar, porque não sabemos se um dia destes, o nosso país, os possa sofrer também Lamento, mas ponto final na sua opinião, pois já tive por cá o Gabriel, citando Saramago.Liberdade de expressão, da qual sou  defensor, é responsabilidade no assumir das causas e dos seus efeitos, não um cobarde de meia tigela, a fazer inveja á K.G.B, ou então á nossa P.I.D, por isso vá com Deus.

Sr Aquino, o anonimo trafulha,Tem a resposta do meu amigo Flórido

Afonso Flórido Nalguns regimes não saberão, as dificuldades e a tal luta de classes continua a existir, mas lá chegarão porque a luta dos trabalhadores por uma vida digna não se esgota ali. No entanto para recordar, que o inicio das melhores condições de vida se iniciou, nos dez dias que mudaram o mundo, na grande Revolução de Outubro, com os seus erros, mas também grandes avanços para a humanidade, que alguns hoje tentam deturpar, mas que com exemplo de hoje, tentam retirar os direitos conquistados pelas pessoas na sua incansável luta por uma vida melhor.
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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Saudável contraditório entre amigos de Montemor

O que está em causa é a dignificação dos que só tem para vender a força do seu trabalho, único rendimento de milhões de homens, se quisermos também de mulheres, daí concordar com o Afonso Flórido, quando nos lembra que a luta de classes existe, tendo como simbologia a comuna de Paris, recordamos,
Reconheço que a luta dos trabalhadores, contra algum patronato é justissíma, por isso a revolução de Abril, permite nos nossos dias, as greves, subsídios de férias e natal e horas extraordinárias, permitindo que os sindicalistas se ocupem das suas tarefas, abandonado as empresas Ora, meu caro Afonso Flórido, se este formato de dignificação dos trabalhadores, não é democracia e respeito pelos trabalhadores, para onde vamos? Por outro lado já reparou no parlamento, quantos partidos se elevam nas suas opções politicas? Inclusive, repare no avanço da democracia, até temos  um partido em defesa dos animais, quero dizer da bicharada.Meio termo tenho pois, porque são os extremismos que nos levam para ruínas brutais na sociedade, quantas vezes destruindo-se a proximidade do empresário e do trabalhador Como dizia um camarada, meu amigo, os trabalhadores já não vão de marmita e a pé para o trabalho, felizmente muitos trabalhadores, tem transporte próprio.
Permita-me nesta amistosa conversa, que lhe recorde, que alguns regimes de acentuada esquerda , logo de partido único,os trabalhadores não sabem o que são subsídios de férias, muito menos de natal, para não lhe falar na liberdade sindical e outras regras cívicas dos cidadãos, o que me espanta de medo se este pais e os nossos trabalhadores venham a ser explorados por um sistema ultrapassado e muito menos democrático. Aceite a minha estima de montemorense

A indiferença no meio, diz o meu amigo Flórido


Afonso Flórido Pois é, o problema é que contrariamente ao que se propangandeia, a luta de classes existe e está bem patente, em todos países, sem guerra, e com guerra ela é a expressão dessa situação, ou estamos dum lado ou do outro, no meio é a indiferença, camuflada de democracia.
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O respeito pela democracia vencerá.

Afonso Flórido Grato pela noticia Se apoio um regime democrático, onde sejam respeitados os direitos humana, quer na liberdade de expressão, contestando as prisões politicas, não tenho hipoteses de simpatizar com os verdes (direita ) e os maduros, acabam por cair, como os figos de pingo -mel.Ambos os sistemas provaram ao longo da história, os piores crimes que se conhecem na humanidade, não sendo por esta via social que o povo usufrui a melhor dignidade Nestes sistemas badalados por idealistas, quantos se aproveitam, enganando a justiça dos sistemas ? Meu caro amigo, a pergunta continua para saber onde fica o nosso semelhante, o tal homem novo, continuadamente explorado e atirado para a valeta O meu respeito, creia

terça-feira, 11 de julho de 2017

Dignidade humana?

Estimado Montemorense,Afonso Flórido Como gostaria de escutar os homens de saber e que me falassem da dignidade humana, sem a carga politica ou religiosa e no repúdio ultrajante dos individuos que não sabem respeitar a dignidade dos seus semelhantes,seria muito proveitoso para mim O tema é delicado e vastissímo, se quisermos entender que na politica e na religião, por exemplo, os perigos da humilhação humana, são diversos e constantes. Nunca procurei na politica ou na religião o senso comum da integridade moral.Se me permite a ousadia, ela está ímplicíta no respeito pelos outros, por isso mesmo denunciando sempre os abusos dos que se julgam poderosos, humilhando os fracos, meus e iguais A politica e a religião, quando fanatizada, estão num charco de sangue, no entanto, a dignidade para esses criminosos, é elevada em principios éticos, também humanos, que sei eu disto, meu caro amigo Afonso Flórido?

segunda-feira, 10 de julho de 2017

VILA DE SÂO PEDRO NOS OLHARES DO MUNDO!

 O Diogo Jerómino,Figueira T V, mostrou-me  o gráfico que nos indica as visitas ao documentário VILA DE SÃO PEDRO, realizado com excelente qualidade pelo jovem Diogo e da jovem Adriana Mendes.
Não queria acreditar, tal foi o meu espanto e contentamento, por ter só colaborado num projecto de prestigio para os covagalenses. O gráfico está lá e não temos duvidas, muito menos mentiras,das 3,800 visitas ao documentário VILA DE SÃO PEDRO, que continuará a ser visitado.

Tá ver sr Aquino, tá lendo, responda a isto não seja trafulha

Afonso Flórido Colocar aqui imagens da direita venezuelana como sendo a violência, e algumas imagens são das contestações no Brasil, quem invadiu o Parlamento foram gente da direita, que se está aproveitando dos roubos que são feitos por eles próprios e que insuspeitos orgãos de informação europeus já denunciaram. Leiamos tudo, Até nesta foto o homem não apontando o fusil, mas transporta-o ao ombro, não 

Ó caro anonimo Aquino Veja o que me arranjou com a Venezuela.

Afonso Flórido Disse na altura que não estava por dentro da situação e não estou,O que lhe posso dizer com total franqueza é que para mim o que existe antes, muito antes da direita ou da esquerda, são as pessoas, isso para mim é sagrado Não me diga que sou fascista com tendências da esquerda ou direita, porque os extremos tocam-se e são o diabo fanatizado e destruidor do bem comum Abraço certo do montemorense

domingo, 9 de julho de 2017

O eterno circo para crianças e para adultos Trabalho e dignidade Aquele numero é fantastico



Tomás de Aquino

Veja se tem coragem de assinar o que escreve, ou também é Saramago?
Esse democrata deve ser de aviário, mais a mim mais a mim.Já tenho o seu texto no facebook, com alguma visibilidade, mas por favor, assine o que escreve, ou anda fugido á policia? O Saramago, falava em democracia, do partido único, claro, com prisões á mistura, são muito perigosos, creia.

Estou tramado!

Tomáz de Aquino ? Agora? Saramago? Estou tramado!

sábado, 8 de julho de 2017

Um ano depois a mesma convição

sexta-feira, 8 de julho de 2016
Alguém me passou um certificado?
Os que lutam por causas e as suas verdades, os que são por natureza contra as mentiras e as cínicas deslealdades, os que amam a justiça e o bem fazer, são oriundos de uma especie humana combativa e polêmica pelas citadas verdades, daí tantos exemplos que nos animam a viver.
Não precisam de certificados, muito menos de honrarias, beijando mãos ou curvando-se perante os deuses da terra, não, não.
Precisam só de si e do seu destemor, denunciando e aprendendo com os debates das ideias nas diferentes opções de cada um. Sabemos  que ninguém é dono de todas as verdades, mas tenho a certeza que alguns homens são mais honestos do que outros. A obra do escritor ficará no tempo, os da má língua contra o escritor, são uma especie de espuma, como aquelas aplicadas nos cabelos, evaporando-se. O livro  é um bom companheiro,referente ao Coro dos Defuntos. escrito pelo,Dr António Tavares. Reflete a sua critica contra  a hipocrisia dos patetas que  muito deviam  aprender, respeitando o  saber dos outros  subindo os degraus do conhecimento e da solidariedade,libertando-se dos incomodativos lixos que os matizam  e  que se espalham pela via pública, esperando o carro que os levará para o aterro sanitário,
Eis pois a minha sina e o meu caminho sem certificado, livre e espontâneo, pedindo aos santos que me i ajudem a melhorar os erros de todos os dias

Vamos ver se nos entendemos , carago?

Afinal o caro anonimo,chama-se João Gabriel, ou Gabriel de Aquino? È seu irmão, ou parente, onde está o verdadeiro? Tá ver como são os anonimos cagadinhos de medo, metem as mãos pelos pés, falam de Saramago, dão lições de moral e depois não valem uma merda Este João Gabriel, agora Gabriel de Aquino, não existem, ou sou eu de velho, tenho os parafusos gastos? Diga-me por favor,A tragedia na Venezuela, é´provocada pelos fanáticos da esquerda ou da direita? Ou é obra dos americanos? O sr anonimo, não venha com rodeios de Saramago, quinos e companhia.A minha policia secreta, uma mistura de KG.B--P I D, já descobriu o cagadinho á muito tempo, um cobarde de meter medo, aos que tem medo dele, percebe?. Tenha bom fim de semana em famila Não se esqueça de me explicar que tipo de fascismo, está a destruir a Venezuela, democracia não deve ser, julgo eu?

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Sr Gabriel, já escolheu o corte.? É de borla

Quanto a Cuba, permita-me que lhe diga da minha simpatia do seu povo, também o seu silêncio e mistério, continuam a interrogar-me, mas contagiante como se motivam na poesia das suas musicas, um modo de vida e sobrevivência num belo pais, com duas moedas, uma para os turistas e a outra para os cubanos. È pois a minha opinião do viajante nas belas praias de Varadero, ou então misturar- me com o povo em Havana, bebendo rum e mojitos, mas como vivo com a angustia dos meus compromissos socais que sempre me rodearam e preocuparam, por ai lhe vou contar um dia destes.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Sr Gabriel,seja bem vindo



Como oferta, porque o dinheiro não é tudo na vida, tem aqui dois modelos para o seu corte.Como tenho a certeza do estupido abuso do seu nome, porque o anonimo não vale um... Não me leve a serio com esta ironia, certo? Quanto ao desastre social  na Venezuela, que dizer-lhe?

Já volto sr Gabriel

O camarada barbeiro deve é ir mandar bitaites lá para a sua querida Cuba ou na melhor das hipóteses para a "Nova Venezuela", onde pode ser um dos candidatos à substituição do camarada Maduro. 
Cuidado, porque já dizia o velho Aleixo: "o maduro pode cair de velho". 
Gabriel DAquilo

Também eu..

Não sou jornalista e nem para lá vou indo, mas também sou vitima de um inquisidor à muito tempo na bonita terra da Cova Gala.Por isso "roubei" o texto por aí, trazendo-o para que façamos meditação sobre os novos democratas de Abril, os tais que sonham com partido unico e reis de toda  a verdade.

Jornalismo livre independente?

Há uma grande fogueira nas redes socais que está a ser atiçada pelos novos inquisidores dos tempos modernos. Os novos inquisidores, quando não gostam do Jornalismo Livre e Independente acusam os jornalistas que o praticam de serem do Partido A ou do Partido B ou C. Colam-lhes um rótulo à volta do nome, atiram-nos para a fogueira das redes sociais e atiçam as chamas. Os autos-de-fé são rápidos e eficazes. Basta um dos atiçadores dizer que um jornalista é um pau mandado do líder de um partido e logo a turba corre a ir buscar a fita do rótulo partidário e a colá-la ao nome desse jornalista em tudo o que é rede social.

Esta semana fui submetido a mais um desses autos-

A democracia do Sr João Gabriel

Os truques dos anonimatos são penosos, fazendo da sua farsa, gargalhadas sem fim, em redor de uma  mesa com café, ou outras bebidas geladas de democracia e esperteza saloia Claro que o sr Gabriel, até pode ser um homem serio em qualquer lugar, mas sujaram~lhe o nome no charco do anonimato, esperando que o sem vergonha que lhe sujou o nome,se inscreva como vigilante nas florestas, dando de si algum préstimo á comunidade, em vez da sua ociosidade

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Democracia?

Venho de longe de muito longe e ainda tenho nos ouvidos os discursos trágicos de Salazar.Não havia televisão e o radio era naquela época o único meio de o ouvir, falando da Pátria e da família, enviando para Africa e para a morte milhares de jovens.Tal como as pessoas que não tem sorte e tudo de mau lhes acontece, também este belo país, não a teve com o regime Salazarista, fomentado numa classe  elitista de estado. A policia politica, era um terror, prendia e matava os que protestavam contra o regime. Os comunistas, foram os mais sacrificados, pois foram até á morte.O 25 de Abril, era esperado e deu no que deu em liberdades cívicas, um bem precioso e desejado, mas no resto a democracia foi abalada por crimes econômicos sem nome, feitos por uma descarada ladroagem, arruinando os princípios da igualdade e de oportunidades dos cidadãos O poder discricionário instalou-se, também nos partidos, necessários e uteis em democracia, mas esvaziado de justiça social e humanismo. Não me admira que neste caos politico, não surjam os que sempre sonharam com regimes totalitários e organizados á sua media, agora em liberdade total de se manifestarem nas ruas e na imprensa escrita e falada, mas a culpa não é e nunca será da democracia, pois não, a culpa tem sido dos que a traficaram nos piores crimes econômicos, revolvendo-se numa liberdade que não mereciam Recordo por ultimo um regime com muitas simpatias no país, o seguinte,O artigo 62 da constituição, considero-o democrático, mas logo a seguir outros artigos da mesma   constituição, não permitem liberdades publicas, logo a liberdade de expressão e associação, portanto estamos conversados sobre a matéria das liberdades dos cidadãos cá e lá.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Caro sr João Gabriel, tem jeito para cantar o fado?

Vou lá estar com alguns(poucos amigos) na festa  de fados no Covense, só que já não fui atempo de me inscrever para as cantigas, também por falta de jeito, mas quem sabe se o respeitado anónimo, admirador de Saramago, também eu, que não sou comunista, o admiro, mas devagar, devagarinho,Aceite o meu respeito, porque brincar faz bem á almas da gente

Brincar com a desgraça dos fogos?

Não é essa a minha intenção, como sabem , brincar com tão dramática tragédia, mas o que me motiva é a engenharia do suposto anónmo, o srJoão Gabriel, esse é cá dos nossos na comédia das ironias

Do facebook para o blogue

Duas mulheres de "armas" que conheço Uma covagalense,a Alexandra, a Maria José, montemorense, mulheres de trabalho que não podem ser vigilantes nas florestas
Gosto
C

Nada, mesmo nada, é mais prejudicial aos que trabalham,aqueles que nada fazem.

Os velhos como eu sou, já não precisam de dormir horas e horas seguidas, basta-me o suficiente para repor o labor do dia a dia,sempre activo na profissão, entre as 9horas e as 19horas, com o espaço para o almoço Vou trabalhando nos cortes e nas barbas, o meu verdadeiro e único sustento, porque com a radio e a Figueira T.V., morria de fome com  a família, apenas e só com as despesas pagas, faltando-me fazer as contas,se não tenho prejuízo com o tal amadorismo Por isso desculpem esta frontalidade.Quando vejo alguns inúteis a dar-me lições de moral, mostro-lhes o carácter das minhas causas, porque estes indivíduos precisam que alguém lhes recorde o seu estatuto inútil e provocador aos que trabalham e procuram a ponte da solidariedade

Vigilantes precisam-se.

Se tens saúde e idade para contribuíres para o bem comum da tua comunidade.
Se estás reformado, ou vives de subsídios. Os  teus dias podem ter sentido e utilidade ao próximo, em vez de provocares  quem trabalha,Se  estás nestas condições, precisam~se vigilantes para as florestas, aproveita e vais sentir orgulho da tua consciência, em vez da tua triste inutilidade.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Se não fosse uma afronta á dignidade humana...

Não dava puto de confiança aos fieis caciques da liberdade de expressão e da democracia, e sabem qual o motivo?´
Incapazes de denunciar regimes totalitários, onde as prisões politicas são mais do que muitas, eis os falsos democratas, pintados no seu descaramento e afronta aos sagrados direitos de todos os homens e mulheres Eleições livres? Os que votam nos comités populares, são os mesmos que depois votam na Assembleia, calai-vos e tenham a coragem de se sentirem homens dignos desse nome, denunciando os crimes contra os nossos semelhantes 

VEM AI A LIBERDADE DE EXPRESSÂO,DEVAGAR,DEVAGARINHO; PORQUE VEM DE CARROÇA

domingo, 2 de julho de 2017

Os perigos da ociosidade

O amadorismo das minhas atividades nas rádios  e nos jornais, nunca me granjearam o pão para por na mesa, por causa e efeito da minha incapacidade para atingir os objetivos profissionalizados na comunicação social. Deste principio não saindo, resta-me ainda a profissão, aos 76 anos, por forma e funcionalidade da minha sustentabilidade, suportando com um sorriso "cínico" a maledicência de alguns eruditos, soltos de ociosidade, incapazes de produzir seja o que for no colectivo das suas terras.Visitei um pais, onde estes indivíduos, ao fim de algum tempo, não tinham hipóteses de construir o seu mundo de vadiagem e ociosidade num regime que os "convidava" ao descanso nos quadradinhos. Ontem alguém me dizia que os que vivem de subsídios e que tenham fisico e saude para o trabalho, vão direitinhos aos serviços de apoio ás  florestas, uma medida que retira aos difamadores, a pestilenta ociosidade.Sejamos pois democratas e honestos, usando a prática do bem comum, combatendo o perigo dos boateiros, um pouco em todas as terras definhando-se no parasitismo intestinal e doentio.

A maledicência é um vicio provocada pela ociosidade?

A Barca num povo recordado

O que era o Casal Novo do Rio, à 70 anos,recordo-o agora, respeitando a memória dos meus conterrãneos dessa época. Não sei se existe algum filme, julgo que não, dessas vivências sociais, o que seria um excelente documentário, para se verificar a natureza do tempo transformador Por lá vivem algumas pessoas, testemunhas de uma época heroica no trabalho de sol a sol, cantando os seus" sonhos", num limite de meios inimagináveis.Quem se esqueceu desta identificação social, os que vivem ainda e os que partiram na aventura da vida, perderam muito da sua racionalidade.e do jeito que fomos e somos em decadência