sexta-feira, 20 de junho de 2014

O regime não suportou Rentes de Carvalho.

O escritor Rentes de Carvalho, nasceu em 1930, em Vila Nova de Gaia, mas o regime Salazarista, não se dava bem com inteligências, tinha medo delas, ou então só gostava de outras que lhes beijassem os pés e as 
mãos.
Obrigado a abandonar o seu país, viveu no Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque, Paris.
Em 1956 passou a viver em Amsterdão, onde se licenciou e foi docente de Literatura Portuguesa.
Respeitado naqueles países pela sua obra de várias publicações, os seus livros alcançaram o estatuto
de best-seller, face a uma longa vida, que o regime preferiu expulsar de Portugal. 

Foi uma vitória dos que vivem dos pequenos negocios familiares.


Para celebrar um ano de reabilitação do Mercado da Figueira...




O mercado está funcional e bonito, eu vou lá e tu? A todos os que lutaram e acreditaram no projecto o meu reconhecimento, mas para o Custódio Cruz, a particularidade de uma forte saudação, porque teimoso sou eu, mas o "reguila" vai distanciado de mim.
Pois que VIVA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A proposito de trocar Bentes por Rentes de Carvalho.

Não sou tipo para desculpas de mau pagador, pois quem dà o que tem a mais não é obrigado.
Achei a entrevista uma delicia de portugesismo e frontalidade, mas a minha distração é tão perigosa ( obrigado Agostinho ) que em tempos a minha mulher, preocupada com as citadas distrações, me avisava, quando ia de casa para o trabalho...Olha Olímpio, toma cuidado com os cruzamentos, toma cuidado com os cruzamentos!!!
Todos vivem com estas trapalhadas dos enganos e dos trocas nomes, mas convenhamos que sou um continuado mau exemplo.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Rentes de Carvalho. O escritor radicado na Holanda.


40 anos depois do 25 de Abril, publica finalmente o seu livro"maldito" sobre a revolução e o que veio depois.
Numa oportuna entrevista na revista do jornal Expresso, o escritor afirmou que a adesão à Europa foi uma oportunidade desperdiçada para desenvolver o país
_____Aqueles que tiveram o poder e receberam fisicamente o dinheiro, em vez de o canalizarem para o bem comum, canalizaram-no para os empreiteiros, para os bancos, para as industrias, para a tolice de comprar o luxo. Esses foram os criminosos. É uma seita recorrente na sociedade portuguesa
______Sobre os comunistas, afirmou também.
Os pobres dos comunistas andaram a lutar desde o seculo XX, muitos morreram, ou foram maltratados, torturados, viveram na clandestinidade. Essa gente que merece todo o respeito, não tem nada a ver com a  intelectualidade burguesa e oposionista que era presa de vez em quando, o que até dava prestigio.
Um livro a não perder de Rentes de Carvalho,






Estou numa de "roubar" por justas causas.Sem duvida um grande escritor que prestigia Portugal. Entendo que não gostasse das sociedades capitalistas,totalmente de acordo, mas seria que gostava para o nosso povo o regime do seu amigo Fidel? Francamente que fico sem saber o que pensou este brilhante portugués, pois não acredito ainda hoje que um homem desta envergadura ,desejasse prisões para os portugueses, só por contestarem o governo!!!!


Efeméride - 18 de junho de 2010, morre José Saramago

Hoje é dia de recordar o escritor  José Saramago. 
Nesta data, assinala-se a morte do Nobel da Literatura, um embaixador da prosa portuguesa pelo mundo. 
Levanta-se do chão o serralheiro mecânico que não acreditava nas sociedades capitalistas.
Nobel de Literatura de 1998, três anos depois de ter conquistado o Prémio Camões, José Saramago foi um escritor, argumentista, teatrólogo, ensaísta, jornalista, dramaturgo, romancista e poeta português, um dos grandes responsáveis pelo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa.
Casado com a espanhola Pilar del Río, viveu até aos últimos dias da sua vida na ilha de Lanzarote, situada nas Ilhas Canárias. Morreu com 87 anos, vítima de leucemia, a
18 de junho de 2010.

Mete mais tabaco nessa merda, ou um doente a precisar de ajuda?

Não consigo ser malcriado para um anônimo, sequer responder-lhe do mesmo tom, se ao anônimo, já lhe basta a carga que suporta com a sua dificuldade em gerir opiniões e os sentimentos das suas causas. Criticar  um texto que não seja do seu agrado, o que entendo normal, aceito civilizadamente. Seria para mim inovador e poderia refletir sobre os dados de análise da minha opinião, mas para tristeza sua  não foi capaz de se elevar a esse nível, o que lamento. Este comentário,é obra do seu medo e da caracteristica dos anônimos que se tornam  agressivos e doentios, o que compreendo e não vou por aí. Não vou por aí e não é uma questão de desprezo, mas sim por não ser capaz de o confrontar com a minha opinião sobre... Mete mais tabaco nessa merda!. Um comentário anônimo que me deixa preocupado, só pela razão de poder estar em presença de um cidadão a precisar de ajuda, incapaz de criticar o texto em que viajei pela minha juventude, enredada em violência, tendo depois manifestado o drama em que o país vive com a corrupção, acabando por dizer que Salazar, pelo qual nunca tive simpatia, não roubou o dinheiro publico e quem sabe se não terá sido sepultado com as suas ceroulas e as suas botas de cano alto, porque juntou ouro e o povo andava descalço e com fome, venho desse tempo meu caro anônimo e não tenho a memória curta.
Se o caro anônimo tem simpatia pelo falecido ditador, está também de acordo com a trágica guerra de Africa, com a tenebrosa PIDE. Devia ter ficado a pensar que fui honesto em reconhecer a  seriedade de Salazar, em relação ao dinheiro publico, comparado com a desgraça dos corruptos que arruinaram este país, ou não entendeu? Pior para si, mas ainda vai a tempo de ensinar aos seus filhos e netos, que os crimes não devem fazer escola nas suas vidas, ou pensa que estou a fazer espectaculo com coisas muito sérias das nossas atitudes?
Se tem simpatia pelo Sr Portas, é lá com a sua consciência cívica, de resto resolva o seu problema de se sentir psicologicamente afectado com o seu anonimato, por mim não se preocupe pois não fiquei ofendido, mas sim a pensar que precisa de ajuda e esta disponibilidade nunca se deve negar , mesmo que se trate de um inimigo que não deve ser o caso, julgo eu.
As suas melhoras, e tenha a certeza que detesto brincar com a falta de saúde das pessoas e fingir palavras que não sinto, atraiçoando a minha frontalidade.
.-

quarta-feira, 18 de junho de 2014

António Lourenço.(Cáfá )

Lembrei-me hoje dos meus mestres que me diziam...Aproveita sempre o nascimento do cabelo e a natureza da cabeça, retira os resultados finais.
 O Cáfá,surgiu-me com uma farta cabeleira e com as raízes do cabelo, nascendo na parte frontal e a finalizarem-se sobre  a nuca.
A navalha e os acabamentos proporcionaram-me um corte de prazer, pese embora lhe ter cortado uma parte do penteado, na fotografia, o que lamento.

A corrupção recordou-me Salazar

Nasci para lá do sol posto. Era um meio de gentes que tiveram por companhia, os campos do Mondego, o sol e a lua, que nos iluminava imenso pelos caminhos do lugar, onde chiavam os carros de vacas, carregados dos produtos das terras lavradas e que eram o único sustento das minhas gentes.
Que gentes aquelas!
Faziam dos compromissos e das palavras, uma sentença...Por ali não existiam os juizes deste tempo, porque rudes e francos, tinham o dom da seriedade, convivendo entre si, na taberna do Ti João, alumiada pelo inovador petromax, jogando as cartas e bebendo vinho..
A luz electrica e a água canalizada estavam longe para chegar ao lugar. Parti do meu Casal Novo do Rio, sem ter assistido á sua inauguração.Um dia regressei como sempre acontecia e foi uma festa com a minha saudosa MÃE, porque carregar num botão e ter luz, foi um feliz acontecimento.
Marcado pela honrosa vida campesina, ( já aprendiz na barbearia) assisti na praça da Republica, a cenas violentas da G.N.R, que prendendo os alcoolizados e alguns desordeiros na feira semanal, os empurravam a soco e a pontapé para dentro do calabouço, situado naquela praça em Montemor,
Eu e os putos metia-mos o nariz na porta, logo sacudidos pelos G.N.R, mas deu para ver a espelunca miserável como ficavam presos, não sabendo  o que era um advogado de defesa, porque direitos cívicos não existiam..
Se a G.N. R batia que dizer do professor Teixeira, ainda hoje recordado pela sua bestialidade, fazendo sangue e nodoas negras nos corpos dos alunos.
Foi assim neste caldo violento dos meus 12- 13 anos, que descobri a cidade da Figueira da Foz e mais tarde Lisboa, tornando-me um incontido contestatário ao regime Salazarista e a todo o tipo de violências, conduzindo-me para outros aspectos fundamentais, com base essencial no que entendo o respeito pelas cidadanias.
A tão sonhada democracia do 25 de Abril, a qual devemos  defender, surgiu finalmente, mas com ela surgiram também uma cadeia de individuos que não a merecem, porque desonestos e fora do quadro ético dos seus valores,enriqueceram e burlaram, tragica comedia de figurões. Recordei hoje , lamentavelmente, que o  ditador Salazar, levou para a sepultura. quem sabe? As ceroulas que vestia durante a semana e as botas de cano alto. Porque neste  pormenor de meter a mão nos dinheiros públicos, ao menos valha-nos isso. fazia parte dos homens que eu conheci no meu lugar do Casal Novo do Rio, que não precisavam de juizes, bastavam as palavras em vez das sentenças.dos tribunais.Porem, foi pouco o que Salazar, nos deixou, se tivermos em mente o suicidio de Africa, a terrivel PIDE, o isolamnento e o atraso do país, mas ladrão dos dinheiros publicos, não foi, antes pelo contrário, uma galinha era uma galinha.
numa

terça-feira, 17 de junho de 2014

Cinismo não.. Será que mereço a energia deste Catavento?

sábado, 14 de Junho de 2014


Roubaram o João Catavento

 

O "ladrão",já está identificado e afirmou o seguinte: "Não resisti roubar ao João Catavento, este pedaço de vida, nas praias da Vila de São Pedro."

"Ladrões" destes desejam-se nesta terra e neste País, pode "roubar" à vontade amigo,as portas estarão sempre abertas para si...

Obrigado pelo furto

Será que não temos mais vida para além do futebol?


Longe de mim ridicularizar a representação portuguesa no campeonato do mundo, não é essa a minha via e preocupação. Nada mais emocionante do que assistirmos no estrangeiro, ao cantar do nosso hino, porque estão em causa os nossos valores e o orgulho de sermos portugueses, sendo de todo intocável  esse amor próprio de nos sentirmos elevados na nossa condição de raça.
Um dado da questão são aqueles valores em todas as modalidades representativas no estrangeiro, com a nossa bandeira elevada ao vento, outra é fazermos,(quem faz)
destas participações desportivas, uma caminhada de vida ou de morte, quando sofremos e nos preocupamos,(quem se preocupa) com os dados das famílias a ficarem sem casa porque não as pagaram ao banco, juntando  os milhares de portugueses que abandonaram o país e isto dói-me mais do que as derrotas da seleção e do Benfica, porque o país se foi dividindo entre ricos e pobres e com a valeta da vida, repleta de humilhados por um sistema que favoreceu os poderosos.
Ver estas televisões a chuparem milhões de euros aos aflitos da vida, fazendo um aliciamento
constante e diabólico, ás gentes que iludidas, julgam por um telefonema, poderem resolver os seus problemas familiares, ou verificarmos também na politica com a sua descarada corrupção, a miséria dourada dos sem vergonha. Se esta minha angustia e desalento é o sentimento de um radical comunista, então façam favor de me colocar nessa lista, porque muito me honra sentir-me ao lado dos injustiçados, porque felizmente sei para onde vou.
Fui um dos milhões de portugueses que ficaram tristes com aquele descalabro da seleção, mas também faço parte dos que pensam que há mais vida para além do futebol. Vivemos numa sociedade tremendamente injusta e desigual, ninguém se importa com ninguém, é chutar para a frente e passar por cima dos”moribundos e dos cadáveres  porque dos fracos, a historia nunca falará neles,”tal qual de mim.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Rigor informativo e igualdade de tratamento.

Assumindo neste espaço de comunicação, a necessária democraticidade, publicamos hoje na íntegra, a noticia das. Beiras, que acusa a Junta de Freguesia de São Pedro, de ilegalidades, na opinião de António Salgueiro, da oposição e da lista Independente.
Recordamos que  foi neste blogue que registamos com agrado a vilória de Antônio Samuel, para a presidência da Junta de Freguesia de São Pedro, sobretudo pela amizade de longos anos, valorizada nos
contatos desportivos, entre o Montemorense-Cova Gala, retirando a este pacto de entendimento de grande respeito, qualquer sentido politico-partidário
De qualquer modo, a minha continuada estima pelo Tó Samuel, não vai sofrer nenhuma quebra, porque as ilegalidades do Tó Samuel, sendo isso mesmo, nada se comparam com os que ao longo da democracia,
construíram grandes fortunas, jurando a pés juntos, que o Tó Samuel, porque o conheço como homem de bem, vai deixar a politica de mãos limpas, não me admirando no seu elevado estatuto de cidadania, que não venha a colocar o seu lugar, para novas eleições .
Contudo, as ilegalidades estão ai na noticia e na opinião de António Salgueiro..

A. Santos Conceição. 1944

Publicado naquela data em título e com re.edição em 1992, Câmara Municipal o livro de Santos Conceição, é uma relíquia do Montemor primitivo.
Escreve o autor; Sabe-se ao certo que no tempo dos árabes, se chamava Munt Malur e que no ano 1091, se começou a chamar Montemaior, sendo por isso uma das povoações mais antigas da Península Ibérica.


Nunca imaginei poder subir ao Castelo em Montemor, numa moderna escada rolante!


domingo, 15 de junho de 2014

Santo António fez o milagre do bairrismo, no Castelo de Montemor-o-Velho.

O Montemorense, voltou a organizar na colina do Castelo, os festejos da quadra, levando várias dezenas de pessoas, a experimentar o novo projecto da escada rolante, dizendo-vos desde já, que veio trazer aos utentes, novos motivos de apreço aos que visitam aquela joia de monumentalidade.
Não percebo os críticos do inovador projecto, de custos elevados, não sei, mas não sentir a beleza na escalada  rolante, sobretudo de noite, porque a Vila vai ficando, iluminada no fundo, desculpem lá a vossa opinião critica que deve ser fundamentada para que eu perceba os vossos critérios de avaliação.
Foi curioso que me recordei do Licínio Costeira, Brasil, face á sua opinião sobre a escada rolante, não muito do seu agrado, mas tenho a certeza se subir ao Castelo, durante a noite, vai modificar a sua opinião?
Quanto á festa do povo, deixo-vos algumas fotos para os interessados destas manifestações, porque sabe bem mandar os preconceitos ás malvas, nestas folias da naturalidade em que os convencidos e os que gostam do recato, perdem a oportunidade de se desnudar de pesados fardos. Nos marchantes, envolveram-se mulheres casadas, com os seus filhos, as soliteiras, ou não fosse noite de Santo António, as crianças, homens maduros e outros jovens, enfim, uma grande lição de bairrismo, disponibilidade para partilhar e viver uma festa popular que nos ajudou numas horas de camaradagem em noite de memórias.
Na primeira foto.. Os marchantes dentro das ruínas da capela de Santo António.
Na segunda foto. A escada rolante que nos leva da Rua Direita, rua principal, até ao castelo, principiando-se aí as diversas  visitas a um castelo, que remonta a sua origem, a 500 anos A.C. A ultima fotografia, mostra a Vila iluminada, um espectáculo a não perder, isto porque outras terras se vislumbram na noite.



















sábado, 14 de junho de 2014

Linda menina Joana... Fia-te na virgem e não corras...


Não resisti roubar ao João Catavento, este pedaço de vida, nas praias da Vila de São Pedro.

Tarde amena de melancolia irremediável...
Andar errante de tantos anos.

Como me vais encontrar, e sorrir em frente deste mar sem fim...
Inspiração, pensamento repentino que me faz lembrar de ti.
Sonhos apanhados, nessas águas do meu solaçoso e doce lugar...
Continuo esperando, pelo teu fantasma da minha fantasia.

O sorriso feliz do Luis

Os grandes mestres que eu tive na profissão, década de 60 em Lisboa, e que nunca os igualei ( na memória os recordarei sempre ) diziam-me..Não sejas convencido e cultiva o gosto de aprender todos os dias, não esqueças a humildade, respeita os que mais sabem, vais ver que consegues o êxito?
Casimiro, conhecido em todo o mundo, Zé Caetano, Marcos, Damas Santos, o cabeleireiro da esposa de Américo Tomás, João Carlos, os primeiro 4 artistas já falecidos, são ainda hoje a minha referência profissional, verificando com verdade que ainda hoje me sinto um aprendiz, ao recordar aqueles saudosos monstros da arte. Ainda hoje, a cair de velho mas amando sempre a profissão, tenho o raro privilegio de ter aceitação junto da élite dos cabeleireiros no Porto e em Lisboa, porque nada mais belo do que sermos o que mostramos ser limitados e sérios na transparência.
Talvez por isso  este jovem me traga algum alento para prosseguir, pois percorre vários quilômetros, o que  é normal em muitos dos meus colegas com as suas preferências, para  que lhe faça os cortes que o fazem sorrir.

Linha Primavera Verão 2014. Jornal dos cabeleireiros. Rui Romano


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Injustiçados no Brasil, ao ataque no mundial.

Vale-me a sensibilidade para perceber e sem regozijo de anarquista. Se a violência gratuita, traz consigo mais violência, o facto dos manifestantes no Brasil, justificarem nos seus protestos o desprezo do poder, o poderoso poder das ambições e dos negócios de estado, reduzindo os homens da rua, a circunstancias desconfortáveis e de indignidade social, então vamos apoiar os protestos dos brasileiros das fabelas e outras áreas esquecidas no imenso Brasil.
Esta resposta dos injustiçados, tem por lá os seus culpados, assim como por cá os temos, só que  somos um povo porreirinho e que gosta de levar no lombo, o mesmo tratamento de burros, não sei bem até quando.
Olhando os milhões e milhões que o futebol semeia nos relvados, a culpa não é da popular modalidade, mas dos tubarões, ponho também os governos e os sindicatos, para se chegar a esta tragedia de uma grande parte do povo injustiçado,  se levantar e dizer ao mundo que podemos estar no fim  de uma civilização, como escreveu um dia o escritor José Saramago..Procuram-se e não se encontram os valores do caracter e da próxima igualdade social,( porque essa história da igualdade e fraternidade total, traz água no bico) que é destruída todos os dias, pelas brutalidades da ganância dos próprios poderes de estado, poderosamente distantes do povo misero!.
Para mim que gosto das palavras  assumidas na essência, nada mais dramático do que ver um povo nas ruas, destruindo a grande festa do futebol, mas roubar-lhes esse direito, amassado em angustias e miséria, é roubar-lhes um pedaço da sua liberdade e dignidade. Apesar de reconhecer os aproveitamentos políticos e partidários, de muita gente carregada de ódio, nas manifestações, há que ler as estatísticas da saúde e da educação, para se perceber a sensibilidade que a revolta justifica.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Santuário migratório na Vila de São Pedro.

No largo do Bar Borda do Rio, um agradável espaço de lazer, não faltando a piscina, onde os putos, vivem a sua liberdade, as arvores e os arbustos, são o poiso para variadissimas especies da fauna, como acontece no presente com os ninhos das rolas.prestes a voar nas asas do seu destino.
A curiosidade de algumas pessoas que na sua sensibilidade ambiental, se motivam com aquela natureza, fazem os seus comentários,.próximos do respeito pela natureza.
Numa das arvores são contabilizados 3 ninhos de pequenas rolas, com a mãe, a cuidar da sua alimentação, coisa bonita de se ver esta manhã na freguesia de São Pedro

Sabe-me bem em falar de gente séria.

As fotografias do passado( as do presente tem outras emoções mais acomodadas ) são como que um choque que nos acorda do que não está esquecido, mas garantidamente guardado na intemporalidade das vivências, que de vez em quando se soltam para as valorizarmos e reconhecer que muita gente faz o mal, porque não sabe o que é o prazer de fazer o bem.
Elias Lopes, meu companheiro, camarada, destacado carola do Montemorense, durante muitos anos, continua hoje uma referência de honestidade, num tempo presente e distante, quando a sua dedicação ao A;C,M. pedindo por Montemor e pelas freguesias, tudo registava com um cuidado quase doentio, revelando-se depois nas reuniões do clube, um notável exemplo, como se devia lidar com o dinheiro que não lhe pertencia, mas era um sagrado pecúlio do Montemorense.
Elias Lopes não foi uma pessoa fácil de comunicar com outros montemorenses, pois se defendia os valores do seu clube, no limite das consequências, encolerizava-se facilmente, mas eu tinha o privilegio do meu contacto, se processar apenas aos domingos, o que quer dizer que foi mais racional, reconhecer as suas virtudes do que os seus defeitos.
O tempo e  a vida que corre para o infinito sem parar, dá-.nos também este recanto de paz.O sentir e recordar gente séria, que fazia da sua poesia popular, um generoso sentido de vida e um companheirismo ainda hoje festejado.
A fotografia mostra-nos no ultimo aniversário do A.C.M.tendo sido justamente homenageado pelo clube, numa festa que vai repetir-se em 9.9.2014, para os que tiverem a sorte de lá chegar?

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Elias Lopes, será sempre uma referência de honestidade no Montemorense..

A Esquerda Não Sabe Criar Emoções.

Talvez por isso a psicóloga, Joana Amaral Dias, guinou para a direita, porque isto de escolhas, a cada uma,  a sua vocação. Afirmou também...Do ponto de vista da narrativa, a direita construiu um discurso com ressonância emocional. Vejam bem para onde foi esta criatura do Bloco, feito agora em pedaçitos, toca a fugir porque vem ai a policia. Admiro muito as pessoas com ideias, inteligentes, como é o caso da Joana, mas estes rodeios  da psicologia, o povo está farto de tretas, quer é gente sábia que o sinta na rua e nas suas dificuldades e que não tenha nojo dele, porque esta Joana Amaral Dias, ou muito me engano, ou é só discurso e arte de  escrever. O Cérebro da Politica, agora lançado na feira do livro de Lisboa., quem sabe se não é  a politica no cérebro?
Cá para mim de psicologias e outras mais coisas, "sou um nabo de rama amarela", continuo na minha, ou seja entre a esquerda e a direita, é no meio que devemos procurar a virtude.

terça-feira, 10 de junho de 2014

O escândalo desta noticia estava no ARROZCATUM e agora está também aqui.

[7009] - BANALIDADES...

 
INVESTIGAÇÃO AMACACADA
Correio da Manhã 24-05-2014
1 – Vocês vão-me desculpar, mas esta semana resolvi armar-me em jornalista para tirar a limpo uma coisa que me estava a fazer ruído na cabeça há algum tempo: aquela lei, que permite aos juízes do Tribunal Constitucional reformarem-se com dez anos de serviço, aos quarenta anos de idade, ou com 12 anos de serviço, qualquer que seja a sua idade. Acho um nadinha obsceno, mas eu tenho mau feitio.
2 – Pois eu investiguei e descobri que o artigo que cria esta obscenidade (mas nada inconstitucional) é o 23.º- A e está incluído no projeto lei 424/V da autoria do PS, PSD, CDS discutido e votado no Parlamento em 12 de julho de 1989. Ora, consultando o Diário da Assembleia da República desse dia, fiquei a saber que o referido artigo foi aprovado recebendo os votos a favor dos partidos proponentes e a abstenção do PCP e do PRD (sim havia um partido chamado PRD).
3 – No debate parlamentar, registou-se a participação entusiasmada dos deputados António Vitorino (um dos redatores do projeto de lei) e Assunção Esteves. A 2 de Agosto, vinte dias depois, estes dois deputados tomaram posse … como juízes do Tribunal Constitucional. Enternecedor, não é? Pronto, desculpem ter interrompido, podem continuar o período de reflexão.
Banana Split 

Colab. de Tuta Azevedo   
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Judaísmo,, Cristianismo e Ismalismo. Uni-vos em Dia da Raça Portuguesa.

Francisco o homem novo da velha Igreja Católica, tenta meter juízo na cabeça dos políticos, chamando-os na convergência de sensibilidades e opiniões, mas o inferno está cheio de boas intenções, ou não fosse Israel e a Palestina, um inferno em chamas.
Francisco por lá anda a meter água na fervura, enquanto os cristãos, os libertados do ódio, o apoiam e admiram esta vontade na construção  da paz. Ou me engano, ou esta manifestação do Francisco, é dar pérolas a porcos..
A fotografia, repleta de significado, protagonizou histórico encontro com os presidentes de Israel e da Palestina

Manuel de Oliveira "PÓPÓ" finalmente a dignidade social.

Se procuro o sentido da existência, numa perspetiva de vida. Se entendo que a prática da sua ação, pode vencer  as caridadezinhas, sempre rodeadas de efémeras retoricas, convenhamos (fiquem no que vos parecer) que o internamento institucional no Lar de Santo Antônio, Figueira da Foz, do sr Manuel de Oliveira me deu algum contentamento no ultimo fim de semana, tendo como base a sua figura social nas minhas conversas familiares, recordando o chão frio das suas longas sonecas!..
Se nada fiz para o retirar daquela penosa existência, como podia? Assumi o menimo da minha consciência, o que deve ser feito, ou seja nunca lhe fechei a porta e assumindo sem lamentos do coitadinho, ou fingidas penas de galinha, o respeito que lhe devia como pessoa e com a minha solidariedade, sentindo-me honrado com o facto de se ter preocupado em despedir-se do seu barbeiro, na Vila de São Pedro. Mas importa refletir neste drama dos cidadãos da rua, alguns por vocação, revelando-.vos também que eles existem na pátria do comunismo, só que em menor escala, por se tratar de um país que não abre as portas á imigração, mas sim ao turismo, dos  3 milhões por ano, daí não acreditar que um regime construído na base do estado patrão, viesse a resolver este desolador problema social. Se alguem o devia  ter realizado em democracia, foram alguns criminosos governativos, deitados ao sol da ganancia, feito de egoismo doentio, abatendo barcos de pesca e as vacarias familiares, foi assim por esta via e outras mais que chegamos ao abismo da pobreza instalada, isto porque existiam meios de sustentação para as economias fragilizadas.
Sejamos pois conscientes que nos formatos sociais, quer no pretenso socialismo-marxista, como neste em que vivemos e se resume as gestões correntes do capitalismo, entendido como democrático, mas ruinosamente vexatório nas pessoas de menos recursos, teremos sempre na sociedade a vala comum dos enjeitados aos bens produzidos e que se concentram nos governos e grupos partidários e que crescem depois em soberbas élites sociais.
Á vezes lembro-me do lendário Che Guevara  para repor a justiça social, a igualdade,  reduzindo estas diferenças entre os humanos, mas ainda não cheguei a nenhuma conclusão de apoio a estes espíritos revolucionários, porque a história me ensinou que se derrubam uns e logo mais adiante surgem outros. déspotas, criando pelas ruas os PÓPÓS do meu descontentamento, por um lado, e feliz por ter belos sonhos em perspetiva de vida, por enquanto..

domingo, 8 de junho de 2014

Não precisamos de mócas, mas sim de votos para correr com o governo. Revista. C.M.


Trago-vos uma boa noticia da Vila de São Pedro.

O Sr Manuel de Oliveira ( Pópó, porque gostava de acompanhar as Filarmônicas, cantarolando pópó, pópó, assim ficou nas bocas do povo, vai ser hospede do Lar de Santo Antônio, Figueira da Foz )
Meu cliente honorário, veio ontem ao meu salão, com a sobrinha, dizendo-me que segunda feira, iria conhecer a sua nova casa e que sempre que viesse visitar a família, não  iria esquecer-se da minha barbearia, aproveitando, claro, uma barbita á moda antiga.
Para os que se preocupam com estes problemas sociais, e lamentam que o Estado social não resolvam estes casos,  foi sempre bastante degradante, ver o nosso amigo Manuel, deitado pelo chão, aproveitando-se os ladrões para lhe roubar o seu inseparável rádio. Agora no Lar, esperamos que goste de lá estar, porque esta liberdade da rua que tinha o Sr Manuel, um homem educado e com quem se podia comunicar, pode ter alguma rejeição, vamos esperar. Eu prometi que o visitava, porque não?

Diego e Marlon, gemeos com 2 anos de idade, a magia da natureza.

Foram pela primeira vez cortar umas pontas de cabelo, logo guardadas pela mãe. num envelope, para mais tarde recordar numa família feliz e que me transmitiu amor por estes 2 inocentes.

sábado, 7 de junho de 2014

O calor desta tarde prometeu prazeres do mar.


No Museu da Revolução não vi as vacas do Fidel de Castro.

Volto a agradecer-lhe a informação sobre a Piedra, a Outra Ilha particular de F.C. Sendo  verdade vai envergonhar os comunistas, alguns radicalistas. que vêem nele o grande defensor das causas dos trabalhadores, o que para mim sempre representou humilhação feita de exploração e uma mentira colossal, porque conheço o seu estatuto de trabalhadores, de subsidios zero, mas os administradores do luxuoso Varadero, protegidos pelo sistema como é? Basta de politica e ideologias palavrosas, sejamos rigorosos e não tenhamos medo de procurar a verdade das grandes causas sociais, em que os nossos semelhantes são brutalmente engolidos por mafiosos sem caracter, como por cá acontece também.
Pretendia dizer-lhe, Licínio Costeira, que ao trazer de novo este assunto, não o faço por perseguição ou sequer me sinto feliz com a intenção de  fazer uma guerra suja ao idoso ditador, o que está em causa é a minha liberdade de o poder fazer aqui em Portugal, se temos por cá também indivíduos que deviam ser julgados pelos crimes que tem cometido contra o povo trabalhador, veja o escãndalo na Soporcel. Neste país os trabalhadores tem sindicatos livres e podem fazer a justa greve, na Ilha vão presos, ou falam á calada como aconteceu comigo Alguns comunistas portugueses fazem-me rir, ao defender lá fora atentados á dignidade de quem trabalha, comigo não contem para tapar o sol com uma peneira, se temos muito que lutar no nosso belo país, contra governos que pisam os direitos de quem trabalha. .´
Lamento se este livro que vai sair no fim deste mês, a tal Piedra, hoje até veio a fotografia do guarda costas, não passa de uma mentira construída pelos inimigos do regime comunista. Se assim for, teria muito gosto em ver este Juan Reinaldo, julgado e preso, pois  já lhe disse que não vivo no apoio a mentiras.
Também me parece caricato a história das vacas que davam cento e tal litros de leite por dia,no prédio de F.C., muito embora seja prática corrente em muitas famílias das aldeias, como acontece com as nossas, as pessoas criarem porcos e galinhas para apoio alimentar das famílias.
Mas existe uma grande diferença, meu caro  Licínio, entre as nossas aldeias, de longe com mais qualidade de vida e higiene, com aquela do grande chefe, onde criar animais, é  uma estrategia de sobrevivencia alimentar,´Dou -lhe um exemplo.
A família Milagros, médicos, criam porcos e galinhas, para vender. Depois  quem os  comprar, a família Milagros, compra  uns quilos de carne dos porcos e galinhas que vendeu..Veja  este paradoxo. Vão depois comprar as carnes a quem lhes comprou os animais para abate, tudo isto se passa em SAN ANTÔNIO DE CABEÇA, a mais de cem quilômetros de Havana, aldeia da família Milagros, que não tem maquina de lavar roupa porque os vencimentos são uma  exploração, por cá os privados esmagam os tesos do costume, vá lá um homem á caça com estes cães. Repare: Nas  nossas aldeias, criam os animais e fazem as matanças e depois, as peças vão para as arcas congeladores, alguma diferença, julgo.
Visitei os 3 pisos do Museu da Revolução, com o meu El Mano Gilberto, durante duas horas ou mais. Vacas do Fidel não  reparei nelas, mas não ter respeito pela monumentalidade do museu, é o mesmo que não o ter por mim. Um homem fica silencioso com os sonhos de homens que acreditaram numa revolução justa, se recordarmos o fascista Batista, que mandava matar nas ruas  os seus opositores, mas depois, dizem que Fidel está rico e o povo é o que se sabe, tenho que saber a verdade, caro Licinio. No resto. quem não acreditar em mim, ponha os pés ao caminho e vá lá ver como São Tomé.
Abraço e um almoço na Capelinha, fica prometido em Agosto?.



Procuro apenas a verdade para não ser enganado como fui com o socialismo democrático do mentiroso Mário soares

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quinta-feira, 5 de junho de 2014

São navalhas de barbear do século XV. Museu J.P.

As virtudes e os defeitos da democracia

Assumir a virtude de todas as minhas atitudes, seria  como caminhar em areias movediças, se atento  nas armadilhas que o imprevisto tece a cada passo. A vida é uma escola e por vezes nos quer empurrar para onde não vamos cair, porque pensamos e raciocinamos e conhecemos o que nos anima a viver. A democracia, um hino de justiça e igualdade, não é a culpada das interpretações de alguns egoístas, que fazem a sua destruição, estúpidos de ganância e com Cristo na lapela do casaco. È neste amplo processo de comunicação e respeito pelas ideias de cada um, que não cabem  radicalistas que sonham com o poder único, quase sempre colados a minorias, recordando-me os bairros controlados pelo poder popular, de placa pregada na parede, mas  com o mesmo direito de se manifestarem e viverem em liberdade de pensamento, mas nunca com o poder de esmagar a liberdade dos outros, talvez por isso e apesar de no meu país, esta cambada não a merecer, os politicos, a democracia, eu defendo-a sempre contra os seus inimigos que os temos por aí. a começar por este governo de maioria e a revolver-se em quero posso e mando. 
Não penso de modo nenhum naqueles formatos,( na minha terra dizia-se que a pensar morreu um burro,) quando na minha caminhada a hipótese de sobreviver no pântano do radicalismo, a fonte perversa do raciocínio  e da solidariedade, alguma vez ficasse desiludido com os manipuladores das palavras e argumentações falaciosas, cuja  democracia os tem também.. O que é necessário é perceber uma coisa e outra ,as virtudes e os defeitos e optar sim pela transparencia da informação rigorosa e  amiga do”ambiente” e do que desejamos justo no colectivo das nossas gentes.
Se quiserem saber o que penso, porque pensar e actuar sem  caracter e espirito humano é uma mitificação, o que penso sem subterfúgios mesquinhos, porque o contraditório de opiniões faz crescer os homens livres e responsáveis, talvez por isso combato os ditadores.Tenho apenas uma inquestionável virtude, a da família. No resto, sou um homem entre a multidão com virtudes e defeitos, mas não quero correr o risco de me isolar, pois não tenho a trágica soberba de me convencer que sou o virtuoso e de todas as razões.

De outro modo, temos por cá os nossos Castristas.

Se tenho horror ao banditismo,(vestido de anjo) sobretudo os que nos querem enganar com falsos sentimentos de solidariedade.
Eis os homens que investigam os altos responsáveis do Estado, que atribuíram vistos para imigrantes que depois investem em casas de luxo.
Porra...Isto é de mais, as leis da democracia devem enfiar estes bandidos na cadeia

Por cá e por lá, eis o mundo que nos deixaram.

[Imagem: ntj64.jpg]

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Marcha do Vapor, com ternura por este velho cidadão.

Recordar o Jornal de Montemor, na Moagem.

Não fico ofendido quando me dizem que tenho um"pancadão". Por acaso encontrei estas fotografias, que confirma as minhas paixões e aventuras por Terras de Montemor.
As fotografias referem-se á apresentação do J.M. na Moagem, falando do meu destino e do jornal que durou um ano.
Ao meu lado, a minha mulher Dilia Fernandes, das boas e más horas "o meu Salazar"se não fosse as suas rédeas," uma especie de PIDE" eu já tinha engolido o mundo.
A seguir Salgado Tanoeiro e a sua esposa, Ardazubre, Tentúgal, um excelente poeta e escritor, um cidadão do povo e da liberdade, homem de uma esquerda profunda e valorizada nos valores da democracia e do respeito humano, ex.bancário e sindicalista, Se alguem sente e ama o povo,leiam os seis livros, numa grande lição de pura solidariedade, praticando-a na sua vida com as pessoas,
Fico a pensar na amizade (só por isso) pois fáz questão que eu e a minha mulher, façamos as apresentações dos seus livros em cima de um carro de bois, num alpendre da sua casa. Na segunda
fotografia. Luis Barbosa e Pedro Machado, entre outras pessoas das nossas relações e contactos em Montemor.

Museu do Barbeiro Cabeleireiro. Joaquim Pinto, Lisboa.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Conversa rápida com Jorge Valente, entre a Figueira e Montemor.

Um telefonema ao presidente da Assembleia Geral, da Filarmônica 25 de Setembro, ( para Montemor) que confirmou a gravíssima situação da Associação, fundada á 121 anos!!!
__Olá jorge como vai, fala o Olímpio, um abraço, confirma a noticia publicada no Jornal de Montemor, ou as coisas não estão assim tão feias?
    .J. V.--Que surpresa o seu telefonema, vou bem, o pior é a situação da Filarmônica, ninguém assume a direção, corro o risco de fechar as portas, tem sido terrivel, ninguém liga patavina a este problema, já viu fechar as portas da Filarmonica, é uma vergonha para os montemorenses, não acha?
     O. F.  Sim, sim, eu li a noticia e é por esse motivo a razão do meu telefonema, mas já esgotaram todas as hipóteses?
     J   V.--Olhe Olímpio, tudo isto é muito complicado em Montemor, sabe como eu, por isso este mês de Junho vou marcar outra Assembleia, se não surgir uma direção, não tenho outra saída, qu é  fechar as portas, sei que vão criticar-me mas ninguém se chega á frente é só conversa  de café.
    O .  F.-- Escute Jorge. Estas crises acontecem, veja o Atlético, agora com nova vida, não tem esperança que na próxima Assembleia se resolva o problema?
    J.  V.-- Levo já 10 anos de carolice nesta casa, mas esta crise vem num tempo diferente e com outra crise social, depois existem outras solicitações, a Figueira e Coimbra, estão perto, a população está envelhecida e o futuro da Filarmônica é muito preocupante, vai sendo gerida por algumas pessoas que não querem continuar porque estão cansadas como eu estou.
    O. F. Outra questão, Jorge Valente, como estão as contas da Filarmônica ?
    J. V.-- Não temos dividas e é mais um motivo para não fecharmos as portas a uma Associação com 121 anos de existência, que não tem listas candidatas para os órgãos sociais há um ano e meio, não sei o que fazer, não sei o que fazer, disse ainda o montemorense que teima em não abandonar a riquíssima história da Filarmônica de Montemor-o-Velho.

Obrigado Jorge, até um dia destes na próxima Assembleia Geral, que vai garantir
a continuidade da Filarmónica e das suas portas abertas aos montemorenses, eu acredito, Jorge, disse-lhe.
Depois comunico-lhe, Olimpio-
Sim, sim, obrigado.

Personalizar a sua resposta?

A minha intenção não foi essa, o que esteve e ainda está em causa é pegarmos nos temas de frente, porque isto de cultivar as personalidades, levar-nos-ia para sentimentos que não são muito do meu agrado.
Pois é caro Costeira. Fico á espera do livro sobre o que vai escrever Juan Reinaldo, quanto ás preferências do capitalismo, do respeitável idoso e ditador, mas se for mentira, creia que tenho elementos para o devido esclarecimento desta denuncia que pode ter muito veneno americano.
Tenho em meu poder e li um livro da filha de Fidel, mas esse justifica com provas o que foi a sua guerra com o paí, os fuzilamentos na celebre Malécon, porque isto de revoluções há sempre os filhos e os enteados
A nossa não teve sangue derramado (teve algum ) mas deu nisto das chupadeiras, o termo não é meu, é de um amigo, mas está bem arrumado do que nos aconteceu por cá.
Quanto á sua versão sobre Vilas. São Pedro e Montemor, parece-me informado dos pormenores, mas a sua aldeia não ter saneamento, fáz-me lembrar outra revolução tão admirada e repleta de tudo isso e muito mais que não dá para acreditar, mas olhe que as nossas aldeias ( ao menos valha-nos esse avanço do saneamento) é um facto, não direi generalizado.
Por fim e com saudações, já viu o que está acontecer á Filarmônica de Montemor?

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Museu Stilcoup. Manuel dos Santos. PORTO.

Foto

Não acredito, não acredito !!!

O Jornal de Montemor, publicou hoje uma noticia alarmante, que dava conta, do encerramento da Filarmônica 25 de Setembro, fundada já lá vão121 anos!!!
Jorge Valente, presidente da Assembleia Geral, avançou que ninguém quer assumir a direção da Filarmônica, prevendo convocar mais uma Assembleia Geral de sócios no mês corrente e se não surgirem dirigentes, tomará a decisão de encerrar a Associação, fechando as suas portas!!!
Com um passado riquíssimo na historia musical em Montemor-o-Velho, tanto cultural como social, não acredito que os montemorenses, os mais bairristas, deixem que isso aconteça, lamentando Jorge Valente...Não há bairrismo em Montemor.
Um assunto que me preocupa e que irei seguir atentamente e se mais não posso fazer, pelo menos
como sócio, marcar presença nessa Assembleia, que pode ser uma forte humilhação para os montemorenses, que sentem e vivem os seus problemas colectivos.

Concorrentes no palco do Casino da figueira da Foz..

Parte  final do festival da Figueira 2014. Os da fotografia receberam as taças e os certificados de presença, vendo-se os sacos com lembranças do  Turismo da Figueira da Foz.
A cidade precisa deste e de outros eventos, O casino tem excelentes condições para receber o festival, sendo notório e agradável ouvir dos meus colegas os comentários sobre este facto.A gratidão é um sentimento elevado, por isso uma palavra de agradecimento para Fernanda Conde,(Casino da Figueira) Turismo da Figueira. Ana Machado, Associação do Bairro Novo. Professora Cecilia e o seu grupo de bailado, num trabalho dedicado ao dia Mundial da criança.
Aos blogues. Outra Margem, Cova Gala, Custódio Cruz, se falta algum, as minhas desculpas, Museu do Cabeleireiro, Voz da Figueira , Beiras, Diário de Coimbra, T.V. Figueira, Jornal de Montemor. Rádio Foz do Mondego, Andréia, Cláudia e Bóia.
Em nome do Centro Cultural dos Cabeleireiros, do Porto, até para o ano, decerto...

domingo, 1 de junho de 2014

Festival emblemático regressou ao Casino da Figueira da Foz

Com o apoio do Casino, Associação do Bairro Novo, Remif, empresa cosmética, a organização pertenceu ao Centro Artístico dos cabeleireiros, do Porto, podemos dizer que o certame, se aproximou dos grandes festivais do passado, trazendo hoje á Figueira da Foz, profissionaais do Minho ao Algarve.
Ao concurso masculino concorreram  16 jovens  profissionais, enquanto  o feminino com 6, a única concorrente da Figueira da Foz, foi Sônia Maganão, naquele sector, já que as 6 inscritas da Figueira, desistiram por várias razões apresentadas á ultima hora.
No sector masculino venceu Dário Veiga , do Montijo, em segundo lugar, Henrique Silveira, Torres Vedras, e o terceiro Sérgio Taveira, Bandoa.
O primeiro lugar no sector feminino, foi vencedor André Dias, em segundo Clara Bento, Lousã e o terceiro lugar, foi para Oliveira do Bairro, Joana Martinho.
Todos estes trabalhos se projectaram na manhã de hoje, A tarde reuniu a equipe do Centro Cultural dos cabeleireiros, profissionais do Porto, fechando em apoteose com a Remif, empresa patrocinadora, com os seus artistas e apresentação de novos produtos cosméticos, cuja parceria com o Centro Cultural, se admitiu que para o ano teremos de novo o histórico festival.

Algumas fotografias do acontecimento desta tarde, destacando-se em primeiro plano a única concorrentes da Ferreira a Nova, Figueira da Foz, Sônia Maganão,



Roubar durante a madrugada tem mais encanto.O titulo é meu, a noticia Marcha do Vapor,


SINTO VERGONHA DA VERGONHA QUE ELES NÃO TÊM!!!!

Viva Licinio Costeira, no Brasil.

Poderia agradecer-lhe as suas informações e o comentário, na minha recatada
cx. de correio, sobre o ex.guarda costas, Juan Reinaldo, informando agora  e depois de tantos anos, que  o idoso ditador, tinha preferência pelo capitalismo, mas não tenho feitio para fugir ás questões, ou enfiar a minha cabeça na areia, isto porque foi publica a sua comunicação, entende-me?
Quero dizer-lhe ainda que no caso desta atitude do Reinaldo, possuir o veneno dos americanos, só existe uma ordem justa; julgamento para confirmar ou não em tribunal, a sua versão, se for mentira cadeia  com ele
Como sabe não simpatizo com difamações, nem com o modelo cívico e social do sistema, apesar de por cá ter muitos adeptos, vivendo melhor do que os agrilhoados do grande chefe, mas isso não quer dizer que não sinta um enorme carinho pelo seu povo, juntando-de a esse respeito, as belezas da Ilha. Creia que compreendo estes delírios da liberdade que felizmente temos por cá, mas existe demasiado extremismo de opiniões, quem sabe se um estágio fora de portas lhes fazia alterar e compreender o que é a liberdade de expressão?.
Quanto a Montemor, dizendo-me para me dedicar aos seus projetos, deixando a politica, junto envio as minhas duas versões.
A primeira é que já paguei para esse filme com língua de palmo, apesar de ainda não me ter esquecido de onde vim, fazendo parte da comissão do  aniversário do Montemorense, em Setembro, dia 9- 9- 2014. Sabe? O sonho já não comanda a vida, foi a vida que me ensinou que no tempo tenho tempo para pensar e aceitar sem azedume o seu código existencial.
Quanto á  politica, aí é que a porca da politica não me seduz. Os partidos, necessários em democracia, é certo, as traições e os interesses , os ódios ideológicos. Leia alguns blogues da Figueira, de indivíduos que não nos dão exemplos, deitam-se com a politica e acordam com ela, maldizendo de tudo.verdadeiras fontes do mal. Porra...Meu  caro Licínio, tire-me desse caldeirão e depressa, porque o que me anima são as pessoas e a sua dignidade  social, o prazer da justiça e da verdade, sem a mesquinhice do ódio e do insulto.
Já agora e porque vou longe de mais, deixo-lhe um abraço de estima.Veja bem, como está fino o barbeiro cabeleireiro da Vila de São Pedro, também um pensamento de Voltaire....A POLITICA TEM A SUA FONTE DE PERVERSIVIDADE E NÃO A GRANDEZA DO ESPIRITO HUMANO.