terça-feira, 11 de agosto de 2015

O Diário de Coimbra, noticiou a Feira Mar e Terra

Aprecio estas feiras e homenagens, porque são as raízes culturais das nossas gentes, onde se mostram
um pouco das colectividades, surgem as homenagens aos filhos que á terra se dedicaram sem outros interesses que não fosse o gosto de as servir na escola do associativismo.
Teremos no sábado a inauguração de uma exposição de pintura com trabalhos de Cunha Rocha, Mário Silva, Zé Penicheiro, Armindo Rico, do modelista  Manuel Alberto e do fotojornalista Peter Pereira, emigrado nos Estados Unidos, agraciado pelo Presidente da Republica com a ordem do Infante D.Henrique, como fotografo do ano, pela national Press Photographes, premio que havia recebido por seis vezes, acentua  a noticia no D.C.
No dia 18, no mesmo local,ás 18h 30,faz-se o lançamento do livro A Cova Gala como notável exemplo de solidariedade, por Jorge Mendes e evoca-se o comandante João Carlos Pinto e o professor Marcos Viana, havendo ainda uma palestra da investigadora Maria de Lurdes Véstia, da Universidade de Santarém

Eu radical me confesso. José Pacheco Pereira

Por entender que a liberdade quando se tem em plenitude não se dá por ela, quando se começa a perder os homens e  as mulheres que a amam percebem-no de imediato, onde liberdade  há abuso dela não pode haver
A liberdade pertence  a todos e  exige  a igualdade  para se realizar e não pode ser um privilegio de uns tantos. Meu caro gênio, está tudo certinho, mas que diabo, veja la´se troca isto por miúdos, e chama os bois pelos seus nomes.
Longe de mim ridicularizar estas pessoas de saber tão elevado, pois é a única coisa que "invejo" nestes eruditos da semântica, mas ler estes discursos á luz do candeeiro de petróleo, será que o meu povo os entendem ? Seja prático, diga onde estão os ditadores, cá e pelo mundo, porque de teorias estou eu farto,assuma o combate da denuncia, não se fique pela teorias. se sabe o que escreve.
Cá por mim com várias leituras de cima para baixo e de baixo para cima, lá vou apanhando uma ou outra intenção do autor e podem ter certeza que não estou a ser cínico. Sei respeitar a cultura dos outros, já que a natureza a mim não me favoreceu e a eles devo a minha aprendizagem,
Agora o que eu tenho duvidas é que sejam ou sintam a peculiar cultura do povo, pois se sabem tanto, tanto que me impressionam, será que escrevem para eles e para o seu umbigo? Com eles vão nas suas sábias erudições a plenitude das cátedras o que entendo, mas quem sabe se o mau cheiro digo o suor do trabalho do  povo  os incomoda? Quem sabe se o povo lhes mete nojo? Quem sabe de lhes negam as palavras e os sentimentos delas? Esperem que eu já venho dar-vos a minha opinião sobre os falsos palradores, que dizem e não sentem, olham e são ceguinhos, com o devido respeito para eles e para com os ceguinhos, são os chamados teóricos da vida
Para mim barbeiro-cabeleireiro de profissão, amante da transparência das palavras e dos atos,julgo que existe algum despeito, entre o ser e as aparências, mas de todo reconhecendo que fazem falta e que lhe dou todo o espaço que entendam usufruir, porque somos todos do mesmo ventre, mas nunca filhos da mesma mãe...

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Cunha Rocha, encerra a sua exposição no dia 17 de Agosto 2015

Inaugurada no passado dia 28 de Julho ( Sala Zé Penicheiro)
no CAE, Figueira da Foz, Cunha Rocha, apresenta no seu currículo, um valioso contributo da sua arte no país e no estrangeiro.
Passar os olhos pelo quadro informativo da sua longa actividade, cansa só de ler os cargos desempenhados, os trabalhos realizados, os prêmios, os museus em todo o pais com as  suas pinturas em aguarela
Exposições individuais. ultrapassa as 40, quanto a exposições colectivas, 38, o que revela um percurso artístico que justificou já a medalha de ouro da cidade, entre outras homenagens a Cunha Rocha..
Os prêmios estão na escala dos 12, num homem simples e sem tabus, aberto a todo o tipo de conversas, Cunha Rocha, representa a arte no que de mais belo tem na sua comunicação, porque a sua criatividade é participa tiva com artistas ou não ( elevando os ignorantes) Cunha Rocha, eleva-se no mestre que sabe transmitir o seu talento. sem a mesquinhice  da superioridade.

Eu penso e redigo que não adianta.

Por enquanto não preciso que a morte da minha família ou dos amigos, mostre a realidade e a crueza da sua rude lei, reduzindo-me a uma inútil insignificância perante a morte física dos que partem e depois nos deixam a pensar que existem coisinhas que não adiantam nada nas nossas vidas, Diria que a morte me deixa uma dor imensa, mas engana-se se me apanha desprevenido junto a ela, pois sei que ela a morte me pertence. Quando um dia me bater á porta, terá que carregar com o bom e o mau que fiz na vida, tentando tanto quanto possível, que não me vá condenar ao fogo do inferno!.
Uma coisa é certa.Procuro a paz junto dos que me rodeiam, não pelo facto de ter medo da morte, antes pelo contrario, do ponto de vista pessoal, mas garantidamente, vou percebendo que á coisinhas que não adiantam nada no que diz respeito a raívinhas que só trazem infelicidade, muito antes que  a morte  bata ás nossas portas.

Permitam-me a minha partilha


José Carlos Ary dos Santos


Poeta 

MeuCamarada e Amigo


meu camarada e amigo.
Meu irmão suando pão
sem casa mas com razão.
Revejo e redigo
meu camarada e amigo

As canções que trago prenhas
de ternura pelos outros
saem das minhas entranhas
como um rebanho de potros.
Tudo vai roendo a erva
daninha que me entrelaça:
canção não pode ser serva
homem não pode ser caça
e a poesia tem de ser
como um cavalo que passa.

É por dentro desta selva
desta raiva   deste grito
desta toada que vem
dos pulmões do infinito
que em todos vejo ninguém
revejo tudo e redigo:
Meu camarada e amigo.

Sei bem as mós que moendo
pouco a pouco trituraram
os ossos que estão doendo
àqueles que não falaram.

Calculo até os moinhos
puxados a ódio e sal
que a par dos monstros marinhos
vão movendo Portugal
— mas um poeta só fala
por sofrimento total!

Por isso calo e sobejo
eu que só tenho o que fiz
dando tudo mas à toa:
Amigos no Alentejo
alguns que estão em Paris
muitos que são de Lisboa.
Aonde me não revejo
é que eu sofro o meu país. 

domingo, 9 de agosto de 2015

João Augusto Coelho Gonçalves (Restaurante Taity ) espera por mim

O João tinha 59 anos de idade, Lutava á muito com uma grave doença,partindo para sempre do I.P O, esta madrugada, em Coimbra.
Conhecia o João, desde os meus tempos do Bairro Novo, aproximando-me com as festas da Rádio Maiorca, pelo Natal, cuja tertúlia foi desaparecendo com o tempo e o vento que tudo levou.
A nossa amizade resistiu até aos dias de hoje e ambos se orgulhavam deste saudável pormenor, como que dois "raparigos" ou então para reinação. Olha o pai dela, olha o pai dela.
Corri a Coimbra. Então amigo o que é que te aconteceu? Pergunta parva a minha, eu sabia o destino do João.
Ontem sábado o telefone não atendia e hoje de manhã, o seu silêncio permitia-me pensar o pior e assim aconteceu
Tinha tido um domingo com uma paz estranha.  Julguei-a  traiçoeira e á tarde transformou-se numa brutal realidade a  partida do João, esperando por mim um dia destes

O novo recinto do Montemorense.Estão ali dedicações e memórias de velhos tempos que todos soubemos viver com intensidade.


Gosto   Comentar   

Penso logo existo, Há!! Grande camarada Francisco, assim é que vira o mundo.



(Colab. 

O abismo da diferença entre a caridadezinha e o amor pelos outros.

São vocações mais nobres do que as vocações politicas, porque garantem a verdade dos sentimentos para com os outros, Não fazem promessas e não fazem criticas que na prática não tem uma pinga de exemplos na sociedade,Estas pessoas de carne e osso, dão me esperança, gosto delas e trago-as com o lamento de não ser assim, respeitando-as apenas.
Eis um grande tributo da Irmã Cármen, 91 anos de idade, agora só come e dorme em Braga, depois de uma vida a fazer o bem que nasceu e vai morrer com esta vocação do verdadeiro amor pelos outros.

Se o povo gosta das meninas pimba, que posso eu fazer?

São bonitas e jovens,cobram 10 mil euros por cada "pimbada", o povo delira, que posso eu fazer?
Se o publico faz as suas escolhas, logicamente, já era tempo de lhe propor outros produtos, mas que são bonitas,lá isso são, no resto quem escolhe sempre alcança.Claro que não tenho nada contra, mas ter opinião, por enquanto não é crime!

Visitei o Fecebook,do economista e montemorense Jorge Camarneiro. Coitado de mim que não sei fazer contas!



 · 
Como a carga fiscal dá cabo do emprego!
Um salário líquido de 1502 euros significa 2450 euros de rendimento bruto, ou seja, implica a entrega ao Estado, por conta do trabalhador, de 11% para a Segurança Social (269,50 euros), 24,9% de IRS (610,05 euros) para o fisco, somando ainda 68,00 euros de Sobretaxa de IRS, o que, no final, resulta em 947,55 euros de descontos!... Só!
Paralelamente a empresa paga ainda 23,75% sobre o salário bruto, uns míseros 581,87 euros, o que somado...
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Apesar de tudo, valente povo


Valente povo porque vai resistindo ás bancas arruinadas e aos golpes das corrupções generalizadas, o que me leva a perguntar-lhe, a razão do medo em procurar alternativas democráticas num direito cívico que só a democracia pode garantir.
Não compreendo o medo e o que é mais grave, é não perceber cada vez mais as abstenções, sinônimo de desinteresse para com os problemas do país. Se  assim tem acontecido, como pode queixar-se  dos governantes? Como pode assumir a sua participação na democracia, se só existe se for expressa no livre voto dos cidadãos ?
O que me preocupa é a continuidade no poder de indivíduos que reformaram sempre contra os mesmos. reduzindo á penúria a classe media e protegendo escandalosamente uma elite cada vez mais distante do povinho que infelizmente os apoia na sua triunfal caminhada da opulência.
Estas são as grandes questões que o povo deve  resolver, enquanto tiver a liberdade de o fazer, ou então apoia a velha frase ; quanto mais me bates mais gosto de ti, correndo no vento e no tempo, com as suas bandeiras e as jantaradas do costume. Que diabo, as pessoas devem alimentar-se, não é ? Votar na esquerda democrática é uma boa experiência cívica, mesmo reconhecendo que em todos os partidos, quer na direita , ao centro, ou então na base revolucionária da esquerda, existem sempre os radicalistas, supostamente únicos
nos seus métodos participativos nas suas cidadanias, fingindo-se democratas, mas com outras intenções de poder absoluto dos seus partidos, porque lá diz o povo: Pelo andar da carruagem, sabemos quem lá vai dentro e eu na minha longa vida vida já vi muitos comboios, em media e alta velocidade..

sábado, 8 de agosto de 2015

Estou sempre disponivél e com ela fisgada

Os Santos  caiem do altar e partem-se em bocados, de vez em quando. Não sendo ingrato pelo comentário, gostaria que fosse uma critica, em que os valores do associativismo, fossem colocados em questão e que ajudassem  com as suas criticas, o levantamento das causas associativas e o fenômeno das carolices. Conheci associativistas ímpares de solidariedade, honestos, sofredores por um bocado de nada. È para esses e com sentido reconhecimento, quero partilhar o comentário do anonimo.
A vaidade dá trabalho, custos, canseiras de mais, azedumes, mas a alegria que se recebe por objectivos colectivos não existe dinheiro que pague  tal amor próprio e a partilha das tarefas em prol das colectividades.
Quando essa excelente Nelita, um dos muitos exemplos que eu conheci, levantou os sacos, disse-me..
Obrigado. Respondi.lhe...Obrigado á prima que espera um diploma!!!

Em fim de jornada

Apetece-me trazer-vos este grande campeão de outros tempos, que veio do nada.
Foi ajudante de missa, trabalhou duro nos aterros,e diz que os sofredores é que vão longe.
Estou de acordo com esta afirmação.

Os donativos foram entregues ao Mocidade Covense.

Na pessoa da Sra. Nelita (tesoureira da colectividade) entreguei dois sacos com diversos artigos, que vão ser  leiloados, no sentido de se promover alguns euros para a colectividade.
Considerando o meu peditório encerrado, tenho ainda algumas cartas escritas pelo Sr Vidal, que são comprovativas que os mesmos artigos foram entregues e devem ser levantadas no meu salão, a saber
Alexandra Pascoinho, JoãoPita, Isabel Parreira, José Pereira, Isabel Pessoa, Delmindo Bandeira, Joaquim Fernandes e Antônio Fernandes,a todos o Covense, reconhece e agradece.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Algumas das colectividades da Freguesia de São Pedro

Mostram a sua historia e a grande dedicação ás causas associativas da Cova Gala.
Um certame inaugurado hoje e que se prolonga por vários dias no Parque das Merendas.


A carneirada ?

Julgar que o regime do Estado Novo, ao controlar pelo medo e perseguições, terá no presente as suas influências nas escolhas do povinho que não saí de cima dos mesmos partidos, parece-me arriscado, mas é a minha analise, O que não percebo é o sistemático apoio eleitoral, a governos que lixaram sempre  a raia miúda, a sofrer quem sabe do passado de medo, também de uma Igreja, que soltava nas suas pregações, o horror do esquerdismo proletário.
Volvidos tantos anos de liberdade, com acesso a todo o tipo de informações, sobre o que tem sido o assalto ao poder e ás suas reais mordomias, o que se passa é estranho e leva alguns escribas ao exagero de os classificar de lã macia e aproveitavel.
Alguns entendidos na matéria, vão julgar-me padrinho de algum partido, desiludido com os que destruíram este pais, tendo o sonho de um governo de esquerda e democrático, decerto com esperanças do socialismo democrático do Sr Mário  Soares!!!,
Ora se embirro com partidos únicos e governos patrões, de um só sindicato, logo não tenham receio que não venho fazer caça ás bruxas, prometo voltar para ver se aprendo alguma coisa nesta triste balburdia dos mesmos sempre a governar

A carneirada ?



Não tenho o desaforo em propor aos meus leitores, que me honram com as suas visitas, sendo na realidade imensas, a “fúria “ daquele título sobre o povo, ao qual faço parte pelo sangue e pela carne.
Apesar de lhe chamar “burro” de vez em quando por ironia, como chamo ao meu neto, pelo bem que lhe quero, o problema continua a ser grave, mas se o povo entende que deve continuar a votar naqueles que o tramam, quem sou eu para lhes dizer que deviam votar democraticamente numa outra alternativa, sim:, quem sou eu amante da liberdade e da livre escolha á boca das urnas, para os motivar neste ou naquele partido? As pessoas devem julgar o que tem feito estes comedores,piores que os ratazanas que eu conheço das rádios locais, outra história triste para contar um dia destes, sem medo de ser preso..
O que me choca é ler nas redes sociais,( aqui sim um desaforo de liberdade e de irresponsabilidade) que o povo seja conotado á imagem das ovelhas, de fuças, arrastando-se pelo chão, como que uma carneirada a caminho das pastagens. Não  vejo assim, mas de outro modo de pensar e agir, o que vou manifestar na minha opinião, apenas isso.
Continua no próximo capitulo. Esta madrugada não dá para mais,

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Dão-me coices e pontapés

Estava sentado no banco fotografado em frente da Escola Primária, na Freguesia de São Pedro, quando passei por ele e lhe disse bom dia.
Percebi que precisava de falar e de alguma coisa. Parei. Ouvi e falei com ele. O que se aprende com estas pessoas das ruas e da sua vontade de viver, humilhados e desprezados, assumem o seu caminho
Quero ir para Leiria e depois para a minha terra, Ourém. Pode ajudar-me? Nunca perco uma conversa com estas pessoas, Não para usar a sua mendicidade como escudo da caridadezinha, (que detesto ) mas porque estas pessoas me transmitem vida, hábitos,coragem e imensas aventuras pela estrada da vida. São diferentes mas iguais a mim, estas pessoas que levam coices e pontapés, tal qual me disse o viajante do sol e do vento. Cheguei à conclusão que este cidadão andarilho, é assim por vocação. Gosta de se abandonar  ao destino e aos coices que a vida dá, talvez com problemas de ordem mental ? Seguramente  uma pessoa que leva  pontapés, dizendo-me que as pessoas são maldosas e racistas, até me negam uma garrafa de água,(porca miséria digo eu) contrariando o belo poema de Ary dos Santos. Somos todos da humanidade e filhos do mesmo ventre.
O que me pareceu neste andarilho da vida é que gosta desta roupagem de mendigo.Estava desejoso de chegar a casa depois de a ter deixado há dois meses, para tomar um bom banho, fazer a barba,  esperando receber a reforma de 300 euros.
Trago-vos a vida e jamais o ridicúlo destas pessoas, preferindo chocar a semântica das palavras dos escribas que não as sentem? O que somos nesta tristeza e alegria de vivermos o quotidiano, mas nunca a presunção de me sentir superior a estes cidadãos, coisa estúpida e vaidosa, miseravelmente estúpida, porque o genial Ary dos Santos , tinha toda a razão de sentir e dizer o que lhe ia na alma, somos filhos do mesmo ventre

O que vem a ser a carneirada?

Costumo chamar-lhe "burro", mas essa expressão é aquela que chamo ao meu neto pelo bem  que lhe quero, o nosso Gabriel, agora carneirada?

Duas versões de penteados no corte do Jovem Matias

Pai e filho são emigrantes em Nantes, Todos os anos me visitam para lhes cortar os cabelos o que me deixa estimulado a vender-lhes a melhor qualidade que possso e sei. Boa viagem e até ao ano, caso o meu destino o faça de novo marcar presença.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

O destino de um povo, obrigado a emigrar.

Uma reportagem que nos faz meditar nas  transformações sociais das ultimas décadas, se os mais idosos como eu, recordam o que foi a emigração na década de 50, tinha eu 10 anos. Poucos anos depois, já com 14 anos, a cidade deu-me para sempre o fermento da contestação..Nauele tempo a diferença entre as aldeias e as cidades, posso afirmar que era  humilhante, Contestava-se o Salazarismo e o medo exista,Volvidos todos estes anos, só tenho, ou temos, a liberdade de nos dignificarmos civicamente. No resto e com alguns criminosos sociais, o povo que vive do seu trabalho, está de novo na aventura da emigração e do sofrimento.

Pois é Sr Lérias

Gostava de saber escrever como o Sr sabe, mas permita-me que lhe diga que o respeito que o Sr ou eu(eventualmente) devemos assumir é pelas ações e nunca pelas palavras, mesmo sendo um bom e sabedor técnico das palavras e da sua semântica e os métodos de as escrever, confesso-lhe que não sou um estudioso da sua linguagem Olhe..Sou uma especie dos que não tem cão vão caçar com um gato, ou seja prefiro a verdade dos meus sentimentos e dos poucos que me restam com tanto ódio á minha volta.
Como sou um inquieto defensor da liberdade de expressão, não aprendendo nada com os que julgam que sabem tudo, fechados e austeros, achei graça ao que escreveu sobre o Ganhitas, o tal artista dos relatos, que não sei se foi chupadeira na Rádio da Figueira??.
Neste mundo cão em que se é preso por o ter ou não, gostaria de lhe dizer que os admiro e "invejosamente" gostaria de ser como eles são excelentes fazedores de palavras e ações,
Ganhitas, Custodio, Lebre, que sei eu destes vaidosos que proporcionaran momentos de entretenimento junto das rádios locais
Escute...O Tó Lebre, tem um jeitão para os relatos, Em Montemor, eu ficava ao lado dele para dizer umas coisas nos relatos que ele fazia, respeitando o seu trabalho e pensava,
Mas eu não sou capaz de relatar assim e não, dai ter lamentado não saber o que ele sabia e bem, vaidoso ou não foi um exemplo para mim e nunca o considero vaidoso, ainda hoje.
O vaidoso é arrogante e tolo, passa por cima de toda a gente porque o vaidoso não se enxerga. Está  longe de ser humilde e não tem prudência no que escreve, não conhecendo as palavras nós, julgando-se rei e senhor de todos os saberes Estes é que são vaidosos pela dificuldade em partilhar o trabalho das ações de todos os dias entre os comuns cidadãos.

Aceite a minha estima

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Sr Lérias disse lérias.!

Não seja mauzinho, porque escreve melhor do que pensa no que escreve. Vá  lá Sr Lérias, ajude com o seu saber aqueles vaidosos, mesmo assim fazem coisas mais dos que não são vaidosos, porque isto de ser vaidoso dá muito trabalho,Eu volto com o tema ,Ele tem matéria suficiente para se fazer o levantamento associativo e a suas  dedicações, com vaidades ou não, construíram-se grandes obras
colectivas e populares.
Abraço porque o seu comentário não é insultuoso, é seu e de pleno direito.

Confesso-me.( Não ao padre )


Foi uma ideia absurda em ter julgado o Luís Ganhitas, só pelo facto de o escutar nos relatos de futebol, julgando-o um intocável toleirão, face a um excelente e dotado profissionalismo, num trabalho de intrínseca vocação, como é relatar um jogo de futebol.
Confesso que neste caso fiz parte do núcleo duro dos que julgam só porque soltam a imaginação e precipitadas sentenças, salvando-me só por não o ter molestado com palavras de baixo calão.
Julgando assim os que não conheço, numa visão parcial e preconceituosa, não vou longe e torno-me um perturbado intimista, pior ainda se na praça publica faço questão da minha maledicència.
As criticas que eu faço e que me fazem são úteis e servem o aprimoramento das nossas causas e a discussão delas , bem intencionadas e livres de raìvinhas inúteis, desde que sóbrias e responsáveis, pois é o que eu entendo quando sou justamente criticado, ajudando-me a refletir e a melhorar, ou então a ficar com os meus argumentos e justificando-os na pratica das razões
Agora o que me aconteceu na ideia absurda com o Luís Ganhitas, de o julgar á revelia de uma imaginação que me arratou para a culpabilidade, confesso que ao  primeiro contacto  e á medida que as nossas conversas se soltavam com a naturalidade de quem  não vive de tabus e se manifesta tal qual é, nada mais razoável do que me sentir mesquinho na minha absurda ideia de o perceber toleirão e senhor intocável das relatadas"prosápias". O que na realidade (confesso) não tem jeito de o ser assim toleirão nas  palavras e no pronto dizer das suas manifestações, daí confessar-me que na minha absurda ideia, o castigo poderiam ser uma série de Avé Marias e Paí Nossos por forma a expiar-me dos meus pecados e dos maus julgamentos.

domingo, 2 de agosto de 2015

Grilo e Silvana, um casal exemplar de afectos em familia e com os amigos

Em cima e a contar da esquerda.
Olímpio, a seguir uma colega de viagem á Turquia, surgindo depois o casal Grilo e Silvana, a surpresa para um casal que justifica os meus aprimorados afectos.

Silvana. Quem és tu mulher?

Os que aproveitam esta liberdade das redes sociais só para comunicar o pavor do constante descontentamento e azedume com tudo e com todos, não sabem o que perdem, se pudessem glorificar a transparência dos seus  afectos, o nosso nùcleo duro, como escreveu a Silvana
Aquele que está sempre , sempre mesmo, aconteça o que acontecer dentro de nós, suportando a carga do mundo imperfeito de cada um no vento e na sua tempestade. Silvana.Quem és tu mulher, conheço-a como um porto de abrigo de bem estar, assim como a família, os irmãos, os amigos, mesmo reconhecendo as suas dificuldades em perceber a riqueza de uma saudável gargalhada, inundada de beleza interior do nosso núcleo forte, a ingenuidade de ser para viver melhor.
A vida tem o vento que sopra e que tudo leva, mas nunca levará  o núcleo duro dos teus e dos meus afectos, porque imperfeitos, é o que nos resta neste vendaval que um dia, tal com as folhas das arvores, já mortas vão  caminho da lixeira. Também nós iremos fazer esse percurso, depois de termos a certeza que soubemos viver das palavras no seu duro núcleo dos afectos que  morreram ali, depois de terem enfrentado o ciclone da tua e da minha vida.
Tenham um bom domingo e mesmo a um desconhecido, digam-lhe bom dia e vão ver que se abre uma janela de partilha e de uma subtil ingenuidade!!

sábado, 1 de agosto de 2015

Luis Ganhitas,uma contratação de peso

Não faço ideia quantos quilos pesa esta contratação da Figueira Desportiva, um programa a iniciar-se em breve na Foz Mondego Rádio 99.1, com vários elementos na equipe, entre eles o consagrado Ganhitas, que fazia como poucos sabem fazer, os relatos de futebol, nos jogos da Naval, no Estádio Bento Pessoa.
Conhecia-o dos relatos e que expressividade profissionalizada, julgando-o um toleirão, mas o homem que sabe da poda , surgiu-me despido de caganças, terra a terra, muito ao meu jeito dos que se manifestam de dentro para fora, tal qual como são os bons comunicadores, como é o caso do Ganhitas.
Uma coisa me deixou honrado, ao dizer-me visitante diário das minha tretas, a qualquer hora da madrugada!  Já  agora vou meter  uma "cunha" ou seja  uns minutos na Figueira Desportiva, para dizer os resultados do meu Montemorense, agora e muito bem a jogar na Inatel
Foi um prazer e até um dia destes

A expectativa do jovem.

No meu tempo quem mandava nos cortes das crianças , eram os pais e acabou-se.
As maquinas de cortar cabelo eram manuais, algumas mas não cortavam os cabelos, mastigáva-os e os putos (coitadinhos ) sofriam calados! Hoje, não imaginam os seus cuidados com os cabelos, o que me torna atento ás suas preferências, se os quero ter como clientes.

Deixo-vos com este grito pela justiça



José Carlos Ary dos Santos

Poeta

Meu Camarada e Amigo

Revejo tudo e redigo
meu camarada e amigo.
Meu irmão suando pão
em casa mas com razão.
Revejo e redigo
meu camarada e amigo

As canções que trago prenhas
de ternura pelos outros
saem das minhas entranhas
como um rebanho de potros.
Tudo vai roendo a erva
daninha que me entrelaça:
canção não pode ser serva
homem não pode ser caça
e a poesia tem de ser
como um cavalo que passa.

É por dentro desta selva
desta raiva deste grito
desta toada que vem
dos pulmões do infinito
que em todos vejo ninguém
revejo tudo e redigo:
Meu camarada e amigo.

Sei bem as mós que moendo
pouco a pouco trituraram
os ossos que estão doendo
àqueles que não falaram.

Calculo até os moinhos
puxados a ódio e sal
que a par dos monstros marinhos
vão movendo Portugal
— mas um poeta só fala
por sofrimento total!

Por isso calo e sobejo
eu que só tenho o que fiz
dando tudo mas à toa:
Amigos no Alentejo
alguns que estão em Paris
muitos que são de Lisboa.
Aonde me não revejo
é que eu sofro o meu país.

Ary dos Santos

O vento me leve se tenho inveja dos ricos,


Sinto alguma leveza em desprezar-me com a banalidade daquela frase que me parece inocente e subtil, mas o vento tem as suas razões, enquanto eu tenho as minhas  Quando agita  as arvores e as folhas sem vida, acabam por cair e não magoar ninguém, a caminho das lixeiras, porque é esta a função da natureza, também vivendo para morrer, se em vez do ódio, prefiro banalizar-me e menos sofrer, olhando á minha volta outras magias que o dinheiro poderia propocionar.
O vento sopra forte, hoje ou amanhã? É  capaz de me sacudir a caspa do cabelo, que doentiamente seboso, vai morrendo um pouco todos os dias, levando o que pode levar, sem conseguir varrer-me esta constante inquietação de ver um homem só a gastar cem mil euros para pagar  o aluguer de um pedaço de terreno para receber os seus convidados, uns 400. Aqui sim uma simulação,( digo simulação,) do ZÉ Telhado! Poderia  repor alguma reflexão entre os desperdícios da opulência e o desnorte desta gente que não conheço e muito menos me magoam. Pensando, nisso sim, nos que vão a caminho das sopas da caridadezinha, sofridos e humilhados, procurando as sobras de um sistema social, injusto e estupido, em parte provocado pela crueldade  do poder dos euros, sempre a cair para o mesmo lado, alguns atravez do honesto trabalho e do seu sucesso, mas outros só são ricos pelas golpadas dos fundos corredores do poder viciado das riqueza, com a faca na liga e nos roubos descarados de alguns, não de todos.
Os ricos, alguns ricos tem as suas desgraças as quais não me dão prazer o seu sofrimento, porque esse não é o meu mundo, aceitando-o na minha meditação que se despreza na banalidade das frases. Sinto  o vento que por mim passa, e tudo leva sem me magoar, como acontece com as folhas mortas das arvores, porque mortas não se ferem, se acabam por cair no fim do seu ciclo de vida.
O que me agita e magoa é outra coisa. Aí  nem uma tempestade me leva a minha convicção, já dórida e vezes sem conta contestada nos milhões dos banqueiros e do Dias Loureiro, tantos loureiros,que acabam por cair, destruindo o equilíbrio da economia que devia servir para construir uma sociedade de menos ricos, sobretudo para meu tranquilo sono, de menos desigualdades sociais, estas sim, as  minhas inquietações. que o vento nunca leva nos meus protestos

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Se puderes vai e leva a familia aos Fados.


O Jovem Temudo, vai atrair as atenções na festa da noite.


Entre a Internacional e Sérgio Godinho, a sensura ?

Quando convidei a Sra Silvina Queirós, para colaborar nas crônicas da Foz Mondego Rádio 99.1, sabia que os seus temas iriam abordar as lutas ideológicas e sociais do Partido Comunista, mas para mim de todo logicas e necessárias num quadro livre de expressão, porque suprimir a informação, só existe em regimes fascistas, nunca poderia aceitar tal sensura,Cá  dentro ou lá fora, sou alérgico e não tenho duas caras, entre os bons e os maus, para mim onde houver um sacana, há que dar-lhe nas orelhas.Vamos ver se nos entendemos.
Ou temos princípios de coragem cívica, denunciando os crimes que tivemos, leiam o assassinato de Humberto Delgado, que faz arrepiar a frieza dos criminosos da policia politica, ou então temos uma
dualidade de caracter que  deixa muito a desejar a quantos apóiam regimes que tiveram ou ainda tem essa medonha prática em países que eu conheço, entendem  caros leitores?. Ninguém de boa fé está com esta gente que a democracia promoveu a déspotas sociais, mas é a democracia do povo que os devem retirar do poder, e isso não acontece em regimes de partido único, de simpatia de muitos paladinos da liberdade que temos por aí iludidos, ou pior ainda, a desejar esse deplorável regime de partido de amigos e de família. Afinal como são estes por cá, com gente sem vergonha, a esfolar sem dó nem piedade os de menos recursos, faço referência, por exemplo, ao fisco que vai buscar uns euros a reformas de saldo, grandes miseráveis e deixam fortunas levadas pelo vento, onde param os milhões de Dias Loureiro???,
Por estas minhas convicções, entrei em pânico quando o técnico de som, Miguel Machado, me telefonou, dizendo.-me.
Olímpio; temos aqui um problema. A musica que a Silvina Queirós quer  (Sérgio Godinho) não temos e a Internacional, não pode ser na apresentação dos seus argumentos, em Tabus e Mitos.
Depois de ouvir a Internacional, que difundia a base musical em Tabus e Mitos, achei a introdução excelente e que sintonia dava  nas crônicas de Silvina Queirós, um gosto só de ouvir a Internacional, se nestas coisas não vivo de fantasmas mas sim de realidades, aquela apresentação era um grito que o povo burro precisava de ouvir e abrir a pestana. Vou falar com o chefe e já, disse ao Miguel Machado.Tem calma, deixa-te de fúrias tens que compreender que se abre aqui um precedente a todos os partidos,C.D.S.P.S. P.S-D. Bloco de Esquerda, e aos partidos minoritários, já entendes agora?
O que temos a fazer é agendar um espaço de antena aberta para todos
Pois, pois, Miguel Machado, tens razão, disse-lhe.
A democracia tem as suas regras e nós não estamos num pais em que nos roubam a liberdade, de expressão, ou nos prendem por termos essa dignidade de pensar e manifestar os nossos protestos
Vamos é votar em liberdade e correr com eles e  sem demora. Como nos diz o grande poeta,Ary dos Santos somos da mesma humanidade e filhos do mesmo ventre, não suportamos os roubos do pensamento, digo eu para acabar, Viva  a liberdade cá dentro e lá fora, tenhamos a coragem da denuncia e sempre ao lado dos humilhados, vamos votar contra estes nababos que não sabem o que é comprar um pão de bico por quatro tostões, e levar para casa o troco de um tostão.
Aquele abraço que não é politico, mas de todo fraternidade, igualdade, um sonho que já não vou realizar em vida, pode ser que lá encontre o desejo do bem para todos.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

O corte teve sucesso em familia

De Montemor (vaidoso a mais) recebi agora um telefonema, pois então do Luis, para me dizer que a família apoiou o corte á Ronaldo! Enfim....

O que será o estado calamitoso?

Percebo bem que a empresa da Foz Mondego Rádio 99.1, não tenha que dar-me satisfações do que se passa nas suas correntes dificuldades, muito embora tenha algum conhecimento, comum e na generalidade das pessoas, mas o comentário ultrapassa este pormenor, quando leio a frase do estado calamitoso da Foz Mondego Rádio, escrita pelo anonimo.
O que está em causa neste arrojado comentário, é a circunstancia de não lidar comodamente com este estado calamitoso que não conheço de todo. É do conhecimento de todos, que arrastei um movimento de apoio e comunicação de várias pessoas e é essa responsabilidade que começa agora a preocupar-me. O que mais me anima é perceber que as pessoas estão a fazer comunicação-rádio, trazendo ao auditório novos motivos de  sintonia, estando agora preocupado caso este projecto vier a dar o estoiro, com que cara vou aparecer a  estas colaborações que tiveram a gentileza de aceitar os meus convites?  Estou tramado. Sei que os temas divulgados por todos, e diferentes, como deve ser, animaram um pouco o  auditório, e como não gosto de me esconder no meu postigo,(da minha humilde casinha) é melhor ter uma conversa com quem de direito, daquelas que fazem fumo só no olhar, porque assumir a séria relação com estas pessoas, diz-me respeito e responsabilidade e é isso que vou fazer para não andar a iludir ninguém, tão carolas quanto eu.
O escritor Saramago, um dia afirmou que estamos no fim de uma civilização, face ás roubalheiras de alguns políticos e a queda dos valores éticos na sociedade, ando sempre com esta frase na cabeça, acreditando que existe alguma lógica na sua afirmação
.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Não subestimar ninguém, pois claro. Criticar no bom sentido é necessário.

Gosto   Comentar   

Fiquei deveras preocupado, agora mesmo!!!

O comentário de 29 de Julho de 2015-19.56, deixou-me apreensivo, o qual agradeço, pois tenho que saber onde estou metido e quais as consequências desta minha entrega a uma causa que me domina os sentidos na concreta manifestação do que julgo valer a minha função comunicativa.
O cometário é aterrador para os meus princípios de lealdade com todos, posso ser vitima da minha ingenuidade e a leveza como vivo a transparência das minhas atitudes.Eu volto.

O principio da coroa. Portinho da Cova Gala

Esta coroa pisada pelo povo (Gentes do Mar e do Rio ) continua a interiorizar-me, como que uma mania que me desperta os sentimentos, ao verificar o labor de mãos enterradas na areia, procurando a dignidade da sobrevivência..
Hoje, que mostrava  a sua cara lavada, aproximei-me da sua inalterável grandeza. Olhei-a demoradamente, já com gentes minhas por cima dela, reconhecendo-lhe a sua solidariedade, para com aqueles que dela retiram o sustento.
Esta coroa em que o povo mais ordena, está no meu reconhecido intimo, ao contrario das outras coroas, tão distantes de as ver  implícitas, nas fantasias do dinheiro e da vida de outros, que não tem esta coroa do meu e contentamento e aproximada comtenplação, porque  lá diz o ditado. Deus me deu a roupa, conforme o meu frio.

Como é que é possivel?

O mundo é pequeno e perigoso, muito perigoso, pode cair em cima de um tipo como eu e ficar no minimo, sufocado e a refletir como é que é possível?
Foi verdade o que se passou em Maiorca, mas quem és tu? Por favor, quem és tu? Escreve-me nas mensagens do Facebook, porque eu sou um gajo que sabe guardar um segredo, mas quem és tu?.
Já me tinha esquecido da cena e este comentário foi como que uma bomba! A minha mulher recordou-se agora, pois cheguei a casa nessa altura, furioso da reunião em Maiorca.
Claro que tenho  os meus defeitos, mas cuidado com o tema que não suporta de facto, roubos  de Igreja, mas vamos ser claros e também respeitadores do quadro sigiloso.
Não tenho e não devo trazer para estas páginas problemas internos da Foz Mondego Rádio, seria no minimo ridículo e ofensivo. Se  alguma coisa me incomoda ou não pretendo partilhar, há sítios próprios para o fazer e não aqui publicamente, como devem concordar comigo, O que tenho feito é analisar a generalidade dos graves problemas que acabam por afectar as estruturas das rádios e a sua estabilidade financeira, mas isso faz-se no direito de opinião de cada um.
Como são as coisas!  Então não é que um respeitado cavalheiro da empresa, já tem em seu poder um protesto escrito e assinado por mim, sobre um excelente técnico, trabalhador  sério, denunciando e assumindo a sua defesa, considerando imoral , o modo como estão a tratar o seu profissionalismo?
É verdade como estar aqui e recordando a memória da minha Mãe. Estou tramado com este mau feitio e não tarda, ou me batem com a tabua na rabo, ou então sou eu que saio pela porta GRANDE, lavadinho e vincado com o ferro de engomar, porque não sei estar nestas vidas de outro modo, é uma mania minha
Recuar anos e anos e na época das vacas gordas, em que havia dinheiro para tudo, eu tive de facto a coragem em dizer que o artista não tinha vergonha, felizmente para mim que ainda não a perdi, desejando apenas que me paguem as despesas, ou então o meu "Salazar" faz-me a folha ?''

terça-feira, 28 de julho de 2015

Sabiam que o CIRCUS é produzido e apresentado por artistas da Figueira da Foz.?


Temos aqui um exemplo.

A Aldina Matias,(ao meio na foto )  Freguesia de São Pedro, tem o seu espaço de poesia na Foz Mondego Rádio 99.1, duas vezes por semana, comunicando o que sabe dizer da sua poesia, falando também das pessoas da sua terra, tratando-se de uma criatura que se movimenta com a juventude, na dança e outras actividades culturais
Cada Freguesia devia ter um elemento com este tipo de intervenção, depois a Radio, visitaria essa terra e promovia  a sua cultura e outros saberes
Nada deste projecto posso fazer, lá está, vivo da minha profissão, mas esta introdução nova no auditório, não custa dinheiro, mas precisa carolas para o dinamizar
Se não falhar , Buarcos e Paião, vão ter os seus comunicadores, depois se verá, pois não sou homem para promessas, só em Fátima, com o devido respeito pelos os que acreditam , só isso.

Há!!! A Internacional, foi silenciada, mas por razões obvias de regras democráticas, eu explico direitinho e os leitores vão perceber a coisa

Os obreiros das crises existem.


O comentário anônimo que classificou alguns gestores de empresas, os sapateiros
entre o Deve-.Haver, leva-me de novo ao assunto. A vida  difícil da Foz Mondego Rádio 99.1, também uma empresa com sérias dificuldades de tesouraria, e eu a pensar que teria  agora o meu futuro garantido, ao envolver-me numa recaída paixoneta, o seu comentário relança nas nossas análises o que foram e o que são hoje as Rádios Locais.
A crise na industria e no comercio é absoluta, os novos meios de comunicação
da internet, as discotecas, tem sido as causas e efeitos negativos nas Rádios Locais, a necessitar de novos métodos de aproximação aos ouvintes, saindo do estúdio para atingir os objetivos de comunicação direta com o auditório pelas freguesias da Figueira da Foz. Onde estão os meios humanos, por um lado e por outro, os que querem ganhar a sua vida, trabalhando na Rádio, não podendo pagar salários a estes trabalhadores ?
Por exemplo. A experiência na Freguesia de São Pedro,com o Nelson Gafanhão e a Aldina Matias, tem resultado, porque transmitem os valores das suas gentes, comunicando de tudo um pouco e ao sabor do popular e da surpresa.
Também Buarcos e Paião, vão ter o mesmo projecto e assim por diante, A  Foz Mondego Rádio, pode melhorar a suas audiências, mas sem ilusões de fartos sucessos, pois como diz o anonimo, eu assumo também que os sapateiros foram ás carradas e os ratazanas , estão caladinhos porque o menino está a dormir! Os tempos são outros e os que mais sabem devem criar novas dinâmicas de comunicação, mas para isso é preciso dinheiro para pagar aos profissionais que vivem deste trabalho, e quantas vezes são os piores exemplos.
Caro anonimo, o seu comentário revela uma analise conhecedora da situação,a qual seria um imbecil, trazer para este espaço, da parte que me toca na informação que tenho sobre o assunto, pois sou contra os bufos e não me cabe a mim tecer na praça da má língua, outro tipo de motivação, que não seja colaborar e alimentar a minha paixoneta., enfim, ando a cumprir o meu destino, mas calar injustiças e a destruição dos bens públicos, isso nunca vai acontecer
Abraço porque são horas de dormir

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Na feira das velharias (Buarcos )respeitai as memórias

Faltava-me esta leitura, sobre o crime do homem corajoso que enfrentou o Salazarismo, pagando com a vida em Villanueva Del Fresno, quando dois putos de 15 anos, procurando os pássaros, encontraram restos de carne humana, já devorada pelos abutres
Os crimes econômicos deste país são penosos e vergonhosos, mas o assassinato por motivos políticos, para mim não tem qualificação, porque marcados por vinganças e ódios permitivos da idade média, constituem a mais brutal negação contra liberdade de pensamento e a dignidade que se deve ás pessoas que pensam e o querem manifestar num quadro politico e democrático. Herói pois,Quem se atrevia em 1965 (estava em Lisboa e os bufos metiam medo nessa altura,) capaz de enfrentar a terrível policia??? Só um GENERAL SEM MEDO, a merecer as honras de PANTEÃO.
O livro com 250 páginas, mostra as fotografias dos criminosos.Um deles de nome Álvaro Augusto,, N eves Pereira de Carvalho, nasceu na Freguesia de S.Julião, Figueira da Foz, em 1920, a 3 de Julho.
Foi contratado em 1956, para servir a Policia Internacional e de Defesa do Estado
Lindos serviços prestaram á Nação, não tenho duvidas.Perseguir, matar, humilhar, com o "grande mestre", a ir á missa com o seu amigo Cerejeira, tomando as hóstias para lavar o sangue das suas almas. Eu cá não entendo este amor a Deus, haja quem me explique esta tragédia de proteger criminosos e ter depois a coragem de ajoelhar perante Deus.
Mas o domingo foi também agradável pelo encontro do velho companheiro Parreira, juntando-se o Andrade, numa amena cavaqueira, sobretudo, quando sabemos que o amigo montemorense, deu uma volta por cima de uma longa doença.
Depois tivemos um pastor alemão abraçado ao  dono, coisa bonita do animal que conhece os que lhes fazem bem.Quando disparei a maquina, foi pena. O animal, já tinha deixado o abraço ao seu "patrão"

domingo, 26 de julho de 2015

O SEU COMENTÁRIO ESTÁ EXCELENTE

Justifica resposta cuidada, o que vou fazer. logo que tenha espaço.
A manhã de domingo foi motivadora, tenho que desabafar coisas simples que me animam, como seja aquele encontro com o velho companheiro, o  Parreira, que deu um chuto no destino!!

As fotografias que me fizeram sentir a vida

Justificam a partilha com os leitores, não no vazio da presunção, mas dos sentimentos que me alimentaram esta manhã em Buarcos. Até já, se assim acontecer.

A vida está muito dificil na Foz Mondego Rádio 99.1

Não tenho por hábito enfiar a minha cabeca na areia, ou pior ainda espreitar pelo postigo da minha alegre casinha, tão pobre quanto eu, não contem comigo. Prefiro levar" trancada no corpo"assumindo já custos que podem ou não vir a ser repostos, que vão sendo suportados pelos cortes das barbas e dos cabelos, o que quer dizer que os que amam muito sofrem.
Alguns carolas vão resistindo, enquanto o único e excelente profissional  devia merecer respeito pelo seu trabalho, mas o ditado é antigo, onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão
Razões garantidas tenho eu e  os que denunciam e tem caracter para o fazer no limite possível das denuncias dos meus " queridos ratazanas."Citar os  que investiram e nunca mais serão reembolsados e num quadro de pessoasque ainda por la vaão lutando contra fantasmas?
Os perigos de levar "trancada no corpo" será sempre dos que nada fazem e que poderiam no minimo propor soluções de compreensão, por esta ou aquela via, mas o raio de se falar fácil e com medo de levar as tais "trancadas"é comodo e não dá trabalho.
Quando me afundar no Mar Revolto de Vez em Quando,( a minha treta  vádia) vou dar á praia sem uma mordedura de esfomeados peixes, esperando que a empresa assuma os custos do funeral, porque esse é o seu dever a um carola que partiu de mãos lavadas, assim como outros mais.
Que metáforas estas,  caros leitores, mas para bom entendedor... Com metáforas me safo de ser" preso" mas tudo isto é a imagem triste do país que temos, numa escala de tostões e não dos milhões , como acontece com Salgados e afins.
Se a vida está difícil na Foz Mondego Rádio 99.1, não vou ser eu a enfiar a cabeça na areia ou espreitar pelo postigo, outros o façam para se cobrir de vergonha, porque aqui fica com vaidade, pois então, a minha folha de serviços até a este momento, enquanto muitos outros me curvo pelo seu honesto trabalho e dedicação á radio da Figueira da Foz. Se eu não gostar de mim, sou parvo? Assumo este descaramento por uma razão. Tenho sofrido ataques injustos  e um homem tem o direito de se defender de tanta maldade, digo  eu. Acabo  por aprender com as criticas que me ajudam a melhorar, quando bem intencionadas, outras existem que não fazem sentido, se os exemplos são os melhores cartões de visita, porque falar é demasiado fácil
Gentes do Mar, por Nelson Gafanhão, com alguns poemas de João Pita. Momentos da Madrugada, por Aldina Matias, tudo isto tem levado as gentes da Freguesia de São Pedro, a sintonizar a radio Foz do Mondego, prova suficiente que a comunicação deve partir de quem tem essa responsabilidade junto do auditório.
Alice Mano Carbonnier(, Coisas de Tudo e de Nada.) No ultimo apontamento, citou o democrata, o falecido Sr Dr. Melo Biscaia, e que momentos foram.
Dr Eurico Silva(, Recados, )Silvina Querós (Tabus e Mitos) Isabel Dourado, vai iniciar aos domingos um programa musical, a partir das 10 horas
Figueira Desportiva, a partir de 15 de Agosto, Um grupo de amadores, liderado pelo Andrade e pelo Gailhitas, é assim que se chama ?
Há!! Montemor Deus á Foz, por Pires de Matos, Ainda ontem foi entrevistado o presidente da Junta de Freguesia da Carapinheira.
Caros leitores.Podem e devem dar-me "trancada" mas termino como iniciei, não gosto de enfiar cabeça na areia e muito menos espreitar pelo postigo. Abraço certo

sábado, 25 de julho de 2015

Quem te traìu?

O poeta Juvelino Soares, nasceu em Reveles, em 1935, uma freguesia de Montemor-o-Velho
Do Cimo deste Monte, pergunta quem traiu o 25 de Abril, dos cravos vermelhos ás janelas, nas espingardas e na lapela., com democratas manhosos,uns governantes capciosos..

Os meninos escolheram o corte--ficaram felizes e eu também


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Com o devido respeito pelos milionários..



Com o devido respeito pelos milionários, dos quais não tenho ponta de inveja, o que me alimenta
nestas recordações é a partilha com os leitores. Que  sejam felizes e que tomem bons banhos nas  Ilhas que vão comprar ou já estão instalados para dar largas a um mundo que não é o meu e que  em boa verdade só serve para meditar. .A minha maior" vingança" qual vingança ?  É perceber que o barbeiro-cabeleireiro, os tramou na linha de chegada , muito antes que os milionários, protegessem com os seus cães de guarda  um paraíso que devia (repito ) pertencer á humanidade. Qual ideia mesquinha do barbeiro cabeleireiro?.Vão-se lixar com as vossas fantasias, mas não me chamem tolo se vos disser que os vossos milhões me vão roubar a recordação de ter presenciado a dança ao vivo, a mítica dança do Zorba, em cima na fotografia. Em baixo ao pisar a terra , onde o paí da medicina ensinou os seus alunos. A Árvore de Hipócrates.Ó donos do dinheiro vão lixar-se porque jamais me roubais o que tenho de mais sagrado, a espiritualidade das coisas simples do comum homem da rua que não compra Ilhas, mas retira da vida a beleza e a paz que ela me dá.