quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Do Minho ao Algarve, sentimos a beleza de um pais dentro de nós.
Não é por presunção que o digo, se o entenderem assim, mas a verdade é que somos um pequeno país repleto de belezas que os estrangeiros,tal como eu, admiramos e gosto de referenciar sempre e hoje recordo com saudade, o excelente fim de semana por terras de Miranda do Douro, mas já foi há muito tempo!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
O TAKE- AWAY que Abril nos deixou.
Não pretendo radicalizar a minha opinião sobre todos os governantes que se instalaram no poder, muito embora os não desculpe, existem e sempre existiram os pobres e os ricos, os que gostam de trabalhar e levantar-se cedo da caminha , e outros que gostam dela até ao meio dia!Depois temos os viciados na pinga ,os que se arrastam com as drogas, destruindo-se e levando consigo para a desgraça, a própria família.
Este é um quadro terrível que a sociedade não consegue dar resposta , insuflando dignidade naquelas cidadãos, e sei por experiência vivida, que estas pessoas rejeitam uma cama lavada , já que o seu estado mental e auto-estima , não suporta mudanças para melhorar a sua condição social. A meu ver é uma realidade que os governos devem combater, pois é a sua missão, mas existe hoje outra franja de famílias que caíram na pobreza, não por aqueles motivos , mas sim pelo descalabro de políticas ruinosas para quem trabalha e vive de reduzidos rendimentos. Repare-se nas falências das empresas, o que aconteceu nas pescas e na agricultura -pagaram para não produzir e mataram logo de uma vez os meios produtivos e riquezas partilhadas no desenvolvimento de imensas familias no país.
Por outro lado eu não vou já em cantigas, porque entre este povo que hoje vai buscar os alimentos ao Take-Away e os que viveram á custa das politicas por eles organizadas e mantidas no leque partidário para os amigos, é caso para perguntar como estão de vida , Os Soares, a Guterrada e Barrozada, passando pela Cavacada, só para dizer que o Abril do Take-Away, tem muito de culpas nesta cambada que lavou as mãos como Pilatos, deixando na penuria esta enorme franja de portugueses.Os refeitórios passam de 62 para 950 e o investimento na caridadezinha está orçamentada em 50 milhões de euros em cantinas, onde os novos pobres têm vergonha de entrar, cita o C.M.
Este é um quadro terrível que a sociedade não consegue dar resposta , insuflando dignidade naquelas cidadãos, e sei por experiência vivida, que estas pessoas rejeitam uma cama lavada , já que o seu estado mental e auto-estima , não suporta mudanças para melhorar a sua condição social. A meu ver é uma realidade que os governos devem combater, pois é a sua missão, mas existe hoje outra franja de famílias que caíram na pobreza, não por aqueles motivos , mas sim pelo descalabro de políticas ruinosas para quem trabalha e vive de reduzidos rendimentos. Repare-se nas falências das empresas, o que aconteceu nas pescas e na agricultura -pagaram para não produzir e mataram logo de uma vez os meios produtivos e riquezas partilhadas no desenvolvimento de imensas familias no país.
Por outro lado eu não vou já em cantigas, porque entre este povo que hoje vai buscar os alimentos ao Take-Away e os que viveram á custa das politicas por eles organizadas e mantidas no leque partidário para os amigos, é caso para perguntar como estão de vida , Os Soares, a Guterrada e Barrozada, passando pela Cavacada, só para dizer que o Abril do Take-Away, tem muito de culpas nesta cambada que lavou as mãos como Pilatos, deixando na penuria esta enorme franja de portugueses.Os refeitórios passam de 62 para 950 e o investimento na caridadezinha está orçamentada em 50 milhões de euros em cantinas, onde os novos pobres têm vergonha de entrar, cita o C.M.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
A Igreja Católica pode e deve intervir nos problemas sociais do país.
As actividades sociais da Igreja devem ser assumidas - a sua vocação de solidariedade e partilha com as populações. Só a má vontade e o ateísmo não aceitam esta realidade.Os que convergem para o Cristianismo, a sua autenticidade, sentindo o próximo como seu irmão, e em muitas circunstancias repleto de dificuldades e complexidades, que precisam de ajuda, têm a luz do bem que ilumina e alimenta esses valores, de inigualável esperança, em nós e nos outros, pois só assim podemos acreditar no grande mistério de Jesus Cristo, feito homem e Santo, junto dos que amou.
Temos depois os acomodados do Evangelho, que à sua maneira levam a cruz ao calvário, de ladainha em ladainha, amando a Deus, decerto, mas incapazes de assumir nas suas homilias a defesa dos explorados, mostrando que a Igreja de Jesus Cristo, sendo de toda a humanidade, é sobretudo dos que têm fome de justiça. E aí tenho algumas duvidas da autenticidade das pregações e dos muitos peregrinos que se dizem cristãos e trazem consigo o diabo no ventre e a soberba que os tritura rezando depois para se aliviarem dos pesadelos de consciência.
O facto é que depois de ter lido a biografia de João Paulo II e outros documentos por si escritos, lamentei ter conhecido este homem de Deus tarde de mais , mas fui a tempo de compreender o universo sublime de um homem feito á semelhança de Jesus Cristo, já que a sua vida terrena foi de tal modo exemplar e corajosa, que só um iluminado pode viver assim com Deus e os homens de todas as raças e de todos os credos, perdoando, inclusive, ao que o quis assassinar .
João Paulo II não teve receio de falar dos trabalhadores e dos seus direitos de pessoas humanas, das greves que são um modo para conquistar melhorias no seu trabalho, referindo que os sindicatos são um instrumento construtivo da ordem social para o bem comum.
As empresas, acentua, não devem ser uma sociedade de capitais , com efeitos perversos de injustiça para quem trabalha. Daí que a Igreja em Portugal,ainda tem muito caminho para vencer e mostrar a grandeza divina e social, devendo por isso acompanhar João Paulo II intervindo nos problemas que muitos portugueses enfrentam nesta crise , denunciando a soberba e os crimes sociais cometidos , pois só assim os padres e os cristãos assumem verdadeiramente a sua fé nos exemplos e assumidamente com os injustiçados da vida.
Temos depois os acomodados do Evangelho, que à sua maneira levam a cruz ao calvário, de ladainha em ladainha, amando a Deus, decerto, mas incapazes de assumir nas suas homilias a defesa dos explorados, mostrando que a Igreja de Jesus Cristo, sendo de toda a humanidade, é sobretudo dos que têm fome de justiça. E aí tenho algumas duvidas da autenticidade das pregações e dos muitos peregrinos que se dizem cristãos e trazem consigo o diabo no ventre e a soberba que os tritura rezando depois para se aliviarem dos pesadelos de consciência.
O facto é que depois de ter lido a biografia de João Paulo II e outros documentos por si escritos, lamentei ter conhecido este homem de Deus tarde de mais , mas fui a tempo de compreender o universo sublime de um homem feito á semelhança de Jesus Cristo, já que a sua vida terrena foi de tal modo exemplar e corajosa, que só um iluminado pode viver assim com Deus e os homens de todas as raças e de todos os credos, perdoando, inclusive, ao que o quis assassinar .
João Paulo II não teve receio de falar dos trabalhadores e dos seus direitos de pessoas humanas, das greves que são um modo para conquistar melhorias no seu trabalho, referindo que os sindicatos são um instrumento construtivo da ordem social para o bem comum.
As empresas, acentua, não devem ser uma sociedade de capitais , com efeitos perversos de injustiça para quem trabalha. Daí que a Igreja em Portugal,ainda tem muito caminho para vencer e mostrar a grandeza divina e social, devendo por isso acompanhar João Paulo II intervindo nos problemas que muitos portugueses enfrentam nesta crise , denunciando a soberba e os crimes sociais cometidos , pois só assim os padres e os cristãos assumem verdadeiramente a sua fé nos exemplos e assumidamente com os injustiçados da vida.
Só agora dei pelo engano!!
Estas inacreditáveis falhas de memória!! A idade sempre nos traz algumas traições nos compromissos e avaliações no dia a dia! O que me aconteceu -não ter ido ontem ao CAE, - foi uma confusão de datas e hora marcadas na apresentação do projecto do Mercado da Figueira da Foz, julgando que se realizava hoje terça feira , 14 de Fevereiro, quando já aconteceu ontem, segunda feira dia 13 de Fevereiro 2012 .
Dei agora pelo engano - 1h13m, quando o calendário marca já o dia 14-02-2012, e porque não gosto de desculpas de mau pagador, aqui fica a verdade dos factos e a minha lealdade e apoio aos comerciantes do mercado da Figueira da Foz, e com particular desculpa ao Custódio Cruz .Ainda ontem em casa da minha filha Clara e do meu neto Gabriel, lhes disse: amanhã não venho visitar-vos , tenho que ir ao CAE! Ora toma a esperteza do velhote, que muito prometeu e nada assumiu!
Dei agora pelo engano - 1h13m, quando o calendário marca já o dia 14-02-2012, e porque não gosto de desculpas de mau pagador, aqui fica a verdade dos factos e a minha lealdade e apoio aos comerciantes do mercado da Figueira da Foz, e com particular desculpa ao Custódio Cruz .Ainda ontem em casa da minha filha Clara e do meu neto Gabriel, lhes disse: amanhã não venho visitar-vos , tenho que ir ao CAE! Ora toma a esperteza do velhote, que muito prometeu e nada assumiu!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
No dia mundial da rádio, recordo o poeta popular Manuel Teixeira
Enquanto escutava a Antena Um, esta manhã pelas 5h, um programa de José Candeias, direccionado para o exterior, e porque se tratava do dia mundial da rádio, José Candeias,( trinta anos a fazer rádio)
perguntava aos ouvintes o que representava sintonizar a rádio. Claro que as respostas foram diversas, num programa altamente profissional. Recordei também a rádio Maiorca e a rádio Beira Litoral, onde conheci o poeta popular, Manuel Maria Teixeira, o qual menciono neste apontamento com alguma saudade . Além da poesia popular que escrevia e dizia no programa , Voz de Montemor , Manuel Maria Teixeira , era um excelente contador de histórias de uma vida muito vivida em Bebedouro e em Arazede, freguesia de Montemor-o-Velho. Certo programa, esperei. esperei pelo poeta, telefonando-lhe para casa. Respondeu-me a sua esposa: - O meu marido já foi para a rádio! E eu fui esperando, motivando aquela primeira hora como podia, mas de poeta, nada. Onde estaria ele? Vim a saber que o nosso amigo Manuel Teixeira, perdera-se com amigos dele na primeira taberna que encontraram entre Bebedouro e Arazede, porque Dom Baco, falou mais alto do que o programa de rádio na Beira Litoral.
perguntava aos ouvintes o que representava sintonizar a rádio. Claro que as respostas foram diversas, num programa altamente profissional. Recordei também a rádio Maiorca e a rádio Beira Litoral, onde conheci o poeta popular, Manuel Maria Teixeira, o qual menciono neste apontamento com alguma saudade . Além da poesia popular que escrevia e dizia no programa , Voz de Montemor , Manuel Maria Teixeira , era um excelente contador de histórias de uma vida muito vivida em Bebedouro e em Arazede, freguesia de Montemor-o-Velho. Certo programa, esperei. esperei pelo poeta, telefonando-lhe para casa. Respondeu-me a sua esposa: - O meu marido já foi para a rádio! E eu fui esperando, motivando aquela primeira hora como podia, mas de poeta, nada. Onde estaria ele? Vim a saber que o nosso amigo Manuel Teixeira, perdera-se com amigos dele na primeira taberna que encontraram entre Bebedouro e Arazede, porque Dom Baco, falou mais alto do que o programa de rádio na Beira Litoral.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Um direito sagrado em democracia
Um direito sagrado em democracia ,ter voz e liberdade para o fazer em multidões , como esta no Terreiro do Paço.Sem duvida que os valores de Abril, com principio e apoio aos mais fracos da sociedade , digo quem vive de salários, pequenas reformas, o( verdadeiro povo que lava a roupa no rio)vive uma situação que me faz lembrar antigamente, quando os mais fortes economicamente é que viviam e pisavam o pé descalço. Felizmente, hoje o povo que protesta contra governos insensíveis aos que contam os euros, podem fazê-lo na praça pública, sem o receio das metralhadoras. Se entendermos a nossa cidadania como colectiva e se vivemos felizes com o bem do próximo,vamos deixar as ideologias e sejamos solidários com a justiça social que o povo merece e trabalha para isso. Pergunto á" lua" e depois de tantos crimes sociais, roubos, destruição do dinheiro público, qual o motivo porque ninguém deu resposta no banco dos réus, um dado que em democracia , se justifica na verdade dos factos e da justiça. A doutrina social da Igreja , elucida os cristãos para estas referências de justiça social, por isso não venham para cá só com palavrinhas do SENHOR. É necessário viver e sentir estes graves problemas do nossos semelhantes; Lá diz o Bispo de Setubal: .Quem ama Deus e não ama o próximo é um falso crente.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Vamos ao CAE, apoiar os comerciantes do Mercado da Figueira da Foz.
Finalmente vai ser apresentado no CAE, no próximo dia 13 de Fevereiro 2012, pelas 19 h., o projecto da Remodelação do Mercado da Figueira da Foz. Julgo que esta apresentação é pública e não precisa de "cunha",por isso a Associação dos Comerciantes, deve sentir o apoio da cidade nesta apresentação que marca a viragem de um processo, de grande confusão ,sobre aquele espaço que deve preservar-se por bem dos que ganham a vida no mercado, mas também pelo facto de um dia destes só existirem por aí centros comerciais, arruinando por completo as economias familiares.
Daí esta pergunta aos Figueirenses...Eu vou ao CAE. E tu Figueirense?Mostra o teu bairrismo pelas coisas da tua terra e não fiques ao( portal da vinha ) dá a cara a esta luta colectiva e da Figueira da Foz.
Daí esta pergunta aos Figueirenses...Eu vou ao CAE. E tu Figueirense?Mostra o teu bairrismo pelas coisas da tua terra e não fiques ao( portal da vinha ) dá a cara a esta luta colectiva e da Figueira da Foz.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Trabalhadores São Essenciais Às Empresas,
Li e valorizei a entrevista do Sr Henrique Neto, socialista e deputado,á Revista Domingo, na qual manifestou o seu sentido de partilha , com os que só dependem da sua força de trabalho, afirmando ainda que os empresários que se esquecem dos seus deveres para com os trabalhadores , cavam lentamente o fracasso das suas empresas. Na pergunta feita ao empresário, como e quem defende os trabalhadores, respondeu: A melhor defesa é do conhecimento e das funções de cada um, onde o respeito mútuo e a disciplina na organização das partes em laboração, podem alcançar o êxito nas empresas. Entre várias opiniões na sua entrevista, salientou que a sua porta está sempre aberta a queixas e a sugestões, pois o desejo de melhorar as condições de trabalho, todos ficam a ganhar no desenvolvimento das empresas.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
As frases dos revolucionários, que combateram as desigualdades.
Séria foi a minha tia, (coitadinha) e teve uma morte sofredora, mas nunca me vendeu banha da cobra, pois ela a minha tia, é que era do povo e nunca trocou a sua alma, por palavras que não sentia. Desigualdades, Sr Jorge Sampaio! Será verdade Sr. Jorge, pois não gosto de dar guarida a boatos, que
lá por Guimarães, a sua estadia e tretas do costume, estão a ser pagas a peso de ouro? Curvo-me em mil desculpas, se tudo isto não passa de um estupido boato, ou se a sua patriótica solidariedade pela cultura deste país, é apenas com as despesas pagas, se assim for temos homem a combater as desiguldades.
lá por Guimarães, a sua estadia e tretas do costume, estão a ser pagas a peso de ouro? Curvo-me em mil desculpas, se tudo isto não passa de um estupido boato, ou se a sua patriótica solidariedade pela cultura deste país, é apenas com as despesas pagas, se assim for temos homem a combater as desiguldades.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
O mar e o latir dos cães, no silêncio da madrugada.
Gostava das noites e das madrugadas quando era jovem, das suas aventuras até ao amanhecer, mas o tempo é o vento que passa e criou outras manifestações nas minhas noites de insónias.É que na velhice se vão perdendo e ganhando outras compreenções e vontades, as que garantem algumas certezas na vivência do dia a dia, que bate com a realidade inoxerável de que somos mortais. E é neste sentido único de pensarmos a lógica da vida se suaviza a loucura de outros tempos, onde as insónias não me afligiam. Que parva ingenuidade de não se perceber que a matéria tinha limites no tempo, tantas vezes curto para muitos, era apenas o devaneio nessas noites e madrugadas da juventude. A vida tinha uma mensagem invencível e foi tão inocente, porque a natureza se encarregava de me transmitir a sua adequada leveza , tal qual os sonhos que emergiam das emoções e depois acabaram por morrer sobre a praia, enquanto outros se construiram!Ser velho fisicamente,afinal, é uma boa experiência, sentimos que o dom da vida nos valorizou, percebemos a dimensão do percurso já longo e com ordem de chegada, sem sabermos nada quando é a partida. É neste patamar do irreversível que se cruza o antes com o presente. Temos a certeza de ter perdido a soberba e tantas ilusões que fazem doer;porque não as atingimos, ou não tivemos capacidade para isso, quando o sol da vida ainda tinha a sua chama.. E foi divagando no silêncio da noite, escutando o barulho do mar ao longe, numa noite de insónias, que me envolvia intensamente no som que parecia distante e tão próximo, que valorizei em momentos insignificantes.
Mas os cães, esses animais que são verdadeiramente amigos dos homens , faziam a sua festa na rua deserta , ora um ,ora outro, latindo, latindo, e mais tarde ao espreitar pelo canto da janela , a matilha corria pela estrada fora, obedecendo á chefia do companheiro/a que os desafiava com se de ordens se tratasse , ocupando toda largura da estrada. Disciplinada, a matilha corria e latia com a naturalidade dos animais selvagens e sem dono, e eu ao canto da janela valorizei esta coisa simples de mais no silêncio da noite, sentindo-me capaz e vivo no turbilhão da desagradável insónia.
Mas os cães, esses animais que são verdadeiramente amigos dos homens , faziam a sua festa na rua deserta , ora um ,ora outro, latindo, latindo, e mais tarde ao espreitar pelo canto da janela , a matilha corria pela estrada fora, obedecendo á chefia do companheiro/a que os desafiava com se de ordens se tratasse , ocupando toda largura da estrada. Disciplinada, a matilha corria e latia com a naturalidade dos animais selvagens e sem dono, e eu ao canto da janela valorizei esta coisa simples de mais no silêncio da noite, sentindo-me capaz e vivo no turbilhão da desagradável insónia.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
O Gás "venenoso" deste tempo.
Quando se fala de gás, mortífero ou não, passa-me pela cabeça, os crimes dos nazistas.Nada disso nesta reflexão, se do gás que hoje vos falo, não traz uma tragédia, mas seguramente traz consigo preocupações de sobrevivência, sobretudo nas famílias de modestos recursos, quer nos reformados, quer nos trabalhadores de baixos salários.
O aumento do gás é de 2.25%, afirmou o secretário de Estado, Henrique Gomes, e quem se vai lixar, digo eu, é o mexilhão, porque estes fazedores das leis sabem lá o que é uma família, a contar os euros ao fim do mês, os políticos têm consciência verde e os burros comeram-na, pois para sentir é necessário conhecer e viver a intensidade do sofrimento dos outros, e esta cambada faz-me recordar o tempo de antigamente de dividir para reinar, foi a grande aliança do Salazarismo, ou seja proteger os ricos e fornicar os pobres .
O meu amigo Alex Campos tem toda a razão quando diz,( puta que os pariu,) sem mais paninhos quentes.
O aumento do gás é de 2.25%, afirmou o secretário de Estado, Henrique Gomes, e quem se vai lixar, digo eu, é o mexilhão, porque estes fazedores das leis sabem lá o que é uma família, a contar os euros ao fim do mês, os políticos têm consciência verde e os burros comeram-na, pois para sentir é necessário conhecer e viver a intensidade do sofrimento dos outros, e esta cambada faz-me recordar o tempo de antigamente de dividir para reinar, foi a grande aliança do Salazarismo, ou seja proteger os ricos e fornicar os pobres .
O meu amigo Alex Campos tem toda a razão quando diz,( puta que os pariu,) sem mais paninhos quentes.
Depois da casa roubada trancas á porta.
E se o tempo pudesse voltar para traz ao tempo em que se pagava para acabar com as economias familiares? Na vida tudo se paga com língua de metro, e o pior deste grave problema social, tanto me dá que seja político, como não o seja, o facto é que tenho que os gramar na comunicação social, como se nada fosse com eles , os culpados da politicagem dos últimos anos.
São os paradoxos de uma revolução, feita á medida para uma classe só! Olhem e vejam o que está a acontecer no mercado da Figueira da Foz, onde os que trabalhavam a terra levavam ali os seus produtos para comercializar, e hoje ? Um homem que sinta os fenómenos do colectivo, ou seja, os do seu semelhante, não pode nem deve ficar calado, porque só é feliz, quem for poderosamente solidário e livre.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
A quadra do José Augusto.
Já disse que o Dr. Maló tem o dom de fazer amigos; conhece pessoas em todo o lado e todos se aproximam dele para uma saudação. Ultimamente, temos tido umas porras devido ao jornal ,O Diabo, mas nada é mais elevado do que a amizade, no meio de grande confusão de palavras! Agora no jantar foi o José Augusto, a dedicar-lhe uma quadra, pois julgo que se tratam por tu, já que a o Dr.Maló, andou muitos anos anos por Lisboa. Sei que tratava o Solnado, este sim ,por tu... não há pai para este Dr.
Os homens fortes da Casa do Benfica de Montemor-o-Velho
Casa do Benfica de Montemor- o-Velho comemerou o 7º aniversário.É caso para dizer que o sonho se tornou realidade ao construir-se de raíz este espaço sendo por esse motivo umas das três do género, num universo de centenas no país. A Casa do Benfica de Montemor-o-Velho será no futuro mais uma associação a desenvolver actividades lúdicas, culturais e desportivas em Montemor-o-Velho, afirmou o seu presidente Pedro Oliveira,perante centenas de sócios.
Neste aniversário marcaram presença o Presidente das Casas dos encarnados, Dr. Domingos Lima, José Augusto, Marques Fortes, atleta do lançamento do peso e puto, Simão Ventura, campeão nacional de Karting.
Depois de uma visita às novas instalações,cuja inauguração se realizará ainda este ano, o jantar convívio na Quinta do Outeiro, em Tentúgal, rodeou-se de intensa mística encarnada, não só pelos vibrantes discursos, mas sobretudo pelo reconhecimento dos que contribuiram de forma decisiva para o projecto de cuja concretização muitos duvidavam, tendo em conta os elevados custos na sua construção, que implicaram reabilitar uma casa em ruínas.
No momento dos agradecimentos e distribuição de prémios, à empresa Quadro Mor,ao Sr Silva, da Ereira, foi-lhe entregue o galardão Apoio; a Paulo Barranca, um destacado associativista do Atlético, sendo também na Casa do Benfica, coube o prémio Dedicação, justificado com prolongados aplausos e simpatia.
O prémio Revelação, para António Costa, adepto do Sporting, tendo sido reconhecido pelo trabalho, pedindo-se no Salão, a sua tranferência para a Casa do Benfica!O prémio Carreira foi para José Augusto, padrinho da Casa do Benfica, que recordou o falecido António Cantante, um dos fundadores.
As casas de Aveiro, Odivelas, Estarreja e Mira, foram representadas pelos seus presidentes, tendo encerrado o protocolo o Dr .Luis Barbosa, presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, dizendo com graça que não há Troika que vença o Benfica! Uma noite de grande onda vermelha, cuja apresentação esteve a cargo de Isabel Capinha e Joana Capinha.
As fotos ilustram os presidentes, das Casas do Benfica, em Portugal e no mundo, Dr.Domingos Lima, ao meio o Sr. Pedro Oliveira , carismático presidente da Casa do Benfica, e o Dr. Luis Barbosa , presidente da Câmara de Montemor-o-Velho
Os
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Cem mil euros, ou vão à festa com o fato emprestado?
Claro que gosto de ver as pessoas felizes e contentes e o Carnaval é para isso, mas o problema, a meu ver, cada um pensa como quer, não é a festa do Carnaval, se bem entendem.Mas se uma Câmara está sem tusto para nada, terá decerto no seu departamento social graves questões, famílias que lhes batem à porta a pedir apoios, gasta assim cem mil euros , numa brincadeira de Carnaval ? Se o Futre e a Margarida viessem de borla, vá que não vá, mas não me parece que a solidariedade vá por aí.
Quem tinha razão em Montemor-o-Velho, era o meu velho companheiro Emídio dos Santos , valha -o Deus, estava sempre contra tudo e todos, mas quando notava que o poder local gastava à doida, em copos e bifanas, logo o velho resmungão, ainda entre nós , sentenciava , e nesta tinha a razão inteira - "Estes gajos só sabem ir á missa , com o fato emprestado, esperem -lhe pela volta , que ainda os vamos ver na praça, a despirem-no!"
Para mim, quem devia gerir os dinheiros públicos, eram as donas de casa deste país, direi também , algumas donas de casa, pois sabem quantas broas dá um alqueire de milho, se sabem...ou então o velho comerciante montemorense que sabia ter sempre em ordem as suas contas, entre o deve-haver, e se não tinha fato não ia á missa, porque detestava não poder assumir os seus compromissos com os seus fornecedores.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Vamos animar o Bairro Novo com o Festival de Penteados e cortes de cabelo.
Para já temos a data de 2 e 3 de Junho 2012, com o apoio do Casino da Figueira da Foz, mas o trabalho da minha colega Graça Fernandes , e o meu apoio, iremos i percorrer um longo caminho na organização de um certame que trazia á Figueira da Foz, centenas de profissionais do sector, no passado recente.
Claro que não temos a pretensão de igualar aqueles Festivais , até porque tinham o apoio da Câmara Municipal, Associação dos cabeleireiros, em Lisboa , e ainda fortes
colaborações das empresas ligadas aos cabeleireiros e barbeiros..
Neste projecto, a parceria importante , é o Casino, sem duvida, mas podemos garantir outro apoio o da STILCOUP. do meu particular amigo Manuel dos Santos, uma das grandes empresas do país.
Inclusive, foi a StILCOUP, que na Cova Gala, nos apoiou o único certame que se realizou na Freguesia de S.Pedro, entre outros que ainda reconheço válidos, mas não deu para continuar!O programa está a ser elaborado para aqueles dias já citados e posso informarque a STILCOUP nos vai presentear com a vinda de um cabeleireiro de França ou da Alemanha, o que dará ao certame uma imagem internacionalizada.
Por outro lado é nossa preocupação motivar os colegas da Figueira e do concelho, fazer do festival a sua envolvencia , e quem sabe se neste quadro, não vão surgir profissionais , que agarrem este projecto no futuro.
A presença do meu colega Joaquim Pinto, do museu do barbeiro e cabeleireiro, seria uma enorme mostra do que foi a nossa profissão , em tempos recuados, mas tudo se vai ordenando para que o festival seja de novo o encontro da arte no casino da Figueira da Foz.
O Clube Artístico, do Porto , que esteve na Cova Gala, no ultimo evento, é uma certeza com o seu grupo de profissionais, esperando conviver com aqueles colegas, no próximo dia 26 do corrente, na cidade nortenha , face ao lançamento de novos cortes para senhoras e homens,
Claro que não temos a pretensão de igualar aqueles Festivais , até porque tinham o apoio da Câmara Municipal, Associação dos cabeleireiros, em Lisboa , e ainda fortes
colaborações das empresas ligadas aos cabeleireiros e barbeiros..
Neste projecto, a parceria importante , é o Casino, sem duvida, mas podemos garantir outro apoio o da STILCOUP. do meu particular amigo Manuel dos Santos, uma das grandes empresas do país.
Inclusive, foi a StILCOUP, que na Cova Gala, nos apoiou o único certame que se realizou na Freguesia de S.Pedro, entre outros que ainda reconheço válidos, mas não deu para continuar!O programa está a ser elaborado para aqueles dias já citados e posso informarque a STILCOUP nos vai presentear com a vinda de um cabeleireiro de França ou da Alemanha, o que dará ao certame uma imagem internacionalizada.
Por outro lado é nossa preocupação motivar os colegas da Figueira e do concelho, fazer do festival a sua envolvencia , e quem sabe se neste quadro, não vão surgir profissionais , que agarrem este projecto no futuro.
A presença do meu colega Joaquim Pinto, do museu do barbeiro e cabeleireiro, seria uma enorme mostra do que foi a nossa profissão , em tempos recuados, mas tudo se vai ordenando para que o festival seja de novo o encontro da arte no casino da Figueira da Foz.
O Clube Artístico, do Porto , que esteve na Cova Gala, no ultimo evento, é uma certeza com o seu grupo de profissionais, esperando conviver com aqueles colegas, no próximo dia 26 do corrente, na cidade nortenha , face ao lançamento de novos cortes para senhoras e homens,
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Luis Moço, Cova Gala, Figueira da Foz
Luís Moço, completará no próximo dia 1 de Setembro 2012 , 85 anos de idade, dizendo-nos que a sua vida no mar, atingiu mais de 60 anos de actividade, pela Gronelândia, Terra Nova, Mauritânia, Açores, África do Sul, Madagáscar, Canal do Suez, Angola, e depois de enumerar estas viagens, ainda tinha duvidas se ficava alguma por mencionar nesta interessante conversa.
Foi assim que desde os 14 anos se iniciou na vida marítima , e quando comecei a escutar a sua história pedi-lhe para que me deixasse contar-vos a riqueza deste pescador laborioso que me habituei a respeitar há alguns anos , não só pelas vincadas rugas,sobretudo pelo trato que manifesta com todas as pessoas na Cova Gala.
Júlia Quarta, o veleiro em que apanhou grandes sustos, numa altura em que não existia comunicação via-rádio, foi em tempo de borrasca, uma casca de nós, ao sabor do destino, apenas e só por estratégia marítima , com uma vela, que permitia ao veleiro aproar, talvez penso eu, conseguir mais equilibrio sobre ondas elevadas e fortes tempestades.
Luís Moço, ao falar da sua longa vida de sacrifícios , quase que nos pára a respiração, tal foi a autenticidade de factos ocorridos em situações de desespero, quando notava,por exemplo, os tubarões a perseguir o bote, tentado pelo peixe que se acomodava na pequena embarcação, sobre a borda.
Se não existiam meios para prever o mau tempo e fugir dele para portos seguros, existia sempre alguém que olhando o céu, dizia: Olhem as sarapantas, camaradas, amanhã vamos ter tempestade e ventos fortes!E era certo e sabido que o inferno era o prato do dia seguinte , que voava das mãos, sem que houvesse tempo de mastigar a comida, tendo em conta a balburdia a bordo com as alterações do tempo.
Se mais não posso ou não não sei fazer para dignificar esta vida, ficou aqui o relato com certeza da minha compreensão das vidas marítimas , tão nobres, e com reformas que são um insulto a quem tanto trabalhou e sofreu, produzindo riquezas mas só para alguns.
Foi assim que desde os 14 anos se iniciou na vida marítima , e quando comecei a escutar a sua história pedi-lhe para que me deixasse contar-vos a riqueza deste pescador laborioso que me habituei a respeitar há alguns anos , não só pelas vincadas rugas,sobretudo pelo trato que manifesta com todas as pessoas na Cova Gala.
Júlia Quarta, o veleiro em que apanhou grandes sustos, numa altura em que não existia comunicação via-rádio, foi em tempo de borrasca, uma casca de nós, ao sabor do destino, apenas e só por estratégia marítima , com uma vela, que permitia ao veleiro aproar, talvez penso eu, conseguir mais equilibrio sobre ondas elevadas e fortes tempestades.
Luís Moço, ao falar da sua longa vida de sacrifícios , quase que nos pára a respiração, tal foi a autenticidade de factos ocorridos em situações de desespero, quando notava,por exemplo, os tubarões a perseguir o bote, tentado pelo peixe que se acomodava na pequena embarcação, sobre a borda.
Se não existiam meios para prever o mau tempo e fugir dele para portos seguros, existia sempre alguém que olhando o céu, dizia: Olhem as sarapantas, camaradas, amanhã vamos ter tempestade e ventos fortes!E era certo e sabido que o inferno era o prato do dia seguinte , que voava das mãos, sem que houvesse tempo de mastigar a comida, tendo em conta a balburdia a bordo com as alterações do tempo.
Se mais não posso ou não não sei fazer para dignificar esta vida, ficou aqui o relato com certeza da minha compreensão das vidas marítimas , tão nobres, e com reformas que são um insulto a quem tanto trabalhou e sofreu, produzindo riquezas mas só para alguns.
O mastro e o galo, numa velha tradição em Montemor-o-Velho.
O meu Casal Novo do Rio, onde nasci em 1940, já era conhecido nos fins do século XIX, pela ponte da Lavandeira, por ali se fazer a passagem do rio numa Barca, chegando aos nossos dias conhecida por isso mesmo, a Barca. Santos Conceição, cita no seu livro que o foral tem data de 1516, mas é do galo no mastro que vos venho contar a sua tradição.
Quanto á Capela do Mártir Santo, recorda um voto feito a S.Sebastião quando da terrível epidemia que assolou as terras de Montemor, nos meados do século XVI. O exterior da capela e o retábulo do altar são um mimo de arquitectura rural e o alpendre de colunas pertence ao século XVII, notando-se no pórtico as armas de S.Sebastião, batido pelo vento e pela vizinhança do rio,escreveu o historiador Santos Conceição.
Uma das fotos mostra que ainda hoje se festeja S.Sebastião, que recordo desde a minha infância, pois o meu pai e outros homens da Barca faziam todos os anos a festa ao Santo que terá protegido as populações da epidemia.
A Barca, ou seja o Casal Novo do Rio ,tinha em 1940 , cerca de 300 almas, o que quer dizer que os putos davam para fazer alarido junto do mastro que tinha um galo, situado no seu extremo. Claro que não era fácil subir o mastro, com uns bons metros de altura , sem apoios, por ali acima, e quando se estatelavam no chão, era o melhor da festa para alegria dos putos, como eu, desse distante tempo.Afinal, não sei para que tanta" maldade temos no corpo" se cada homem traz dentro de si a criança que continua a viver tão humildemente.
Quanto á Capela do Mártir Santo, recorda um voto feito a S.Sebastião quando da terrível epidemia que assolou as terras de Montemor, nos meados do século XVI. O exterior da capela e o retábulo do altar são um mimo de arquitectura rural e o alpendre de colunas pertence ao século XVII, notando-se no pórtico as armas de S.Sebastião, batido pelo vento e pela vizinhança do rio,escreveu o historiador Santos Conceição.
Uma das fotos mostra que ainda hoje se festeja S.Sebastião, que recordo desde a minha infância, pois o meu pai e outros homens da Barca faziam todos os anos a festa ao Santo que terá protegido as populações da epidemia.
A Barca, ou seja o Casal Novo do Rio ,tinha em 1940 , cerca de 300 almas, o que quer dizer que os putos davam para fazer alarido junto do mastro que tinha um galo, situado no seu extremo. Claro que não era fácil subir o mastro, com uns bons metros de altura , sem apoios, por ali acima, e quando se estatelavam no chão, era o melhor da festa para alegria dos putos, como eu, desse distante tempo.Afinal, não sei para que tanta" maldade temos no corpo" se cada homem traz dentro de si a criança que continua a viver tão humildemente.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
È possível ser honesto hoje?
Tive e com prazer as visitas da Manuela e da Noémia, testemunhas de Jeová, que de vez em quando me trazem os livros da sua Congregação. Falamoss da vida e das experiências de cada um, sendo interessante este respeito pelas ideias de cada qual. Estas criaturas de Deus, pela sua autenticidade em ensinar a Bíblia, de rua em rua e de porta em porta, deixam-me a pensar na sua força e vontade de transmitir a sua fé, diga-se, a um homem como eu de pouca fé. Rigorosos na sua prática, tanto quanto eu sei, a Manuela e a Noémia,perguntaram-me se hoje é possível ser honesto, ficando de todo baralhado, face a uma pergunta que trazia consigo, uma das piores conflitualidades do nosso tempo, a desonestidade em várias áreas da vida portuguesa, onde os políticos foram os piores exemplos
Entre muitos provérbios publicados nestes dois livros, e porque chego a ter"inveja" destas duas senhoras, as quais tem sempre a minha porta franqueada, despeço-me até á próxima visita.
" O pão ganho mediante falsidade
é agradável ao homem, mas depois
a sua boca se encherá de cascalho"
Entre muitos provérbios publicados nestes dois livros, e porque chego a ter"inveja" destas duas senhoras, as quais tem sempre a minha porta franqueada, despeço-me até á próxima visita.
" O pão ganho mediante falsidade
é agradável ao homem, mas depois
a sua boca se encherá de cascalho"
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Os desempregados precisam destes patrões.
Não julguem que venho fazer o elogio do capitalismo selvagem e da sua brutalidade, que esmaga e chupa o sangue aos que vivem de um salário ao fim do mês. Nada disso;venho falar-vos dos patrões modernos e sérios, sensíveis aos que apoiam o crescimento das empresas e que fazem a tal riqueza, que depois é dignificada em salários aos que a ajudaram a crescer.Esta reportagem exemplar na revista DOMINGO, que deve ler, é uma lição para aqueles que Zeca Afonsocanta ...que comem tudo e não deixam nada. Mas estes patrões de capacidade e amor pelo próximo aí estão a ser homenageados pelos seus empregados, os que trabalham por um salário Rui Nabeiro e Santos Silva, da Sicasal, não sofrem os perigos das greves, pois do outro lado está gente igual e com as mesmas necessidades de realização pessoal e familiar. Estes patrões sabem que sem trabalhadores, também sérios, não há empresa que resista com os conflitos laborais.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Esta tarde em Tavarede.
O Sr. Ramalho, enfermeiro, trabalhou muitos anos no Centro Médico, na rua Candido dos Reis, com a esposa, que se vê ao longe numa cadeira de rodas. São conhecimentos do Bairro Novo, mas nesta visita fui surpreendido por dois cães de raça inglesa , muitos raros em Portugal. Um deles pesa mais de 6o Kilos, e a pelagem dos animais, jamais tinha visto igual na minha vida. Meigos,estes animais até apetece levar para casa, mas afilha do Sr.Ramalho, na foto , por dinheiro nenhum os deixa partir.
O Mercado da Figueira da Foz - o último reduto do povo.
Já fazia algum tempo que não clicava no blogue do Custódio Cruz, mas aquele título publicado no Voando nas Asas Do Tempo, dizia que no Bairro Novo, fechou os Correios, a Farmácia , o Café Oceano, tocou -me pela sua intensa realidade. Verificamos que aquela bonita zona da cidade está vazia e com muitas lojas fechadas, a sua decadencia entristece todos os que conheceram no seu fulgor, o Bairro Novo.
E tudo isto porque por motivos profissionais, tenho visitado o Bairro Novo, entrando e saindo de algumas casas comerciais, diga-se com verdade, arejadas e bonitas, mas a contrastar com a falta do elemento humano, tão preocupante e que todos nós conhecemos antigamente. É uma zona da cidade onde apetecia fazer alguma coisa para lhe dar pessoas e a vida necessária ao crescimento comercial, pois é ali que estão excelentes restaurantes e os melhores hoteis da Figueira da Foz.
E quando o Custódio Cruz cita no seu blogue que o mercado é o último reduto do povo, não devemos só por simpatia da sua luta para preservar o tradicional mercado", bater palminhas "mas fazer-lhe justiça e sentir como ele sente esta penúria de verificar que o pequeno comércio vai desaparecendo aos poucos, para sobreviver só o capital das grandes superficies, quem sabe se mal paga aos seus trabalhadores.
E se alguma vez fui verdadeiro ao dizer o que penso, hoje não me perdoava se publicamente não manifestasse ao Custódio Cruz, a minha compreensão. É também o nosso dever apoiar este temível lutador, moralizando-o e aos seus colegas para manter o mercado municipal na cidade.
E tudo isto porque por motivos profissionais, tenho visitado o Bairro Novo, entrando e saindo de algumas casas comerciais, diga-se com verdade, arejadas e bonitas, mas a contrastar com a falta do elemento humano, tão preocupante e que todos nós conhecemos antigamente. É uma zona da cidade onde apetecia fazer alguma coisa para lhe dar pessoas e a vida necessária ao crescimento comercial, pois é ali que estão excelentes restaurantes e os melhores hoteis da Figueira da Foz.
E quando o Custódio Cruz cita no seu blogue que o mercado é o último reduto do povo, não devemos só por simpatia da sua luta para preservar o tradicional mercado", bater palminhas "mas fazer-lhe justiça e sentir como ele sente esta penúria de verificar que o pequeno comércio vai desaparecendo aos poucos, para sobreviver só o capital das grandes superficies, quem sabe se mal paga aos seus trabalhadores.
E se alguma vez fui verdadeiro ao dizer o que penso, hoje não me perdoava se publicamente não manifestasse ao Custódio Cruz, a minha compreensão. É também o nosso dever apoiar este temível lutador, moralizando-o e aos seus colegas para manter o mercado municipal na cidade.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Jesus Cristo não merecia estes vendilhões do templo
Os padres , tenho muita simpatia pelos bons padres, têm agora aos domingos nas suas homilias, suficiente matéria sobre a burla dos 7,8 milhões de euros , que voaram do Vaticano. Contratos com empresas do exterior para a manutenção dos prédios e outras infra-estruturas, foram negociatas em nome de Deus , num escândalo que bradou aos céus e no esplendor do Vaticano.
A noticia de hoje no C.M. deixa qualquer crente de boca aberta , pois é isso que a Igreja deve fazer, abrir a boca para dizer que a mensagem cristã nada tem a ver com estes ratos de sacristia.
Porém,a pedagogia usada em muitos sectores tradicionalistas, é fingir que não se passou nada , que ninguém roubou, isto porque a capa na mão de uns, acaba por cobrir este nojento caso.
Cá por mim não esperem mesuras, pois quem não quer ser lobo ,não lhe veste a pele, e a Igreja de Cristo, tem valores sociais e humanos de imaculada dignidade e fé, que são da intemporalidade e da humanidade.
A noticia de hoje no C.M. deixa qualquer crente de boca aberta , pois é isso que a Igreja deve fazer, abrir a boca para dizer que a mensagem cristã nada tem a ver com estes ratos de sacristia.
Porém,a pedagogia usada em muitos sectores tradicionalistas, é fingir que não se passou nada , que ninguém roubou, isto porque a capa na mão de uns, acaba por cobrir este nojento caso.
Cá por mim não esperem mesuras, pois quem não quer ser lobo ,não lhe veste a pele, e a Igreja de Cristo, tem valores sociais e humanos de imaculada dignidade e fé, que são da intemporalidade e da humanidade.
Que futuro para os velhos deste país?
Fazer política é uma forte razão de viver e de preocupação com o bem colectivo, mas fazer politicagem é outra forma pouco ou nada sensível de sentir e partilhar os problemas sociais dos outros..
Julgo que os governos não são culpados de todas as desgraças.Existem pessoas que não querem ser ajudadas a sair de situações degradantes, infelizmente, sei do que falo, mas não é bonito falar no nome dos" Santos".Agora que essa rapaziada da politica e dos tachos e panelas, tramou os de menos recursos e permitiu uma elite endinheirada, que está aí á frente de quem se revolta com esta angústia de ser velho num país que não cuidou nestes últimos tempos de quem mais precisava de ajuda. Claro que estas idosas gostavam de viver sós, são feitios, os vizinhos assim o afirmaram, mas quantas famílias idosas há por aí que só uma palavrinha lhes chegava? Fazer politica, não é fazer politicagem, é sentir o outros como seus familiares , é pugnar pela justiça social, é estar contra a hipocrisia dos sentimentos e sentir a franca e efectiva solidariedade.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
António Pereira Abade, Cova Gala , Figueira da Foz.
O Sr. António não foi só um cliente a quem vendi o meu serviço, dizia obrigado, e pronto.Não. O Sr.António foi mais do que isso, foi um cliente, é certo, mas foi uma pessoa que me deixou uma forte lição no gosto de viver e um exemplo para quem como eu, tem outras ideias sobre a existência. Arrastando o membro inferior esquerdo, com o braço e a mão, também com profundas dificuldades em movimentar-se, servia-se de uma bengala que apoiava com firmeza na mão direita, rejeitando ajudas e boleias, pois dizia -me que tinha que vencer a malvada da doença. Caminhava imenso pelas ruas da Cova Gala. Era ver o Sr. António, no Parque das Merendas e no largo, olhando o mar, porque andar vencia a malvada da doença, porque gostava muito de viver,dizia-me e contente por o afirmar.Quantas vezes chegou ao meu salão, com a camisa encharcada de suor, especialmente no verão, e eu propunha dar-lhe boleia até lá baixo á Cova Gala. Não, não, respondia-me; gosto de andar para vencer esta malvada paralisação na minha perna e no meu braço.
O Sr.António foi um valente homem do mar. Contava coisas do diabo, também Sportinguista ferrenho, sabia tudo sobre futebol, inclusive, tinha uma opinião crítica e velada sobre Pinto da Costa.
Em casa e em família falava da sua força e gosto pela vida porque o admirava assim arrastando-se num corpo pesado , obrigando-o com o caminhar, que tivesse melhor movimento. Um dia pedi á minha mulher que comprasse uma prenda com o emblema do Sporting, e fui visitá-lo a Lavos, onde fui muito bem tratado pela família, mas o Sr.António, já não falava , mas sorriu e as lágrimas surgiram, elevando a mão direita, sobre a boca, como que a enviar-me um beijo, num momento de intensa fraternidade.
O Sr.António foi um valente homem do mar. Contava coisas do diabo, também Sportinguista ferrenho, sabia tudo sobre futebol, inclusive, tinha uma opinião crítica e velada sobre Pinto da Costa.
Em casa e em família falava da sua força e gosto pela vida porque o admirava assim arrastando-se num corpo pesado , obrigando-o com o caminhar, que tivesse melhor movimento. Um dia pedi á minha mulher que comprasse uma prenda com o emblema do Sporting, e fui visitá-lo a Lavos, onde fui muito bem tratado pela família, mas o Sr.António, já não falava , mas sorriu e as lágrimas surgiram, elevando a mão direita, sobre a boca, como que a enviar-me um beijo, num momento de intensa fraternidade.
O Sr. António Pereira Abade , teve um longo e doloroso sofrimento e esta semana fui despedir-me dele à Igreja de S.Pedro, rezando com os presentes para que tenha paz.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Será que o Festival de Penteados vai regressar ao Casino da Figueira da Foz?
Numa fase de contactos e patrocínios, temos para já uma parceria muito interessante com o Casino, mas a missa ainda vai no adro da igreja, porque não é fácil motivar as empresas para este evento, mas Graça Fernandes, com a minha ajuda, acredita que é capaz de fazer reviver os grandes Festivais que traziam á Figueira da Foz, centenas de profissionais do país e do estrangeiro. Os hotéis esgotavam as suas camas e os restaurantes fervilhavam de clientes nesse mágico encontro dos profissionais da tesoura. Recordo não só este evento, como outros de grande interesse que desapareceram, como por exemplo , o musical com as crianças, o do cinema e várias iniciativas que davam vida ao Bairro Novo, que será sempre uma zona bonita da cidade da Figueira da Foz.
A criança nasceu nestes dias, nem sequer chegou á papinha Celerac, mas nasceu cheia de saúde e com jeito de quem vem para ficar, sorrindo para a vida e para a esperança de ver a realidade no encontro dos Cabeleireiros e Barbeiros, no Casino da Figueira da Foz, um programa que iremos acompamhar de perto, dia a dia, e com entusiasmo de sempre.
A criança nasceu nestes dias, nem sequer chegou á papinha Celerac, mas nasceu cheia de saúde e com jeito de quem vem para ficar, sorrindo para a vida e para a esperança de ver a realidade no encontro dos Cabeleireiros e Barbeiros, no Casino da Figueira da Foz, um programa que iremos acompamhar de perto, dia a dia, e com entusiasmo de sempre.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Este Jornal O Diabo, traz o diabo no ventre.
O Jornal O Diabo, do qual já manifestei as minhas dúvidas sobre a sua independência, porque Jornal que se prese e jornalista que assuma a sua deontologia , deve usar absoluta tranparência para com o grande público, publicou duas páginas sobre o lendário Ché Guevara. Citou-o como uma máquina de matar pessoas, alimentada por ódio puro, com pormenores de pasmar para os que não conhecem o percurso do revolucionário que libertou Cuba, do ditador Batista. Não quero relembrar a história do Ché Guevara, o que pretendo é levantar a questão : será que o Diabo não traz o diabo no ventre? Seja também capaz de publicar os crimes do Salazarismo, ou então as atrocidades que os americanos têm feito pelo Globo, já que este Diabo, se tem a felicidade de se publicar num país livre , deve pugnar pela liberdade total...
domingo, 22 de janeiro de 2012
Por cá também temos uns tiranos...
...mas foram legalizados com o voto de alguns portugueses.
Alguém duvida que se têm cometido verdadeiros crimes sociais, empurrando para a miséria famílias inteiras, com estas medidas do socialismo democrático, mas que tombou só para o lado dos mais fortes? Em Cuba os dissidentes fazem greve de fome como protesto pela perda da liberdade, aqui no nosso cantinho, desgraçadamente, muitas famílias não fazem greve de fome mas procuram as Insttituições para não morrerem de fome.Falando do país que eu gosto, os crimes citados têm rosto e o povo apadrinhou os criminosos com o voto, mas é tempo de lhes mostrar a nossa revolta. Sabemos que não há perfeição nas sociedades , mas no nosso país perdeu-se uma excelente oportunidade de se fazer justiça social. Porém, cá e lá, não é o tipo de organização social que mais admiro, porque a mendicidade me envergonha.
O mar e a praia da figueira da Foz.
Henrique Cunha , veio da Marinhas das Ondas, ao nascer do sol, mas perto do meio dia, só tinha um pequeno peixe . Lá ficou a olhar para a linha , na esperança de algum peixe lhe dar o sinal de presença.A praia estava um encanto esta manhã de domingo.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Escuteiras da Cova Gala. Figueira da Foz
Estas jovens escuteiras vendem de porta em porta o seu arroz doce para obter receita que reverta na compra de materiais de apoio ás suas actividades. Conversei com a WENDY, 17 anos de idade, RITA, 16 anos e a ANA,também 16 anos e fiquei a saber que na Freguesia de S.Pedro, há 65 escuteiras que fazem parte de actividades de ajuda à comunidade, como por exemplo, limpar a praia. Já agora se as encontrares por aí com a proposta da venda do tal doce, caso não compres, pelo menos uma palavrinha de apoio a estas jovens que trazem consigo a mensagem da esperança e nós os velhos, como eu, precisamos destes exemplos que nos dão alegria e boa disposição.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Os que vivem dos salários estão cada vez mais lixados.
As novas leis do trabalho, tramam isso mesmo, os que têm só para vender a sua força para ganhar o dia a dia, trabalhando e desconfiando das novas leis que não auguram estabilidade nenhuma a uma classe que ficou bastante desprotegida.Se os tempos são outros e as comparações não têm jeito de se aplicar, recordo o meu subsídio de Natal, 1965, quando uma garrafa de champanhe, completava uma certificação de capacidade, cujo horário era muitas vezes das 8h, ás 22h, com intervalo para sanduiches ao almoço.
Mas eu não tenho que lamentar-me porque sem amarras me atirei à vida sem medo. O que lamento é que são sempre os mesmos a sofrer com repressões salariais deste estado desumano e injusto, quando muitos sem vergonha comeram os figos, derretendo à sua volta a riqueza que devia ser partilhada.
Pois;vou ser claro nestas minhas posições que caraterizam o meu engenho solidário, ou seja , que precisamos dos empresários e dos seus capitais , dos seus investimentos e da sua capacidade na engenharia do desenvolvimento, há que fazer-lhes justiça, até porque eu não acredito no estado patrão, que acaba sempre por explorar os que trabalham, reduzindo-os a um espaço sem ambição e cortando-lhes as iniciativas laborais. Mas porra para estas medidas que põem a nu a fragilidade dos bons e maus trabalhadores,onde não há democracia nem leis que bastem para travar a ganância de muitos abutres que só sentem o que lhes toca em constantes benefícios do lucro, espezinhando os que laboram por uns tantos euros.
O que está aí é de novo é o poderio de alguns patrões e empresários , mesmo na crise , chorando ranho de caracol, lixando os que só vivem dos ordenados ao fim do mês, sem dó nem piedade .
Mas eu não tenho que lamentar-me porque sem amarras me atirei à vida sem medo. O que lamento é que são sempre os mesmos a sofrer com repressões salariais deste estado desumano e injusto, quando muitos sem vergonha comeram os figos, derretendo à sua volta a riqueza que devia ser partilhada.
Pois;vou ser claro nestas minhas posições que caraterizam o meu engenho solidário, ou seja , que precisamos dos empresários e dos seus capitais , dos seus investimentos e da sua capacidade na engenharia do desenvolvimento, há que fazer-lhes justiça, até porque eu não acredito no estado patrão, que acaba sempre por explorar os que trabalham, reduzindo-os a um espaço sem ambição e cortando-lhes as iniciativas laborais. Mas porra para estas medidas que põem a nu a fragilidade dos bons e maus trabalhadores,onde não há democracia nem leis que bastem para travar a ganância de muitos abutres que só sentem o que lhes toca em constantes benefícios do lucro, espezinhando os que laboram por uns tantos euros.
O que está aí é de novo é o poderio de alguns patrões e empresários , mesmo na crise , chorando ranho de caracol, lixando os que só vivem dos ordenados ao fim do mês, sem dó nem piedade .
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
O Castelo de Montemor-o-Velho, vai ter ascensor.
Vila morta que o poeta Afonso Duarte, escreveu nos seus poemas, ainda hoje se vive na parte histórica de Montemor-o-Velho. Nos últimos anos o problema da desertificação central da vila acentuou-se de modo grave, face aos vários serviços que se deslocaram para outras zonas. Com o ascensor em construção, o que pretende a autarquia é trazer ao centro de Montemor, os milhares de visitantes ao castelo, já que e desde sempre aproveitam a Estrada Nacional 111, a dois passos, deixando de circular por outras ruas e becos , que têm a carga milenar e histórica da terra Montemorense.
O D.C. divulgou uma pormenorizada notícia, dando conta que Siza Vieira , vai ter 225 dias para apresentar um projecto envolvente daquela antiquíssima parte de Montemor-o-Velho, propondo assim outros percursos aos que visitam o castelo, mas como ponto de subida e descida, a rua central da Vila.
O D.C. divulgou uma pormenorizada notícia, dando conta que Siza Vieira , vai ter 225 dias para apresentar um projecto envolvente daquela antiquíssima parte de Montemor-o-Velho, propondo assim outros percursos aos que visitam o castelo, mas como ponto de subida e descida, a rua central da Vila.
A ideia da Autarquia é que o ascensor possa alterar por completo os hábitos dos visitantes, propondo-lhes outras artérias e apoiando o comércio e os restaurantes , na zona antiga da vila, deixando de ser"morta", para dar lugar á presença das pessoas e ao calor das suas vidas.
Para José Contente, o Dr. Maló, aquele abraço de boa amizade..
Agradeço imenso o convite para essa grande festa do teu aniversário, mas como sabes, e apesar de" ter ganho muito dinheiro com as minhas colaborações na Rádio Maiorca e por Terras de Montemor "pois é a tua desastrada opinião, tenho que trabalhar das 8h30, sei lá até quando.De qualquer modo sinto inveja dos muitos amigos que hoje vais ter ao teu lado neste aniversário que desejo por muitos mais anos , em companhia da tua família .No dia 4 de Fevereiro, estaremos na Quinta do Outeiro, se a vida continuar vida...
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Justifico a segunda publicação dos 21 milhões aos deputados.
José Contente, o popular Dr. Maló, que tem a arte de fazer bons amigos, faz bem em ler e divulgar o jornal O Diabo. Não sendo um jornal da minha simpatia, reconheço sem favor, a sua coragem em fazer notícias verdadeiras, denunciando o descalabro da organização política e social do país.
Um dia destes,e porque julga o meu bom companheiro da Rádio Maiorca, que não tive a oportunidade de publicar a notícia dos 21 milhões, mas que foi mencionada neste blogue, entrou pelo salão, e acenou-me com o recorte, dizendo-me que os pasquins que eu leio, não têm a coragem de escrever o que o seu Jornal, publica todas as semanas, alertando o país para verdadadeiros crimes sociais .
Pois bem meu caro Dr. Maló, se alguma coisa detesto é a parcialidade noticiosa , sendo certo que no quadro das convicções , a cada um a sua ...Mas neste cantinho e na minha humilde casinha, tenho lugar para todos,desde que se justifique com honra e proveito, caldeado nos valores do respeito mútuo e na liberdade que é a base do carácter. Somos diferentes mas sempre homens solidários.
Um dia destes,e porque julga o meu bom companheiro da Rádio Maiorca, que não tive a oportunidade de publicar a notícia dos 21 milhões, mas que foi mencionada neste blogue, entrou pelo salão, e acenou-me com o recorte, dizendo-me que os pasquins que eu leio, não têm a coragem de escrever o que o seu Jornal, publica todas as semanas, alertando o país para verdadadeiros crimes sociais .
Pois bem meu caro Dr. Maló, se alguma coisa detesto é a parcialidade noticiosa , sendo certo que no quadro das convicções , a cada um a sua ...Mas neste cantinho e na minha humilde casinha, tenho lugar para todos,desde que se justifique com honra e proveito, caldeado nos valores do respeito mútuo e na liberdade que é a base do carácter. Somos diferentes mas sempre homens solidários.
domingo, 15 de janeiro de 2012
De braço ao peito
Este menino, o Luis, é socio do Benfica e da Casa do Benfica , em Montemor, e foi de braço ao peito, por lesão de ultima hora. Micos e Eusébio, é necessário fila para termos uma foto, tal a paixão por estes ídolos.
Casa do Benfica em Montemor-o-Velho, fez parte dos 58 mil adeptos presentes na onda vermelha.
Dando de barato esta minha comparação,( porque desporto é uma coisa e política é outra), mas dizia eu ao meu companheiro Zé Neves, da Carapinheira, está corvado no foto, e que foi convidado pelo Benfica para treinar no seu tempo de jogador no Carapinheirense, alguém não o deixou, que se os políticos desta triste revolução tivessem motivado os portugueses para termos um país para todos, fraterno e justo, como faz o Benfica aos seus adeptos, todos seríamos mais felizes. A verdade, e sem fantasias, esta multidão não fez esquecer-me aqueles outros maltrados por tantas injustiças, mas eu só tive culpa por ter acreditado no socialismo democrático. Quanto à Catedral, onde devia ter ido o meu neto Gabriel, mas que adoeceu à última hora , sabe bem de vez em quando perceber a grandeza de um clube de Portugal, numa fase tão dramática para muitas famílias.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Museu do barbeiro e cabeleireiro completou 50.000 visitas.
Joaquim Pinto, cabeleireiro de homens, o mais premiado dos cabeleireiros portugueses, com salão no Centro Comercial Apolo , em Lisboa, é o profissional preferido dos empresários, embaixadores, políticos e artistas, reunindo no seu grupo de trabalho uma larga equipa de colaboradores.
Este colega que teve a gentileza de me abrir o espaço no seu museu, para que eu pudesse apresentar com alguns trabalhos da minha profissão, tem a particularidade de ter construído ali um espaço para preservar e mostrar objetos de barbearias e dos cabeleireiros, com longos anos de história, e de equipamentos de apoio das nossas profissões.São hoje verdadeiras relíquias, a justificar as constantes visitas ao museu do barbeiro e cabeleireiro.
Além deste valioso espólio,de muito trabalho e dedicação à classe , Joaquim Pinto, não olha só para o seu umbigo, pois faz questão de promover exposições em Lisboa, e um pouco por todo o país, quem sabe se um dia não a vamos mostrar no Casino da Figueira da Foz.
Com a humildade que caracteriza os criadores e artistas da profissão, não apoiando os que fazem da inveja o patamar da mediocridade, Joaquim Pinto com o seu museu deu-me mais uma razão para me motivar a nível profissional pois estou já numa idade em que o meu entusiasmo necessitava destes privilegiados contactos , já que partilhar conhecimentos é estar atento à evolução constante de uma profissão que não admite estagnação, nem a ideia triste de que já se aprendeu todos os pormenores da arte, o que é para mim um puro e medonho engano.A propósito recordo o grande mestre Casimiro, em Lisboa, que se aproximou do meu colega Luís , e quis saber como é que ele, o Luís , tinha manejado um trabalho no salão, trocando depois impressões com os calaboradoes, que eram uns 15 a 18 jovens cabeleireiros.O Luís ainda é cabeleireiro em Lisboa, e se ler isto, o confirmará.
Joaquim Pinto, é natural de S.Martinho dos Mouros, Resende, levando a sério o seu coleccionismo há mais de vinte anos, sendo por isso uma montra de antiguidades e uma escola de reflexão, tendo em conta a velocidade com que se processam as substituições dos materiais dos barbeiros e cabeleireiros.
Este colega que teve a gentileza de me abrir o espaço no seu museu, para que eu pudesse apresentar com alguns trabalhos da minha profissão, tem a particularidade de ter construído ali um espaço para preservar e mostrar objetos de barbearias e dos cabeleireiros, com longos anos de história, e de equipamentos de apoio das nossas profissões.São hoje verdadeiras relíquias, a justificar as constantes visitas ao museu do barbeiro e cabeleireiro.
Além deste valioso espólio,de muito trabalho e dedicação à classe , Joaquim Pinto, não olha só para o seu umbigo, pois faz questão de promover exposições em Lisboa, e um pouco por todo o país, quem sabe se um dia não a vamos mostrar no Casino da Figueira da Foz.
Com a humildade que caracteriza os criadores e artistas da profissão, não apoiando os que fazem da inveja o patamar da mediocridade, Joaquim Pinto com o seu museu deu-me mais uma razão para me motivar a nível profissional pois estou já numa idade em que o meu entusiasmo necessitava destes privilegiados contactos , já que partilhar conhecimentos é estar atento à evolução constante de uma profissão que não admite estagnação, nem a ideia triste de que já se aprendeu todos os pormenores da arte, o que é para mim um puro e medonho engano.A propósito recordo o grande mestre Casimiro, em Lisboa, que se aproximou do meu colega Luís , e quis saber como é que ele, o Luís , tinha manejado um trabalho no salão, trocando depois impressões com os calaboradoes, que eram uns 15 a 18 jovens cabeleireiros.O Luís ainda é cabeleireiro em Lisboa, e se ler isto, o confirmará.
Joaquim Pinto, é natural de S.Martinho dos Mouros, Resende, levando a sério o seu coleccionismo há mais de vinte anos, sendo por isso uma montra de antiguidades e uma escola de reflexão, tendo em conta a velocidade com que se processam as substituições dos materiais dos barbeiros e cabeleireiros.
Ao meu colega Joaquim Pinto, a quem fico a dever excelentes contactos profissionais , no museu e em conversas de interesse mútuo, o meu abraço. Procurem ali ao lado o link para o museu do barbeiro e cabeleireiro.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Pouco barulho; o deputado está na sua soneca.
Quem é que não gosta de uma soneca ,caso aconteça no parlamento, tanto melhor, porque o patrão,(o povo) é sereno e de brandos costumes.
Prolongando as minhas "dentadas" no sistema ,estas sonecas estão protegidas por milhões de euros, os quais fazem falta aos que vivem protegidos pelas sopas das Intituições de Solidariedade; são os contrastes da revolução envenenada por gentes que não a compreenderam, tão pouco a sentiram.
É certo que em democracia os partidos não podem ser negados, chegou o único Salazarista, mas aquele parlamento é um viveiro de interesses que nada tem com os interesses do povo, veja os montantes que dá para pensar e já numa reforma acelerada.
Prolongando as minhas "dentadas" no sistema ,estas sonecas estão protegidas por milhões de euros, os quais fazem falta aos que vivem protegidos pelas sopas das Intituições de Solidariedade; são os contrastes da revolução envenenada por gentes que não a compreenderam, tão pouco a sentiram.
É certo que em democracia os partidos não podem ser negados, chegou o único Salazarista, mas aquele parlamento é um viveiro de interesses que nada tem com os interesses do povo, veja os montantes que dá para pensar e já numa reforma acelerada.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
O Doce Apitinho, um projecto provocador.
Não pretendo dar razão a quem quer que seja , por perceber que nos bastidores da noite e do dinheiro fácil, coexistem a realidade e a ilusão, mas estas quantas vezes penosamente vagas de valores e a resvalar no absurdo dos comportamentos, mas a noite e o dia, enfim, são a vida é de cada um.
Se assim penso, achei muita graça à oportunidade de Carolina Salgado, a nova empresária da doçaria , ao propor naquele mercado o Doce Apitinho, numa jogada à sua maneira e fortemente conhecedora de que os jogos só se podem ganhar se os avançados marcarem o seu golito.
O facto é que os apresentadores Manuel Goucha e Cristina Ferreira, jogando em casa , logo souberam retirar o melhor resultado da entrevista da Carolina Salgado, já que são estas personagens que dão a novidade e o sumo às audiências televisivas. Não é todos os dias que se abastece o mercado com um doce que traz na sua feitura umas boas gramas de azedume e variadíssimas fornadas de coisas indigestas.
É caso para dizer que os que não têm cão caçam com gato, e a Carolina Salgado vai à luta com a sua concorrência. Quem quiser vingar-se do Sr Pinto da Costa pode agora fazê-lo à dentada...
Se assim penso, achei muita graça à oportunidade de Carolina Salgado, a nova empresária da doçaria , ao propor naquele mercado o Doce Apitinho, numa jogada à sua maneira e fortemente conhecedora de que os jogos só se podem ganhar se os avançados marcarem o seu golito.
O facto é que os apresentadores Manuel Goucha e Cristina Ferreira, jogando em casa , logo souberam retirar o melhor resultado da entrevista da Carolina Salgado, já que são estas personagens que dão a novidade e o sumo às audiências televisivas. Não é todos os dias que se abastece o mercado com um doce que traz na sua feitura umas boas gramas de azedume e variadíssimas fornadas de coisas indigestas.
É caso para dizer que os que não têm cão caçam com gato, e a Carolina Salgado vai à luta com a sua concorrência. Quem quiser vingar-se do Sr Pinto da Costa pode agora fazê-lo à dentada...
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Ainda a Exposição na Galeria Municipal, em Montemor-o-Velho.
Na primeira fotografia , o autor do calendário2012, Memória e Território, Mário Silva, Luis Barbosa, Presidente da Cãmara de Montemor, António Pardal, Presidente da Junta de Freguesia, na segunda fotografia, uma imagem da Galeria e da assistencia na apresentação daquelas oportunas memórias de Montemor-o-Velho
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Barcaça ou barca de passagem. 1950
Foi construida com o ojectivo de possibilitar a travessia do rio Mondego, por não existir qualquer ponte para a outra margem, já que familias inteiras em Montemor, tinham os campos para trabalhar na outra margem. A barcaça tinha capacidade para transportar animais , juntas de bois ,atrelados ao carro e ainda as alfaias agricolas Existe naquela zona um monumento que é uma réplica da barcaça dessa época , que simboliza as gentes dos campos que tinham o sol como relógio e a vida para vencer com dignidade e imensos sacrificios.
domingo, 8 de janeiro de 2012
As cheias na Praça da Republica.1950
Ao contrário do que acontece hoje , naquele tempo a Praça Republica ,era uma Praça com intenso movimento. Naquela zona existiam 3 mercerias, 4 barbearias, 2 cafés, que ao sabado fechavam pelas duas da manhã,duas bombas de gasolina , 1 latoaria, tabernas, o posto da G-N-R, enfim, a Praça era
um centro activo de trabalho, em que os Paços do Concelho, com diversos serviços,completavam uma comunidade laboriosa .As cheias inumdavam a praça e a rua principal, durante muitos dias, e os barcos navegavam , apoiando os montemorenses no pouco que restava fazer.Hoje a Praça está triste e vazia, porque alguns serviços se deslocaram para outras zonas, já não tem comercio e falta-lhe pessoas
para lhe dar a vida de antigamente.
um centro activo de trabalho, em que os Paços do Concelho, com diversos serviços,completavam uma comunidade laboriosa .As cheias inumdavam a praça e a rua principal, durante muitos dias, e os barcos navegavam , apoiando os montemorenses no pouco que restava fazer.Hoje a Praça está triste e vazia, porque alguns serviços se deslocaram para outras zonas, já não tem comercio e falta-lhe pessoas
para lhe dar a vida de antigamente.
Alves barbosa, 60 anos depois!
Os êxitos de Alves Barbosa foram ruidosamente festejados em Montmor-o-Velho Esta foto refere-se a uma chegada em 1951, e os putos tem um história que só a sua idade permite Eu tinha 11anos e fazia parte daqueles miudos , que estavam senpre junto do nosso ídolo, e sabem porquê? Quer na praça ou dep+ois no Salão Nobre, na Cãmara, os putos não tinham regras furavam pelo meio de toda a gente para chegarem á frente de todos os outros. Alves Barbosa .esteve presente na apresentação do Calendário, sempre simples e fraterno; Olá cabeleireiro, disse-me; não ,não barbeiro, porque desci de categoria , com os habituais risos dos seus 81 anos de idade.
sábado, 7 de janeiro de 2012
A história do barbeiro
O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.
"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."
(Eça de Queiróz)
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.
"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."
(Eça de Queiróz)
Galeria Municipal em Montemor - exposição de fotografias para ver
A exposição hoje inaugurada na Galeria Municipal de Montemor-o-Velho pode ser visitada até 3 de Fevereiro 2012. Imagens de muitos montemorenses entre as 248 fotografias que mostram Montemor antigo e que muito nos orgulham, um inestimável valor social, de gerações em gerações, que chegou até aos nossos dias.A par da exposição também foi publicado um calendário e a minha mulhere participou com uma fotografia. Um documento histórico que foi coordenado por António Alves e Mário Silva e a colaboração foi de Pedro Oliveira e Sandra Lopes. Edição da Cãmara Munipal de Montemor-o-Velho.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Recordamos 52 anos depois, António Manuel e José Rolinho Sopas
A homenagem que o Ginásio Figueirense vai prestar ao Sr. José Sopas,devolveu-me a memória da sua presença em Montemor, no funeral do saudoso António Manuel. A notícia foi publicada no Figueira Sport, um jornal dessa época, dirigido por Aníbal de Matos. A notícia e o triste fim do António Manuel, está aí, caso faça a sua leitura.O livro do Atlético, foi uma das muitas aventuras em que me envolvi em nome do meu A.C.M. O Sr. José Sopas, que esteve presente no funeral, vai decerto ter uma surpresa quando descobrir esta notícia com 52 anos.Que a sua homenagem seja a justiça para os homens que exemplarmente procuram o bem da comunidade.
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