sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Museu do barbeiro e cabeleireiro.
Este projecto do meu colega em Lisboa, Joaquim Pinto, devia ter na nossa classe eco de reconhecimento por um trabalho que nos relembra o que foi uma profissão antiquíssima e que ao longo da história se valorizou imenso.Com diversas exposições no país, Joaquim Pinto, com o seu museu, transmite aos barbeiros e cabeleireiros, uma curiosa ligação com os utensiíios usados no passado e hoje próximos da nossa memória.
Valorizo imenso este trabalho e lutarei para que Joaquim Pinto, venha no próximo ano à Figueira da Foz , com a sua exposição , mostrando aos profissionais da Região Centro, belas peças que fazem a nossa história na profissão.Estas peças da arte de barbear, não imaginava que existissem e, sem a dedicação de homens que as preservam talvez não chegassem até nós. O museu de Joaquim Pinto é de facto um projecto de amor aos utensilios que falam por nós.
De geração em geração eis a questão.
Venho de uma geração que se aguentou com as suas limitações, aventurando-se na estrada da vida para atingir os objectivos do trabalho e fosse do que fosse.Nesse tempo o Salazar fechou-se no gabinete a pesar o ouro, enquanto o povo andava descalço por caminhos e carreiros. O regime prendia os cristãos que na Igreja do Rato, se reuniam para contestar a guerra em Africa. .Salazar, orgulhosamente só, como gostava , fazia com que a minha geração fosse dizimada numa guerra que se sabia perdida, enquanto Cerejeira e o regime,rezavam ,julgando que Jesus Cristo, os escutava.Volvidos anos, volto a reflectir sobre a herança que por aí está e fica para o meu neto, para todos os netos deste país, já que eu não tenho mais tempo para ser esfolado, numa herança de dúvidas e dívidas que os críticos de Salazar, construiram com os governos saídos da revolução de 1974. Se a história se faz todos os dias, aí a temos para que os vindouros possam analisar a pesada herança que fica por aí a depenar quem vive do seu trabalho. Sim, na outra e nesta herança,elas nunca foram para todos, pois existiram e ainda hoje por aí estão, os que aproveitam o caminho das golpadas e do facil viver á sombra da sua desonestidade. Cheguei à conclusão que tanto faz em ditadura ou em democracia, quem se trama é o povo que não tem juizo e teima em acreditar nestes vendedores de ilusões num país falido, onde os culpados se julgam pessoas sérias, mas a verdade é como o azeite...dizem.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Um cliente e um interessante desafio num corte masculino pouco vulgar.
São dos tais cortes masculinos onde merece a pena investir gosto e profissionalismo.Uma cabeleira longa, mas fui logo avisado que não era para cortar demasiado.Por isso e depois de uma boa lavagem apliquei-lhe o balsamo da L.R., deixando o cabelo solto e suave.Com a navalha e na base da cabeleira desfiei o cabelo, deixando as pontas bastante finas . A tesoura cortou as pontas para que o resto do cabelo caísse em volume sobre a nuca. "Era isto, era isto mesmo que eu desejava" , foi bom de escutar do cliente , pois não é todos os dias que temos o prazer de trabalhar assim uma enorme cabeleira masculina.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Mudar de vida, um programa da R.T.P.
Um programa na R.T.P., mostrou Rosário Salgueiro, jornalista , de olhos vendados, a percorrer as ruas e as praças, atrevessando o Tejo, de barco, para exemplificar a vida complicada que os invisuais enfrentam no dia a dia.
Um trabalho notável de sensibilização para o grande público, já que a jornalista interpretou a dureza que é ser invisual no meio da apressada multidão, num corre-corre infernal como é o caso de Lisboa , ou de outras cidades do país.
Quem surgiu muito antes neste programa, ainda durante o telejornal, foi o Carlos Paiva, da Figueira da Foz, afirmando que ainda tem esperança na sua visão, desde que na China, pudesse fazer um oportuno tratamento à sua total cegueira.
Já agora pergunto onde estão os amigos do Carlos Paiva? Foram alguns no início, mas depois de ter recusado a sua institualização, pois prefere viver só em sua casa, os tais amigos perderam-se numa manhã de nevoeiro. Registo neste invisual um exemplo extraordinário de amor à sua existencia, gostando de viver num ambiente seu mas complexo, não lamentando nada e muito menos o seu destino de invisual.
Por isso esta jornalista da R.T.P., Rosário Salgueiro, prestou um interessante serviço
público, pois a conclusão que se retira deste trabalho, é chamar à atenção dos que têm olhos e não vêem o drama dos invisuais que lhes passam ao lado, sentindo-se incomodados com os próprios cães-guia, percebeu-se na peça, com o desabafo de um invisual. É caso para dizer que cego é aquele que não quer ver. Mas o que sobrevive são outros valores de caráter social e não os valores destes cegos coxos de mentalidade. É contra estes preconceitos que o programa teve o seu mérito, mostrando de forma pedagógica a sorte que temos de os poder apoiar, elevando-lhes a auto-estima e tratando-os de igual modo como pessoas.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
São 3 os vencedores da minha brincadeira.
Logo que entendam já podem levantar o prémio.O covense de sete costados, A. Agostinho, já conhece os cantos da casa e desta vez vai levar uma boa lavadela naquele couro cabeludo, com a aplicação do Recapin, que deve ser a tratado com "luvas " pois posso correr o risco de me nascer cabelos nas mãos .
Com o devido respeito por todos, o Agostinho já sabe , que mentiroso sou eu, até dizer chega para lá essa boca.
Quanto aos anónimos , venham daí. Eu acredito na vossa palavra, parecendo que ando a "mendigar" clientes , mas a verdade o que tenho chega e sobra para viver feliz com a malta, tanto mais 71 anos de idade, há que preservar o gosto de cortar cabelos e sem pressões de maior.
Com o devido respeito por todos, o Agostinho já sabe , que mentiroso sou eu, até dizer chega para lá essa boca.
Quanto aos anónimos , venham daí. Eu acredito na vossa palavra, parecendo que ando a "mendigar" clientes , mas a verdade o que tenho chega e sobra para viver feliz com a malta, tanto mais 71 anos de idade, há que preservar o gosto de cortar cabelos e sem pressões de maior.
Olimpio. O barbeiro-cabeleireiro
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Reviver uma tradição na Serra da Boa Viagem. Noticia do D.C.
Se vos trago esta notícia, é por ter compreendido e com satisfação, os sentimentos dos Tavaredenses, que viveram por carreiros, a intensidade das suas raízes sociais e hábitos antigos das suas gentes, as quais devemos manter na nossa memória.
Afinal, ai de nós se perdemos o norte de onde viemos e os seus princípios, pois os que têm a coragem de vestir fatos emprestados, podem ficar estéticos por fora, mas o pior é a chafurdiçe por dentro,fingindo o que não sentem do seu estatuto social.
Por isso este grupo de Tavaredenses encheu-me as medidas, não as dos fatos emprestados, mas aquelas medidas certas em roupas de verão e que esvoaçaram na alegria do povo que caminha por carreiros, até á Murtinheira, igual a si e á sua maneira de estar na vida. Para o ano vão outra vez e levem um amigo também.
Afinal, ai de nós se perdemos o norte de onde viemos e os seus princípios, pois os que têm a coragem de vestir fatos emprestados, podem ficar estéticos por fora, mas o pior é a chafurdiçe por dentro,fingindo o que não sentem do seu estatuto social.
Por isso este grupo de Tavaredenses encheu-me as medidas, não as dos fatos emprestados, mas aquelas medidas certas em roupas de verão e que esvoaçaram na alegria do povo que caminha por carreiros, até á Murtinheira, igual a si e á sua maneira de estar na vida. Para o ano vão outra vez e levem um amigo também.
Esta foto veio do Porto.
O meu particular amigo e colega Manuel dos Santos, que apoiou com a Stlicoup, uma empresa de cosmética , sedeada no Porto, e com lojas no País, o Festival de Penteados na Cova Gala, juntamente com o Clube Artístico, também no Porto, enviou-me esta fotografia. Já não sei quantos anos tem. Talvez uma apresentação de trabalhos no Clube, que foi fundado por Manuel dos Santos, e no qual tive o prazer de acompanhar no seu crescimento entre a classe do Nort . Se alguém descobrir onde estou, tenho muito gosto em oferecer-lhe um corte com lavagem, na minha barbearia, e ainda um tratamento Recapin, L.R.que combate a queda do cabelo, quando me vier visitar. Ao meu amigo de sempre, Manel, que me vai dar o prazer da sua visita com a sua esposa, no próximo domingo na Figueira da Foz , aquele abraço, se recordar esse tempo distante , é já um privilégio da natureza por tantos anos de vida.
domingo, 2 de outubro de 2011
50 anos depois os cubanos já podem comprar carros e vender !
Apesar de não simpatizar com algumas práticas do sistema social e político em Cuba , onde o estado-patrão, comete os mesmos crimes sociais do nosso estado-ladrão, empobrecendo sempre os mais fracos da sociedade, permitindo que os que comem à mesa com o poder apanhem indigestões com a sua ganância, a verdade é que o povo só existe nos discursos, sofrendo descaradas humilhações.Por cá com a complacência dos portugueses que gostam e votam sempre nos mesmos que os vem tramando ao longo dos anos, podemos e temos liberdade de votar e escolher as nossas opções.
Mas em Cuba a liberdade é condicionada , e como diz um amigo meu do Porto,que acredita numa sociedade comunista , por mim nem tanto, chama-me parvo sobre estas minhas ideias, pois afirma que não pode haver uma sociedade marxista, sem que o ferrete de uma ditadura , não se imponha no sistema.
A cada um a sua opinião... Mas ao ler aquela noticia e não sendo adepto de tais sistemas sociais, e de todas as viagens feitas, a que repetia era para nova visita a este povo simples e comunicador, onde a música é uma constante em qualquer local. Além disso deixei em Matanzas uma família Milagros , médicos , e que fazem uma imensa festa de gratidão com os trapos que lhes envio pelo correio, recebendo eu todas as semanas notícias da família. Temos muita pobreza , pois temos , mas o povo é culpado, porque tem em mãos o chicote do seu voto para escurraçar esta ladroagem e continua a manter os que destruiram os recursos públicos durante anos e anos com estas virtuosas manobras democráticas!
Nesta altura só é enganado quem prefere mais do mesmo. Em Cuba não posso escrever assim e votar onde a minha consciência o entenda e por cá vou tendo a minha liberdade de voto e os portugueses podem fazer férias no Algarve , alguns podem, desde que tenham condições de o fazer. Em Varadero, uma bela estância turística ,a 140 quilómetros de Havana, houve um tempo em que os cubanos foram proibidos de fazer ali férias, esta foi a imformação do nosso guia natural de Cuba que se fartou de morder no sistema , de modo discreto e velado nas suas análises, pois quer manter o seu trabalho como animador de grupos em viagem pelo país. Por outro lado, os cubanos não tem pesos para férias em Varadero, a moeda, porque existem duas moedas ,uma para os cubanos e outra para os estrangeiros para fazer férias em Varadero, e se alguns cubanos as fazem naquele paraíso, são uns verdadeiros privilegiados no regime comunista. A minha opinião por fim e se entenderem, venha daí a sua , é que se tivessemos gestores amigos das classes populares, e houve condições para essa realidade social, teríamos hoje uma sociedade equilibrada e não teriamos esta vergonha da caridadezinha com as marmitas nas mãos dos necessitados,enquanto que em Cuba e depois de 50 anos de comunismo as limitações sociais magoam demasiado as pessoas de boa fé para com o seu semelhante, se recordarmos ainda o famigerado Batista que fez de Cuba a quinta dos americanos, outra história triste do povo que merecia melhor sorte, digo eu atrevidamente.
Mas em Cuba a liberdade é condicionada , e como diz um amigo meu do Porto,que acredita numa sociedade comunista , por mim nem tanto, chama-me parvo sobre estas minhas ideias, pois afirma que não pode haver uma sociedade marxista, sem que o ferrete de uma ditadura , não se imponha no sistema.
A cada um a sua opinião... Mas ao ler aquela noticia e não sendo adepto de tais sistemas sociais, e de todas as viagens feitas, a que repetia era para nova visita a este povo simples e comunicador, onde a música é uma constante em qualquer local. Além disso deixei em Matanzas uma família Milagros , médicos , e que fazem uma imensa festa de gratidão com os trapos que lhes envio pelo correio, recebendo eu todas as semanas notícias da família. Temos muita pobreza , pois temos , mas o povo é culpado, porque tem em mãos o chicote do seu voto para escurraçar esta ladroagem e continua a manter os que destruiram os recursos públicos durante anos e anos com estas virtuosas manobras democráticas!
Nesta altura só é enganado quem prefere mais do mesmo. Em Cuba não posso escrever assim e votar onde a minha consciência o entenda e por cá vou tendo a minha liberdade de voto e os portugueses podem fazer férias no Algarve , alguns podem, desde que tenham condições de o fazer. Em Varadero, uma bela estância turística ,a 140 quilómetros de Havana, houve um tempo em que os cubanos foram proibidos de fazer ali férias, esta foi a imformação do nosso guia natural de Cuba que se fartou de morder no sistema , de modo discreto e velado nas suas análises, pois quer manter o seu trabalho como animador de grupos em viagem pelo país. Por outro lado, os cubanos não tem pesos para férias em Varadero, a moeda, porque existem duas moedas ,uma para os cubanos e outra para os estrangeiros para fazer férias em Varadero, e se alguns cubanos as fazem naquele paraíso, são uns verdadeiros privilegiados no regime comunista. A minha opinião por fim e se entenderem, venha daí a sua , é que se tivessemos gestores amigos das classes populares, e houve condições para essa realidade social, teríamos hoje uma sociedade equilibrada e não teriamos esta vergonha da caridadezinha com as marmitas nas mãos dos necessitados,enquanto que em Cuba e depois de 50 anos de comunismo as limitações sociais magoam demasiado as pessoas de boa fé para com o seu semelhante, se recordarmos ainda o famigerado Batista que fez de Cuba a quinta dos americanos, outra história triste do povo que merecia melhor sorte, digo eu atrevidamente.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Fabio, Cova Gala, Figueira da Foz.
São estes clientes que nos motivam serviços jovens, pois o Fábio sabia o que desejava e depois foi o próprio Fábio que se penteou ao seu gosto,dizendo por fim...5 estrelas, 5 estrelas. È assim que vou
partilhando com os jovens a velha frase...As arvores morrem de pé. O que também quer dizer que não quero morrer nem sequer sinto que seja uma árvore!
partilhando com os jovens a velha frase...As arvores morrem de pé. O que também quer dizer que não quero morrer nem sequer sinto que seja uma árvore!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Este estrangeiro envergonha alguns políticos desta Pátria roubada.
Algums políticos que vendem ilusões ideológicas e consequentemente palavras ao desbarato, mas que olham para o lado, quando se trata de sentir o outro como seu irmão, nas alegrias e tristezas, um dia destes vão expulsar este estrangeiro que lhes mostra que as palavras sem a verdade e assumida solidariedade , é uma medonha mentira.
Este estrangeiro tornou-me ainda mais humilde e continuadamente descrente com os discursos ideológicos da política nesta Pátria roubada.Se não podes ter uma estrutura destas, ao menos no teu espaço de convivência, faz o teu bem sem olhar a quem, pois acredita que serás mais feliz.
Este estrangeiro tornou-me ainda mais humilde e continuadamente descrente com os discursos ideológicos da política nesta Pátria roubada.Se não podes ter uma estrutura destas, ao menos no teu espaço de convivência, faz o teu bem sem olhar a quem, pois acredita que serás mais feliz.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Fazer bem sem olhar a quem
Um projecto de ajuda social, em Lisboa, que se vai estender, decerto, a outros pontos do país. É americano, chama-se Harold Hunter.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Perdidos! Comeram cão para sobreviver no mar
Remígio Gonçalves completa 82 anos no próximo dia 22 de Outubro de 2011, e desde os seus 15 anos até aos 62 fez do mar a sua luta, trabalho contra ventos e tempestades, para ganhar o seu sustento.
Em 1949 o bacalhoeiro João Costa, com 68 pescadores , afundou-se, com incêndio a bordo, em pouco tempo, enquanto os 20 botes com os pescadores , pescavam o fiel amigo a curta distância.
O capitão do barco, filho de João Costa, sendo este figueirense também era proprietário do banco do mesmo nome na cidade da Figueira da Foz, que veio a falir nessa época, e que causou enorme controvérsia na cidade pois os clientes perderam as suas economias.
Remígio Gonçalves, um homem que deu para ouvir com elevada atenção,contou-me cenas incríveis do naufrágio, afirmando-me que foi a chuva que os salvou durante aqueles longos e dramáticos 7 dias e sete noites perdidos no mar. Chovendo apenas uma vez talvez tenha sido o suficiente para equilibrar uma desidratação cada vez mais acentuada no grupo de 4 companheiros de naufrágio, aquela chuva vinda das nuvens matou a sede aos homens e deu-lhes uma esperança de sobrevivência.
Interrogado por mim sobre a sorte do cão, se foi verdade ou não, ter sido comido por seus companheiros, Remígio Gonçalves garantiu-me a veracidade dos factos de que ainda hoje se fala. Foram finalmente salvos por 3 barcos , desembarcando no Algarve e Açores. Da Cova Gala e Buarcos eram 48 pescadores e outros da Póvoa de Varzim e Caxinas.
domingo, 25 de setembro de 2011
A Natureza e as crianças tornam-nos felizes.
Neste domingo eu e a minha mulher fomos até Ferreira do Zêzere; e também Dornes, uma aldeia digna dos roteiros turisticos Nacionais, tendo ali juntinha a Lagoa Azul.Não podemos pensar que só lá fora é que é tudo bom e nós somos os patarecos da crise, por estas bandas. Eles lá fora tem tudo, mas se eles soubessem que aqui encontravam um bacalhau assado, com migas, uma broa divinal e um tinto de estalo, eles vinham a correr a Ferreira do Zêzere.
Mas a comida não é tudo.Estava sentado no chão à sombra, e duas crianças foram ter comigo e fazer perguntas próprias da sua idade. Brincaram mesmo com os meus óculos escuros e estavam felizes, disputando-os entre os dois que são irmãos. Eu na minha actual fase de avô quero ver todas as crianças contentes. A máquina fotográfica descoberta por eles foi uma festa, o rapaz queria fotografar, mas também ambos queriam ser fotografados. Fiz a foto mas antes fui com eles dizer ao pai (que estava ali, diziam eles, e estava) era o dono do restaurante onde tinhamos almoçado o tal bacalhau "lindo"... e depois seguimos rumo a Dornes, enquanto no passeio as crianças nos diziam adeus. Coisas tão simples e que tanto nos alegram. A estrada até à aldeia é boa apesar das muitas curvas, e ladeada de árvores. A espaços aproximadamente iguais erguem-se cruzeiros de pedra branca, e em cada um, em azulejos, um dos passos da paixão de Cristo. São distribuidos pelos 4 Km. que antecedem o ponto mais alto onde se situa a Igreja e a Torre Templária. É neste percurso que na quaresma se realisa a Via-Sacra. É dificil dizer por palavras toda a beleza natural que Dornes encerra e nos oferece,é preciso ir até lá. Nós fomos! E até fizemos a nossa fotografia para a posteridade...
Fim de tarde nas praias da Cova Gala, Figueira da Foz.
Está longe de ser uma fotografia profissionalizada, mas fica a mensagem de um fim de tarde ameno
e repleto de encanto. O por do sol é mágico em qualquer parte .Também aqui nas praias da Cova Gala ,a mesma força da natureza a motivar a sensibilidade de muitos fotogafos , quem sabe se amadores como sou.
e repleto de encanto. O por do sol é mágico em qualquer parte .Também aqui nas praias da Cova Gala ,a mesma força da natureza a motivar a sensibilidade de muitos fotogafos , quem sabe se amadores como sou.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Ilha Kalymnos
Do porto de mar em Kos , navegando uma hora no mar Egeu, chegamos a Kalymanos. Com a aproximação da ilha, julgamos ver uma tela, tal o quadro que se aproximou lentamente do grupo L.R.
Nesta ilha, famosa pela esponjas do mar, o turismo constitui forte poder economico na cidade, notando -se no postal o seu importante porto de mar. Foi no regresso a Kos que alguns parceiros nadaram no profundo mar Egeu, para surpresa minha que não suporto o mar para além do pescoço.
Nesta ilha, famosa pela esponjas do mar, o turismo constitui forte poder economico na cidade, notando -se no postal o seu importante porto de mar. Foi no regresso a Kos que alguns parceiros nadaram no profundo mar Egeu, para surpresa minha que não suporto o mar para além do pescoço.
A economia da experiência, escreveu o Sr anónimo.
Um visitante anónimo no meu blogue, que mania esta dos anónimos,deixou-me surpreendido com a sua justa análise, pois sendo como o meu visitante escreve mestre de turismo, mas pouco, a verdade é que estas viagens são realizadas na economia do trabalho e de uma longa experiência de barbeiro e cabeleireiro.
Se assim não fosse, de resto, jámais as poderia fazer, já que neste Hotel onde o grupo de 5o parceiros , com mordomias ás quais não estou habituado, se instalou, cada utente paga por sete dias em regime de pequeno almoço, almoço e jantar, mil e trezentos euros, ora o barbeiro e cabeleireiro, não explorando os seus clientes , logo nunca realizou capital para estas estadias.
Aproveito para fazer justiça á L.R.,tendo em conta que as empresas dão um chouriço a quem lhes dá um porco, e eu que o diga , pois durante anos trabalhei com várias do sector cosmético. Esta serve em verdade, os que trabalham na economia profissional e da experência, bem haja pela sua visão critica.
Se entender venha a um seminário e ficará elucidado dos métodos da L.R. e vai notar como o nosso trabalho é respeitado ao limite da dignidade humana e social.
Salvando algumas empresas, a maioria só não fica com a pele do trabalhador, porque está repleta de suor e por isso cheira mal, mas na L.R. creia que nos sentimos muitos dignificados.
Quanto aos chineses e alemães, é uma opinião sua, mas não me parece que isso venha a ser um facto, pois existe por ali montanhas de capital, que não deixará que isso aconteça. Com a ideia de partilhar opiniões , voltarei a falar-vos desta viagem.
Fico muito grato pelo equilibrado comentário.
Olimpio Fernandes.
Se assim não fosse, de resto, jámais as poderia fazer, já que neste Hotel onde o grupo de 5o parceiros , com mordomias ás quais não estou habituado, se instalou, cada utente paga por sete dias em regime de pequeno almoço, almoço e jantar, mil e trezentos euros, ora o barbeiro e cabeleireiro, não explorando os seus clientes , logo nunca realizou capital para estas estadias.
Aproveito para fazer justiça á L.R.,tendo em conta que as empresas dão um chouriço a quem lhes dá um porco, e eu que o diga , pois durante anos trabalhei com várias do sector cosmético. Esta serve em verdade, os que trabalham na economia profissional e da experência, bem haja pela sua visão critica.
Se entender venha a um seminário e ficará elucidado dos métodos da L.R. e vai notar como o nosso trabalho é respeitado ao limite da dignidade humana e social.
Salvando algumas empresas, a maioria só não fica com a pele do trabalhador, porque está repleta de suor e por isso cheira mal, mas na L.R. creia que nos sentimos muitos dignificados.
Quanto aos chineses e alemães, é uma opinião sua, mas não me parece que isso venha a ser um facto, pois existe por ali montanhas de capital, que não deixará que isso aconteça. Com a ideia de partilhar opiniões , voltarei a falar-vos desta viagem.
Fico muito grato pelo equilibrado comentário.
Olimpio Fernandes.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A Ilha de Kos é uma das muitas Ilhas da Grécia
A nossa guia que orientou o grupo em viagem pela ilha de Kos e dizia-nos que o império romano e bizantino andou por ali a fazer das suas, em 366.a.C., e que já no nosso tempo também o famigerado Hitler gostou das praias e do clima ,completamente louco este Hitler, onde o inverno é curto e primaveril.
A Ilha de Kos tem cerca de 300.500 habitantes. O grupo viajou cerca de 40 minutos de autocarro até chegar à cidade fortemente turística, com o seu importante porto de mar, pois é daquele local que partem luxuosos paquetes, num mar de duzentos mil quilómetros e muitos barcos na travessia do mar Egeu, para visitar outras Ilhas Gregas.
Perguntei à guia , uma senhora italiana, o estado social da população, pois nunca notei mendicidade o que me alegrava bastante. Disse-me que os milhares de turistas de todo o mundo trazem um desenvolvimento harmonioso à ilha e que a vida das pessoas é bastante equilibrada socialmente A vila onde estivemos instalados tem duas longas ruas paralelas, repletas de restaurantes e lojas de todo o tipo de comércio, tendo ali também um porto de mar e serve com a sua longa praia e piscinas para férias, sobretudo estrangeiros.
O desconhecimento do grego foi um entrave para saber como são tratados aquelas dezenas de trabalhadores que se ocupavam destes dois enormes equipamentos turísticos onde o grupo se instalou, mas a verdade é que o capital desenvolveu o turismo grego na ilha. Gera milhões e mais milhões de euros pois os turistas vêm de todo o mundo, parecendo-me que a crise por ali não está na ordem do dia. Já em Antenas o panorama é totalmente diferente, mas nós estávamos longe das preocupações dos gregos e das nossas, aproveitando o bom clima, a boa comida e confraternizando. Leiam mais sobre a ilha de Koz neste site.
O desconhecimento do grego foi um entrave para saber como são tratados aquelas dezenas de trabalhadores que se ocupavam destes dois enormes equipamentos turísticos onde o grupo se instalou, mas a verdade é que o capital desenvolveu o turismo grego na ilha. Gera milhões e mais milhões de euros pois os turistas vêm de todo o mundo, parecendo-me que a crise por ali não está na ordem do dia. Já em Antenas o panorama é totalmente diferente, mas nós estávamos longe das preocupações dos gregos e das nossas, aproveitando o bom clima, a boa comida e confraternizando. Leiam mais sobre a ilha de Koz neste site.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
A propósito do padre dançarino de Portalegre.
A Igreja de Jesus Cristo, figura incontornável da história e da humanidade, sempre criou os seus fantasmas, se recordarmos a terrível inquisição, para não falarmos de outros graves crimes e tudo em nome do santo homem, quiçá,o iluminado por Deus. Parece-me que uma mensagem assim , tão profundamente ligada ao sentimento da vida e dos seus valores, não é para mim científica, justifica-se só num amplo quadro de amor e virtudes mais humanas e socializantes resistindo através dos milénios na espontaneidade e na alegria de sermos crentes e sem os fantasmas que alguns padres despontaram na Igreja, desvirtuando-a completamente das suas excelentes regras de comportamentos de si e para os outros . Por isso este padre de Portalegre encheu-me as medidas, bailou na praça com o seu rancho de sempre e não se afastou do seu companheiro de afectos, porque o padre de Portalegre, sente e sabe que o seu entendimento com Jesus Cristo é de partilha para com os seus conterrâneos e nunca apoia distância que maltrata a prática da fé vivida com os outros que o rodeiam.
Sendo assim tão simples aos olhos do SENHOR, alguns homens da Igreja, chamaram aos seus procedimentos uma prática que não dá para dançar na praça, já que a sua ostentação, se reveste de solenidades tais que , quem-sabe, magoa a naturalidade dos verdadeiros cristãos...
Sendo assim tão simples aos olhos do SENHOR, alguns homens da Igreja, chamaram aos seus procedimentos uma prática que não dá para dançar na praça, já que a sua ostentação, se reveste de solenidades tais que , quem-sabe, magoa a naturalidade dos verdadeiros cristãos...
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A libertação dos homens
Se os homens quiserem Jesus Cristo estará onde eles estão. Este padre indica-nos o caminho da simplicidade com os outros. São os irmãos da jornada e da vida, vivendo a verdade da sua fé na terra e em comunhão.
domingo, 18 de setembro de 2011
Rui Maia e o seu novo visual
(Rui Maia 10 anos de idade.Cova Gala, Figueira da Foz)
Voltei ao trabalho e deparei com uma questão profissional que vou levar ao museu do barbeiro e cabeleireiro, do meu colega , em lisboa, Joaquim Pinto. Temos a obrigação de resolver estes casos que são naturais nos nossos cabelos, tem a ver com as raízes. Este caso, que não é nenhum problema no jovem Rui Lima, filho de um antigo e excelente jogador de futebol da Naval da Figueira da Foz, e dos distritais da A.F.de Coimbra, merece a nossa curiosidade.No no tempo em que tinha a mania que era jornalista desportivo, o Rui Lima, pai do jovem, era mesmo craque da bola.Quanto ao cabelo do filho e o seu nascimento, isso daria interessante conversa com os meus colegas, servindo, inclusive, de formação profissional e desafio, cada um deveria ter um método de lhe cortar o cabelo.O jovem Rui Lima, disse-me o pai, quando acorda de manhã, tem o cabelo num vendaval, parecendo que viu lobo. De facto as raízes do cabelo têm diversas origens de crescimento, é por isso. Do lado direito do seu craneo nasce acentuadamente para fora, mas no vertice assume o seu crescimento em espiral, depois do lado esquerdo sobre a zona das orelhas, volta a crescer para fora . Um caso muito invulgar e interessante e que justificou tesoura dentada, navalha, tesoura par cortar pontas e no final um bálsamo suave para lhe dar naturalidade.
sábado, 17 de setembro de 2011
Naufrágio no Mar Egeu?!
Felizmente não se trata de um naufrágio, mas sim de um mergulhos dos companheiros de viagem às Ihas Gregas, tiveram a coragem de mergulhar nas profundas águas do citado mar Egeu, quando se fazia a travessia de Kos, uma das muitas Ilhas, para outros lugares.
Gostaria de partilhar consigo algumas imagens de Kos, também de Bodrum, o importante porto de mar turco, com a humildade de vos comunicar outras gentes e outras culturas.
Gostaria de partilhar consigo algumas imagens de Kos, também de Bodrum, o importante porto de mar turco, com a humildade de vos comunicar outras gentes e outras culturas.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Ir à Galiza dois dias por 80 euros - 29 a 30 de Outubro
A Galiza é um lugar muito interessante de visitar e tem muito para oferecer ao visitante apreciador de marisco, vida do mar e história.
Este passeio dura 2 dias em autocarro e tem pensão completa.
No primeiro dia, a manhã é passada em viagem.
Depois do almoço, visitamos El Grove e a ilha La Toja, com bebida e mexilhão para saborear.
El Grove é uma pequena península costeira de Espanha., fica perto de Pontevedra. As tradições de marinheiros convivem com o turismo, há tabernas simples e restaurantes sofisticados. Na segunda semana de Outubro aí acontece a grande Festa do Marisco, que é nesta região muito abundante e de boa qualidade.
No final do almoço a ida é a Santiago de Compostela para visita. Depois segue-se o regresso.
Se estiverem interessados neste passeio deixem o vosso contacto nos comentários que eu contacto quando regressar, lá para o fim de semana.
Este passeio dura 2 dias em autocarro e tem pensão completa.
No primeiro dia, a manhã é passada em viagem.
Depois do almoço, visitamos El Grove e a ilha La Toja, com bebida e mexilhão para saborear.
El Grove é uma pequena península costeira de Espanha., fica perto de Pontevedra. As tradições de marinheiros convivem com o turismo, há tabernas simples e restaurantes sofisticados. Na segunda semana de Outubro aí acontece a grande Festa do Marisco, que é nesta região muito abundante e de boa qualidade.
Na Ilha de La Toja há um passeio de comboio turístico para fazer, se quiserem. Fica nas rias baixas e liga-se à terra por uma ponte. A maior parte da beleza natural da ilha é protegida pelo que hotéis e construções agrupam-se todas numa pequena área. A maior atração é uma igreja com a fachada coberta de conchas.
Ao fim do dia voltamos para o hotel e há jantar e animação pela noite dentro.
No segundo dia, após o pequeno almoço, há uma demonstração publicitária seguida de almoço.Ao fim do dia voltamos para o hotel e há jantar e animação pela noite dentro.
No final do almoço a ida é a Santiago de Compostela para visita. Depois segue-se o regresso.
Se estiverem interessados neste passeio deixem o vosso contacto nos comentários que eu contacto quando regressar, lá para o fim de semana.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
DESPEÇO-ME COM AMIZADE
Voltarei no próximo dia 18 de Setembro. Depois de uma viagem ás Ilhas Gregas e Turquia com o grupo de pessoal da LR, cá estarei, o mesmo de sempre, com virtudes e defeitos. Se pretendes também fazer parte do grupo da L.R. pede informações. Não percas tempo com as teorias do costume, vem daí hoje para que amanhã possas ter a recompensa da tua dedicação ao trabalho de todos os dias...Até à vista!
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Joaquim Pinto e o museu do barbeiro e cabeleireiro.
Joaquim Pinto, cabeleireiro de homens, no Centro Comercial Apolo, em Lisboa, teve a feliz ideia de se iniciar no colecionismo da nossa profissão tendo já mais de duas mil peças devidamente catalogadas, mostrando-as em dezenas de exposiçoes em Lisboa e no país, faltando a Figueira da Foz, já com a sua palavra e data a combinar.
É um trabalho notável de recuperação cultural, isto porque os utensílios usados há dezenas de anos na profissão ocupam hoje o espaço das nossas memórias. Profissão do barbeiro e cabeleireiro, sempre em evolução em todos os aspectos da sua arte, incluindo a parte logistica nas salões , quer de homens ou mulheres,justifica -se neste museu do nosso colega Joaquim Pinto.
Barbeiro e cabeleireiro de notáveis, quer da política, empresários, jornalistas embaixadores, Joaquim Pinto, disserta que a sua escola é profissional, mas sobretudo sabe ouvir e calar, de cadeira para cadeira , o mesmo é dizer de cliente para cliente, afirmando ainda: "Quando estamos com uma tesoura na mão, deixamos de ter partido, clube ou religião."
A história de Joaquim Pinto é longa e prestigiante e não cabe neste curto apontamento, que reflete para mim a gratidão de ser estimulado por um colega simples e solidário, que me dá o espaço no seu museu do barbeiro e cabeleireiro, para que eu possa partilhar e evoluir com os que mais sabem.
Claudia Mata, S.Paulo, Emb. Seixas Costa, Paris, o Dr.Manuel Borges. Resende, o Prof. Medeiros Ferreira, Lisboa, são os colaboradores do museu e de Joaquim Pinto.
É um trabalho notável de recuperação cultural, isto porque os utensílios usados há dezenas de anos na profissão ocupam hoje o espaço das nossas memórias. Profissão do barbeiro e cabeleireiro, sempre em evolução em todos os aspectos da sua arte, incluindo a parte logistica nas salões , quer de homens ou mulheres,justifica -se neste museu do nosso colega Joaquim Pinto.
Barbeiro e cabeleireiro de notáveis, quer da política, empresários, jornalistas embaixadores, Joaquim Pinto, disserta que a sua escola é profissional, mas sobretudo sabe ouvir e calar, de cadeira para cadeira , o mesmo é dizer de cliente para cliente, afirmando ainda: "Quando estamos com uma tesoura na mão, deixamos de ter partido, clube ou religião."
A história de Joaquim Pinto é longa e prestigiante e não cabe neste curto apontamento, que reflete para mim a gratidão de ser estimulado por um colega simples e solidário, que me dá o espaço no seu museu do barbeiro e cabeleireiro, para que eu possa partilhar e evoluir com os que mais sabem.
Claudia Mata, S.Paulo, Emb. Seixas Costa, Paris, o Dr.Manuel Borges. Resende, o Prof. Medeiros Ferreira, Lisboa, são os colaboradores do museu e de Joaquim Pinto.
domingo, 4 de setembro de 2011
O Sr.Mário Soares arrasta-se e lamento-o.
Com o respeito que merece pela sua idade e não venho fazer chacota ao homem, mas falar do homem público. O Sr Mário Soares, arrastou -se para uma festa qualquer, julgo que foi em Castelo de Vide, e vai de falar nos exemplos dos republicanos do seu tempo, citando-os no seu discurso. Devia era fazer chi-chi e ir para a cama dormir cedo.
Homens de grande envergadura moral e patriótica, os dessa época e fiquei a pensar e a deduzir que o Sr. Mário Soares , pese embora o seu trabalho político no país, não devia pretender fazer comparações com esses nobres republicanos , pois se eses republicanos cá viessem hoje, atiravam-lhe tomates maduros para a sua laroca cara. É certo que os tempos são outros mas o amor pela causa republicana e pelos seus valores serão sempre de uma enorme integridade intelectual. E esses homens hoje e neste quadro, neste sistema conspurcado ,seriam decerteza da oposição ao normal curso do palavreado barato. Esqueceu-se de citar Raul Assunção Pimenta Rego, nascido Macedo de Cavaleiros,15 de Abril 1913, falecido em Lisboa a 1 de Fevereiro 2002, colega de partido e grande democrata do seu tempo, jornalista no Jornal República , que enfrentou a cadeia e o fascismo desse tempo, conheceu a primeira prisão em 1945. Um dia o Sr. Mário Soares foi a Braga com Raul Rego e pediu-lhe para não falar junto dos padres, mas o grande democrata, ás tantas não se aguentou, quando um Bispo fazia o seu discurso, Raul Rego, desatinou: "Aquele também é um grande filho da puta."
Os republicanos que eu conheci em Montemor, foram homens para quem a causa pública era um serviço sagrado e desinteressado, em que o povo sentia nesses idealistas , o exemplo das palavras e também das atitudes da sua verdadeira solidariedade . Henrique Beiroco, Abel Brandão, Vasco Eloy, António Mota e tantos outros , morreram pobres e sem apoios para fundações e outras mordomias deste tempo, em que a honra e a honestidade é agora a sujidade de algumas figuras que nos deu o 25 de Abril.
Homens de grande envergadura moral e patriótica, os dessa época e fiquei a pensar e a deduzir que o Sr. Mário Soares , pese embora o seu trabalho político no país, não devia pretender fazer comparações com esses nobres republicanos , pois se eses republicanos cá viessem hoje, atiravam-lhe tomates maduros para a sua laroca cara. É certo que os tempos são outros mas o amor pela causa republicana e pelos seus valores serão sempre de uma enorme integridade intelectual. E esses homens hoje e neste quadro, neste sistema conspurcado ,seriam decerteza da oposição ao normal curso do palavreado barato. Esqueceu-se de citar Raul Assunção Pimenta Rego, nascido Macedo de Cavaleiros,15 de Abril 1913, falecido em Lisboa a 1 de Fevereiro 2002, colega de partido e grande democrata do seu tempo, jornalista no Jornal República , que enfrentou a cadeia e o fascismo desse tempo, conheceu a primeira prisão em 1945. Um dia o Sr. Mário Soares foi a Braga com Raul Rego e pediu-lhe para não falar junto dos padres, mas o grande democrata, ás tantas não se aguentou, quando um Bispo fazia o seu discurso, Raul Rego, desatinou: "Aquele também é um grande filho da puta."
Os republicanos que eu conheci em Montemor, foram homens para quem a causa pública era um serviço sagrado e desinteressado, em que o povo sentia nesses idealistas , o exemplo das palavras e também das atitudes da sua verdadeira solidariedade . Henrique Beiroco, Abel Brandão, Vasco Eloy, António Mota e tantos outros , morreram pobres e sem apoios para fundações e outras mordomias deste tempo, em que a honra e a honestidade é agora a sujidade de algumas figuras que nos deu o 25 de Abril.
sábado, 3 de setembro de 2011
Não percebo patavina desta solidariedade social.
A classe media deu-lhe o badagaio, os pequenos agricultores, os das vacas leiteiras e pequenos atrelados, foram pregar para outra freguesia, o pequeno comércio, está a falar sozinho com os seus botões. Mas que porra de solidariedade social é esta em que o Zé dos anzóis não tem jeito de se orientar com estas normas que o reduzem a uma produção de trabalho e riqueza absolutamente estagnadora?
Um homem que já viu muitos filmes a cores e a preto e branco, olha para esta razia, e só repara nos reformados dos 300, nas famílias que recorrem às instituções de apoio, os desempregados e "aleijados", e depois escuta o Sr Passos Coelho, a dizer : nada de impostos extraordinários, porque os meninos podem apanhar uma birra e lá se vai o capital para Cacilhas! Porque isto de taxar uns euros a quem não lhe faz falta nenhuma é um risco elevado para a paz na Nação - o chamado pequenote que vá vender chuchas para a porta do cemitérios. Vem outro revolucionário, gordinho de todo, homem de saber, é certo, mas o que precisamos é de gente que sinta nos outros o que sente para si, isto é com simplicidade o digo, não queiras para os outros o que não queres para ti.
Angelo Correia , quando diz que os da laia dele, já pagam muito ao Estado, que vá fazer discursos pró catano, porque essa treta já eu engoli durante anos e anos e agora o meu estômago já nem suporta caldos de galinha, quanto mais os banquetes das classes previlegiadas, por isso onde queres que estejas em Outubro, mostra-lhes um vermelho.
Um homem que já viu muitos filmes a cores e a preto e branco, olha para esta razia, e só repara nos reformados dos 300, nas famílias que recorrem às instituções de apoio, os desempregados e "aleijados", e depois escuta o Sr Passos Coelho, a dizer : nada de impostos extraordinários, porque os meninos podem apanhar uma birra e lá se vai o capital para Cacilhas! Porque isto de taxar uns euros a quem não lhe faz falta nenhuma é um risco elevado para a paz na Nação - o chamado pequenote que vá vender chuchas para a porta do cemitérios. Vem outro revolucionário, gordinho de todo, homem de saber, é certo, mas o que precisamos é de gente que sinta nos outros o que sente para si, isto é com simplicidade o digo, não queiras para os outros o que não queres para ti.
Angelo Correia , quando diz que os da laia dele, já pagam muito ao Estado, que vá fazer discursos pró catano, porque essa treta já eu engoli durante anos e anos e agora o meu estômago já nem suporta caldos de galinha, quanto mais os banquetes das classes previlegiadas, por isso onde queres que estejas em Outubro, mostra-lhes um vermelho.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
O padre Abel Varzim perseguido por Salazar.
Volta Salazar que estás perdoado, faz doer quem escuta esta frase, sobretudo os que viveram naquela época. Muito grave os que sofreram na carne as perseguições, como aconteceu com o padre Abel Varzim, nascido em 1902 e faleceu em fins de Agosto de 1964.
O que importa realçar no generoso sacerdote , solidário com a verdade do Evangelho e com os humildes, foi a singularidade cristã do homem, cujo clarão da fé, iluminava à sua volta os que com ele privavam. Recordo que depois do 25 de Abril, com a minha mulher, fomos assistir no cemitério de Cristelo, Barcelos a uma homenagem em sua memória. Já lá vão tantos anos , mas ainda recordo a multidão e a sua sepultura repleta de flores, algumas das mulheres da vida que o bom padre ajudou, porque o padre Abel Varzim, amava o próximo como a si mesmo. Neste curto e quase abusivo apontamento, para uma vida cheia de exemplos sociais e humanos , fica o ódio de Salazar, que deixou na história, autoritarismo e a morte , enquanto que o padre Abel Varzim, viveu intensamente a verdade e a suprema liberdade da vida,estando sempre ao lado dos precisavam da sua ajuda e por isso me curvo em sua memória e no seu exemplo.
O que importa realçar no generoso sacerdote , solidário com a verdade do Evangelho e com os humildes, foi a singularidade cristã do homem, cujo clarão da fé, iluminava à sua volta os que com ele privavam. Recordo que depois do 25 de Abril, com a minha mulher, fomos assistir no cemitério de Cristelo, Barcelos a uma homenagem em sua memória. Já lá vão tantos anos , mas ainda recordo a multidão e a sua sepultura repleta de flores, algumas das mulheres da vida que o bom padre ajudou, porque o padre Abel Varzim, amava o próximo como a si mesmo. Neste curto e quase abusivo apontamento, para uma vida cheia de exemplos sociais e humanos , fica o ódio de Salazar, que deixou na história, autoritarismo e a morte , enquanto que o padre Abel Varzim, viveu intensamente a verdade e a suprema liberdade da vida,estando sempre ao lado dos precisavam da sua ajuda e por isso me curvo em sua memória e no seu exemplo.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O Sr. Galopim de Carvalho tem razão -2
Não tenho nenhum complexo anti-comunista, os comunistas agora estão perfeitamente integrados num sistema democrático.O que partilho, essencialmente, é a defesa do humanismo e dignidade das pessoas, também neste sistema democrático com brutais injustiças sociais.Voltando ao Sr. Galopim, que gostou das praias e dos banhos matinais, com mais 30 graus, e eu que o diga, vai dizendo que o contraste onde ficam os turistas e as povoações em redor, as pessoas são mesmo pobres.R ecordo como se fosse hoje, quando via o aspecto das casas cubanas, no demorado percurso ente Havana e Varadero, recordava o povo das nossas aldeias e ficava feliz por saber que por cá, somos um povo com meios de habitação, que não tem comparação com o povo cubano. Depois pode ler-se que Havana precisa de uma profunda intervenção para proteger o património histórico, mas a quem o diz. Bela Havana, que mais parece bombardeada pela calada da noite, enquanto que temos as nossas cidades desde o minho ao Algarve, arejadas e limpas. Ser turista em Cuba, é um regalo, pior é quando um homem é sensivel aos problemas do seu semelhante, e aí não há para mim ideologia que resista , porque as pessoas, para mim estão sempre primeiro do que o fanatismo ideológico e politico.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
O Sr Galopim de Carvalho tem razão -1
Permitam-me meter a colherada, mas confirmo que o Sr. Galopim tem razão ao citar as belezas de Cuba, como extraordinárias, pois tem...Viajar como turista é excelente, esquecendo os problemas sociais do povo cubano, demasiado pobre, como afirmou. Paz, pão, educação, o enpolgamento ideológico, não resolveu de todo as bases primárias de um povo cordial, apesar do ensino e saúde, ser assumido pelo Estado. Só ultimamente os meus colegas barbeiros e cabeleireiros, tiveram a liberdade de possuir a sua lojeca, porque o Estado chegou à conclusão que a economia há muito que necessita de outros processos e animação para se desenvolver.Se o capital selvagem é monstruoso, pela falta de respeito pelo próximo, também estes sistemas não protegem a dignidade dos povos.Voltarei com outro apontamento do Sr.Galopim e da revista do C.M.
domingo, 28 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
O Santo Mateus tinha a sua razão.
(Mateus 19;23 ) já sabia no seu tempo que era complicado aos ricos entrarem no reino dos céus, mas a verdade é que o seu pensamento chegou até aos nossos dias e veio para ficar. Homem de Deus, também sabia que o paraíso já o tinham na terra mimados por soberbos luxos e luxúrias. Mas o meu ponto de vista em relação aos ricos não é de todo inveja, muito menos adepto da frase do Otelo Saraiva de Carvalho, que um dia na Suécia afirmou que em Portugal os ricos tinham dado em pantanas, frase ruim do perdido revolucionário. Os ricos são precisos desde que sejam solidários com o seu proximo e que tenham consciência de partilha e não de esmolas, criando emprego e dignidade.
Sejamos pois esclarecidos sobre esta matéria. O que os governos deviam ter feito e não fizeram durante estes anos era acabar com os menos favorecidos, mas fez-se o contrário, veja-se o caso dos abonos de família, por exemplo, e a imoralidade da classe política.
Para mim ser rico não é crime desde que não tenha sido à custa do suor alheio, ou por outras formas menos dignas, como tem acontecido neste país e com declarada proteção aos da cor da camisola, partidos vergados a favores e clientelas.
Se vamos à missa e dizemos que somos bonzinhos, sejamos então amigos e solidários na prática dos compromissos para com o nosso semelhante, aceitando as regras do jogo do Estado, que nem sempre ao longo destes anos de Abril foi meigo para com os cidadãos comuns, os que vivem do seu trabalho e que assumiram durante uma vida as respectivas tributações, mas agora canalizadas para pagar dívidas das quais não tem culpa alguma.
Sejamos pois esclarecidos sobre esta matéria. O que os governos deviam ter feito e não fizeram durante estes anos era acabar com os menos favorecidos, mas fez-se o contrário, veja-se o caso dos abonos de família, por exemplo, e a imoralidade da classe política.
Para mim ser rico não é crime desde que não tenha sido à custa do suor alheio, ou por outras formas menos dignas, como tem acontecido neste país e com declarada proteção aos da cor da camisola, partidos vergados a favores e clientelas.
Se vamos à missa e dizemos que somos bonzinhos, sejamos então amigos e solidários na prática dos compromissos para com o nosso semelhante, aceitando as regras do jogo do Estado, que nem sempre ao longo destes anos de Abril foi meigo para com os cidadãos comuns, os que vivem do seu trabalho e que assumiram durante uma vida as respectivas tributações, mas agora canalizadas para pagar dívidas das quais não tem culpa alguma.
Odiar os ricos só porque são ricos é um tremendo complexo de inferioridade. O que uma pessoa de bem quer é justiça feita com peso conta e medida, isto porque ricos e pobres, é do principio do mundo, e essa da justiça social ainda está por fazer.
Carlos Moço e Parracho Alves, artistas de Buarcos e Figueira da foz.
As obras em exposição no CAE, refletem por si a arte e a sensibilidade destes artistas, dedicadas aos pescadores e peixeiras de Buarcos, cujos aspectos referenciam a vida das gentes do mar, dura e corajosa para ganhar o pão de cada dia. A exposição que vai estar patente até ao dia 14 de Setembro, é uma viagem ao sentido da vida e de personagens que nos pertencem pela sua profunda simplicidade.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Castelo de Montemor-o-Velho, recebe as festas anuais.
De 7 a 11 de Setembro 2011, vão realizar-se as populares festas concelhias, de larga tradição nas terras de montemor, de tempos antiquissímos .
Relativamente ao ano passado, o orçamento das festas é reduzido para mais de 30%, realizando-se no privilegiado espaço do castelo, algumas das actividades musicais, com a presença de Tony Carreira , André Sardet e Expensive Soul.
A entrada para o modernizado castelo, ainda se faz pela Porta da Peste, mas quando estiver activado o ascensor para o referido monumento, passará a fazer-se pela mediaval Porta do Sol, uma alteração que procura trazer para o centro da Vila, os milhares de visitantes aquela monumentalidade.
A verdade é que a partir das 5 da tarde e com o encerramento das Finanças, Cãmara Municipal, Associação Fernão Mendes Pinto e o banco, a Vila morta, com escreveu Afonso Duarte, dá pena a solidão a que assistimos numa zona de restaurantes e cafés, que encerram ao pricipio da noite por falta de clientela.
A recuperação das casas no centro histórico, para os artistas que vêm viver para Montemor. é outra medida urgente para alterar este grave problema local, a merecer da Cãmara a melhor acuidade para o resolver depressa e bem.
Relativamente ao ano passado, o orçamento das festas é reduzido para mais de 30%, realizando-se no privilegiado espaço do castelo, algumas das actividades musicais, com a presença de Tony Carreira , André Sardet e Expensive Soul.
A entrada para o modernizado castelo, ainda se faz pela Porta da Peste, mas quando estiver activado o ascensor para o referido monumento, passará a fazer-se pela mediaval Porta do Sol, uma alteração que procura trazer para o centro da Vila, os milhares de visitantes aquela monumentalidade.
A verdade é que a partir das 5 da tarde e com o encerramento das Finanças, Cãmara Municipal, Associação Fernão Mendes Pinto e o banco, a Vila morta, com escreveu Afonso Duarte, dá pena a solidão a que assistimos numa zona de restaurantes e cafés, que encerram ao pricipio da noite por falta de clientela.
A recuperação das casas no centro histórico, para os artistas que vêm viver para Montemor. é outra medida urgente para alterar este grave problema local, a merecer da Cãmara a melhor acuidade para o resolver depressa e bem.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Milionários querem pagar mais impostos!
O cidadão distraido e que não acredita em milagres, toma conhecimento desta noticia e fica apensar que o mundo está a mudar!!!Devem ter chegado á conclusão que as fortunas e os luxos inuteis não dão
felicidade, porque nos outros pode estar algo que os anime a viver com melhor tranquilidade. Por cá pode ser que a moda siga a dança das boas vontades, por mim venham ver a conta bancária, mas estou sempre disponivel para uns cortes de barbas e cabelos.
felicidade, porque nos outros pode estar algo que os anime a viver com melhor tranquilidade. Por cá pode ser que a moda siga a dança das boas vontades, por mim venham ver a conta bancária, mas estou sempre disponivel para uns cortes de barbas e cabelos.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Geração à rasca vem de novo aí.
À rasca é já o modelo social para milhões de portugueses, tramados com os cortes dos abonos de família e outros, absolutamente provocatórios, mas o que vem aí é a manifestação próximo dia 15 de Outubro, 15 horas, no Marquês de Pombal em Lisboa.
O povo é como a preguiça. Tem dificuldade em mover-se, mas acreditamos que vai ter a oportunidade de , e na rua, espaço privilegiado da sua liberdade, sem cavalos e cargas policiais, dizer o que sente sobre esta tropa fandanga, denunciando os gastos caricatos, com 28 milhões em publicidade, mais 15 milhões em viagens, deviam ter ido a pé, enquanto que 600 mil euros foram para pagar concertos de Toni Carreira.Mas esta dos 82 mil euros para pagar as flores da casa do José Socrates, deixa-me a pensar duas vezes caso a informação não fosse do D.N.dando que pensar como foram devorados os dinheiros públicos deste país sem sorte com os seus chefes de fila organizados no pior serviço público que jamais se viu por cá...Mas a notícia já é antiga e pode ser lida na íntegra aqui.
O povo é como a preguiça. Tem dificuldade em mover-se, mas acreditamos que vai ter a oportunidade de , e na rua, espaço privilegiado da sua liberdade, sem cavalos e cargas policiais, dizer o que sente sobre esta tropa fandanga, denunciando os gastos caricatos, com 28 milhões em publicidade, mais 15 milhões em viagens, deviam ter ido a pé, enquanto que 600 mil euros foram para pagar concertos de Toni Carreira.Mas esta dos 82 mil euros para pagar as flores da casa do José Socrates, deixa-me a pensar duas vezes caso a informação não fosse do D.N.dando que pensar como foram devorados os dinheiros públicos deste país sem sorte com os seus chefes de fila organizados no pior serviço público que jamais se viu por cá...Mas a notícia já é antiga e pode ser lida na íntegra aqui.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
A crise não se esqueceu das crianças.
O Estado que foi um inveterado gastador, apoiando as suas clientelas partidárias, retira agora apoios
a famílias que necessitavam desses euros para o leite, fraldas, etc.
Esta crise tem responsáveis de cara suja de mais,fico num tremendo desconsolo por tanta
falta de humanismo e solidariedade para com os mais fracos.
Quando recordo os sonhos de Abril, no tempo da minha juventude, digo basta a esta cambada de comilões que nem sequer pouparam as crianças de famílias de poucos recursos materiais.
a famílias que necessitavam desses euros para o leite, fraldas, etc.
Esta crise tem responsáveis de cara suja de mais,fico num tremendo desconsolo por tanta
falta de humanismo e solidariedade para com os mais fracos.
Quando recordo os sonhos de Abril, no tempo da minha juventude, digo basta a esta cambada de comilões que nem sequer pouparam as crianças de famílias de poucos recursos materiais.
domingo, 21 de agosto de 2011
Estou satisfeito com o Centro de Saúde da Figueira da Foz.
Os utentes do Centro de Saúde da Figueira da Foz, não me passaram credenciais para saber das suas opiniões sobre os serviços daquela unidade de saúde, pois não...!Escrevo a minha opinião e da minha família, depois de ler as posições dos que se manifestaram no C.M. afirmando que temos o melhor serviço na médica de família, Dr. Isaura Gaspar, assim como nos serviços de apoio da Unidade de Saúde de S.Julião. Pior será talvez, julgo, quando tivermos casos graves que necessitem de internamento num hospital. Mas na saúde temos já alguma coisa de bom em especial quando não se pode recorrer às clinicas privadas.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Vá e já.
Caro Dr. Nobre. A vida é feita de enganos e sempre os de boa fé pagaram a sua ingenuidade, por isso vá e depressa para onde nunca devia ter saido, porque 500 mil portugueses e eu incluido, deixámos de acreditar no seu discurso.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Alberto Jardim já manda na sacristia!
Se uma atitude discordo ver nas pessoas, sobretudo as que têm responsabilidades públicas, é a sua linguagem autoritária, como que fazendo crer que são donos das pessoas e do mundo!
Vejam a parva mania do todo poderoso Sr. João Jardim que, fazendo da casa de Jesus Cristo o seu gabinete de trabalho , teve mais uma nobre atitude ao expulsar uma jornalista de uma sacristia e numa Igreja no Funchal. Na sua boa maneira , porque a mim ninguém me cala, pensa o Sr. João Jardim, furioso com a presença da jornalista , vai de correr com a criatura , chamando-lhe comunista e dizendo que chamaria a polícia se ela não saisse do templo.
Homem de missas e aparatos divinos, esqueceu-se que os crentes acreditam que a Igreja é sagrada : há lugar para comunistas , brancos ,pretos, amarelos , até os soberbos iluminados, quantas vezes encontram ali a esperança, procuram interiorizar a humildade e aceitar os outros como eles são, coisa que ainda não chegou ao Sr. Presidente João Jardim.
Vejam a parva mania do todo poderoso Sr. João Jardim que, fazendo da casa de Jesus Cristo o seu gabinete de trabalho , teve mais uma nobre atitude ao expulsar uma jornalista de uma sacristia e numa Igreja no Funchal. Na sua boa maneira , porque a mim ninguém me cala, pensa o Sr. João Jardim, furioso com a presença da jornalista , vai de correr com a criatura , chamando-lhe comunista e dizendo que chamaria a polícia se ela não saisse do templo.
Homem de missas e aparatos divinos, esqueceu-se que os crentes acreditam que a Igreja é sagrada : há lugar para comunistas , brancos ,pretos, amarelos , até os soberbos iluminados, quantas vezes encontram ali a esperança, procuram interiorizar a humildade e aceitar os outros como eles são, coisa que ainda não chegou ao Sr. Presidente João Jardim.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
As pastas dentífricas no casino da Figueira da Foz
Dei umas voltas pelo Bairro Novo e mergulhei nos anos de 1957/58 e 59 e pensei como é hoje aquela zona da cidade e o que foi naquelas douradas épocas de turismo nacional e internacional.
Trabalhava na Barbearia Evangelista, de um montemorense, que funcionava com 4 cadeiras e sempre ocupadas, mas havia mais 4 casas do corte e barba, incluindo a do Casino, onde à noite fazia umas horas de trabalho.O Bairro Novo, com as suas numerosas famílias espanholas e as respetivas criadas, fervilhava de vida e alegria,acorrendo ao Pátio das Galinhas e mais à frente à entrada para o Casino da Figueira da Foz.Foi aí que eu e um colega da Barbearia, já não sei se nos pagaram ou não, fomos publicitar uma pasta dentífrica, oferecendo a cada um dos que entravam para o Casino, a tal pasta que tambem não me recordo o nome, talvez Couto, porque estava na moda nessa época.
O engraçado deste trabalho é que nessa época já existiam gananciosos, pois muitos dos favorecidos na entrada voltavam a sair à rua para de novo poderem receber nova pasta para lavar a dentuça, depois entrando de novo no Casino.
O chefe, que mirava o corropio de pessoas a entrar e a sair, deu pela falsificação dos processos de entrega e acabou com a esperteza saloia de uns tantos que não se contentavam com o justo!
Uma tarde destas dei umas voltas pelo Bairro Novo e já nada é o que foi! O Nicola, a tasquinha do Arnaldo,davam uma vida e movimento a esse espaço, vida que o tempo de hoje já não tem. Que memórias estas de uma vida longa e às vezes saudosa de mais, mas sempre vida enquanto dura.
Trabalhava na Barbearia Evangelista, de um montemorense, que funcionava com 4 cadeiras e sempre ocupadas, mas havia mais 4 casas do corte e barba, incluindo a do Casino, onde à noite fazia umas horas de trabalho.O Bairro Novo, com as suas numerosas famílias espanholas e as respetivas criadas, fervilhava de vida e alegria,acorrendo ao Pátio das Galinhas e mais à frente à entrada para o Casino da Figueira da Foz.Foi aí que eu e um colega da Barbearia, já não sei se nos pagaram ou não, fomos publicitar uma pasta dentífrica, oferecendo a cada um dos que entravam para o Casino, a tal pasta que tambem não me recordo o nome, talvez Couto, porque estava na moda nessa época.
O engraçado deste trabalho é que nessa época já existiam gananciosos, pois muitos dos favorecidos na entrada voltavam a sair à rua para de novo poderem receber nova pasta para lavar a dentuça, depois entrando de novo no Casino.
O chefe, que mirava o corropio de pessoas a entrar e a sair, deu pela falsificação dos processos de entrega e acabou com a esperteza saloia de uns tantos que não se contentavam com o justo!
Uma tarde destas dei umas voltas pelo Bairro Novo e já nada é o que foi! O Nicola, a tasquinha do Arnaldo,davam uma vida e movimento a esse espaço, vida que o tempo de hoje já não tem. Que memórias estas de uma vida longa e às vezes saudosa de mais, mas sempre vida enquanto dura.
Em 1978 voltei ao Bairro Novo como cabeleireiro de senhoras e ainda recordo fortes presenças de banhistas, os festivais de cinema e dos penteados, onde realizei sonhos de profissionalismo com a minha presença em palco, as cantigas da pequenada, tudo se foi. Decerto terá sido como que o canto do cisne , pois hoje o Bairro Novo sofre as consequências das tranformações sociais e económicas e vive de recordações do passado, tanto quanto eu as senti um dia destes, o que motivou este post.
domingo, 14 de agosto de 2011
Os milhões de euros foram reduzidos a meia dúzia
Costuma dizer-se na ética desportiva que os vencidos tem a honra e os vencedores a glória. Decerto que se justifica porque a honra na competição desportiva tem pressupostos elevados de grandeza, personalidade e conquista de objectivos.
Vejamos o que aconteceu em Barcelos e Alvalade, onde os milhões de euros nasceram como ervas daninhas, colocando os adeptos a pensar, como é no meu caso com o Benfica, de onde surge tanto dinheiro para sustentar uma industria que vive de défices assustadores.
Vejamos o que aconteceu em Barcelos e Alvalade, onde os milhões de euros nasceram como ervas daninhas, colocando os adeptos a pensar, como é no meu caso com o Benfica, de onde surge tanto dinheiro para sustentar uma industria que vive de défices assustadores.
Mas o que me traz aqui é a honra e a honestidade dos jogadores do Gil e do Olhanense, que pagos com meia duzia de euros, e lá para o meio de campeonato já têm salários em atraso, cometem o feito enorme de encostar ao tapete, digo relvado, os senhores dos milhões, verdadeiros símbolos do fanatismo de uns tantos que pedem dinheiro ao amigo para ver o jogo das suas equipes. Estes empates do Gil e do Olhanense, apesar do galo me ter chateado os ouvidos com o seu cântico de vitória, não deixam de impôr uma forte dose de humildade aos que julgam possuir as estratégias da vitória, vencendo tudo e todos. A verdade desportiva e o seu elevado espírito competitivo, em que o atleta está para além da sobranceria, já vem dos tempos da antiga Grécia.
Esta manhã na praia da Figueira da Foz.
Entro junto à barra e sigo até Buarcos: o espectáculo da natureza é encantador.Apesar do nevoeiro e da água fria, há sempre pessoas que resistem e mergulham nesta bela praia da claridade.
sábado, 13 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
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